29.4.14

Conquistas de Abril


UMA VOLTA PELO VOTO - CONQUISTAS DE ABRIL

A APRe! convida todos @s Associad@s a participarem nas actividades que vão ser levadas a efeito no dia 8 de Maio, no Conservatório de Música de Coimbra. Estas foram organizadas em três vertentes:

Arte - Painel Criativo (às 14:30H)
Participação de Associados e da ICREATE

Debate (às 21:00H)
Temas em debate:
O Direito à Reforma – Clara Murteira
O Direito à Saúde – Pio de Abreu

Música (às 23:00H)
Intervenção das Raízes de Coimbra com:
Mário Rovira, Octávio Sérgio e Rui Pato

Vem e... traz um amigo também!

Almada



Tertúlia com Lídia Jorge



O FUTURO DE UM PASSADO – Nos 40 Anos do 25 de Abril
Biblioteca Municipal Palácio Galveias

Conforme estava previsto no programa da campanha “Uma Volta pelo Voto”, da APRe!, realizou-se na tarde do dia 22 a sessão-tertúlia com Lídia Jorge, autora do romance “Os Memoráveis”. A sessão teve lugar numa sala do edifício que é um dos mais bonitos palácios de Lisboa e um dos melhores exemplos de casa nobre portuguesa seiscentista.
Pretendia-se que a sessão fosse uma oportunidade para os associados da APRe!, para leitores de todas as idades, discutirem com a escritora a forma e o conteúdo deste seu último romance.
Simultâneamente, a sessão era uma homenagem ao 25 de Abril e aos militares de Abril bem como a Lídia Jorge, um dos mais talentosos e corajosos escritores portugueses. A apresentação da escritora e da sua obra esteve a cargo do nosso associado Betâmio de Almeida.
Esteve presente a nossa Presidente, a Drª Rosário Gama que abriu a sessão.
O resultado foi plenamente conseguido:
- A sala encheu por completo (200 pessoas).
- A sessão teve uma dinâmica muito variada, com música, poesia e imagens.
- Houve participação de militares de Abril, de jovens universitários e da assistência.
Lídia Jorge fez intervenções muito interessantes e esclarecedoras sobre a sua obra e sobre a presente situação no nosso país que bem evidenciaram a sua sensibilidade social e determinação cívica.
Simpática, a escritora conversou informalmente com os presentes e escreveu dedicatórias a quem pediu.
O tempo pareceu breve, apesar da sessão ter durado três horas.
Foi um momento de cultura viva e de resistência moral. No final parece ser unânime que foi um bom exemplo e que mostra um caminho que deve continuar a ser percorrido pela APRe!

Penhoras aos Reformados


Eduarda Neves, Delegada da APRe! no Norte, entrevistada no 
Porto Canal pela jornalista Ana Rita Basto, para o programa "Testemunho Directo".

28.4.14

RTP1 - "5 para a meia noite"


A Dra. Rosário Gama, Presidente da Direcção da APRe! vai estar amanhã, terça-feira, dia 29, no programa da RTP 1 “ 5 para a meia noite “, estando a produção disponível para receber na plateia associados nossos que queiram estar presentes.
Neste sentido, solicita-se a todos os que queiram ou possam acompanhar a nossa Presidente que façam o favor de nos informar, até ao fim do dia de hoje, por esta via, sobre a vossa disponibilidade para poderem estar em directo no programa que se realiza nos Estúdios da Valentim de Carvalho em Paço de Arcos.

Saudações a todos.

Delegado Apre Lisboa
Vitor Ferreira da Silva
Vferreira@outlook.pt
Tm. 969005292

Lisboa Norte


 Carnide / Lumiar / Santa Clara
 Lisboa Norte

Convidam-se todos os associados e amigos para o Debate Público "Portugal Merece Mais" organizado pelo Núcleo Carnide / Lumiar / Santa Clara (Lisboa Norte).
Temas em Debate:
- Cortes nas Pensões - de provisórios a definitivos - a questão da (in)constitucionalidade 
- Austeridade, Desemprego - tem de haver alternativas - Portugal Merece Mais!
Vem e Traz Amigos Também!

27.4.14

25 de Abril no Porto


Participação da APRe! nas comemorações do 40.º aniversário do 25 de Abril,
 na cidade do Porto.

25.4.14

O Avanço sobre Lisboa


A segunda senha para continuação do golpe foi dada pela canção Grândola, Vila Morena, de José Afonso, gravada por Leite de Vasconcelos e posta no ar por Manuel Tomás, no programa Limite da Rádio Renascença, à meia-noite e vinte, sendo antecedida pela leitura da sua primeira quadra.
Grândola, Vila Morena foi composta como homenagem à "Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense", onde no dia 17 de Maio de 1964, «Zeca» Afonso actuou.
Depois, fez-se a leitura de poemas da autoria de Carlos Albino, jornalista do República e colaborador naquele programa, que, a pedido de Álvaro Guerra e do comandante Almada Contreiras, tinha ficado incumbido de enviar senhas para sincronizar o golpe do MFA.

Ele ia de Santarém


Ele ia de Santarém
a caminho de Lisboa
não sabia se ganhava
não sabia se perdia.
Ele ia de Santarém
para jogar a sua sorte
a caminho de Lisboa
em marcha de vida ou morte.
E dentro dele uma voz
todo o tempo lhe dizia:
Levar a carta a Garcia.
Ele ia de Santarém
todo de negro vestido
como um cavaleiro antigo
em cima do tanque verde
com o seu elmo e sua lança
ei-lo que avança e avança
ninguém o pode deter.
Ele ia de Santarém
para vencer ou morrer.
E em toda a estrada o ruído
da marcha do Capitão.
Eram lagartas rangendo
e mil cavalos correndo
contra o tempo sem sentido.
E aquela voz que dizia:
Levar a carta a Garcia.
Era um cavaleiro andante
no peito do Capitão.
E o pulsar do coração
de quem já tomou partido.
Ele ia de Santarém
todo de negro vestido.

(Manuel Alegre)

25 de Abril - Coimbra


APReABRIL



“APReABRIL” – Edição comemorativa dos "40 anos do 25 de Abril"
"APRe!" – “ABRIL sempre!” 
(iniciativa do "Grupo dos Associados” da “APRe!" no “Facebook”)

A Direcção da “APRe!” convidou todos os associados a associarem-se a esta iniciativa, que seria evocação nossa – e forma especial de se comemorar este ano a data.
O convite foi feito, no próprio “Grupo”, nestes termos:
“Completam-se este ano 40 anos sobre o 25 de Abril. Por ser data redonda, a “APRe!” pretende comemorá-la dignamente. 
Este ano, teve a administração do “Grupo de Associados da APRe!” do “Facebook” a ideia de os festejar também de outro modo – se os associados nisso convierem. Aqui vos deixamos o convite – que é também um desafio.
Fazemos parte da geração de Abril. Quanto mais essa data de nós se afasta, mais obrigação temos de a fazer lembrar – e de deixar dela testemunho. Quem, vivendo antes, teve consciência dos mecanismos em que assentava a ditadura, tem o dever de o passar às gerações seguintes. Os mais jovens, sem essa memória, não fazem ideia do que era a vida em Portugal – e também por isso será fácil verificar como, ainda hoje, tal qual dantes, muitos males são fruto da situação de menoridade cívica do país. Um país que viera de uma longa noite em que não havia o mínimo de respeito pelos direitos humanos.
Desse marco entre um passado cinzento e um regime de liberdades e direitos há que falar – sempre. Agora, por maioria de razões: porque ao idealismo e à generosidade de então se contrapôs este tempo de agora: o da negação dos “ideais de Abril” – o de um capitalismo que endeusa os “mercados”, o de um egoísmo feroz, o da negação da solidariedade social, o da destruição do “Estado social” que o 25 de Abril nos trouxe. 
O 25 de Abril significou democracia – e esta nunca está cumprida: porque é aspiração a um mundo humanamente mais digno e solidário.
E que tal deixarmos textos nossos como testemunho? Temos, entre nós, companheiros que estavam, à data, nas Forças Armadas; nas universidades; nas empresas e nas fábricas; em organizações clandestinas; no combate à ditadura; e também, com certeza, quem nem se apercebesse, dada a falta de consciência política em que muitos viviam, do que significava – receando porventura o que viesse. Quem gostar de escrever está convidado”.
Foram acolhidos os textos que foram chegando e revistos pela administração do “Grupo” (no maior respeito pelas opções dos autores, nomeadamente quanto à norma ortográfica), no sentido de somar, à divulgação pelos diversos canais da “APRe!” (“Facebook” e blogue) uma edição em papel, em moldes muito simples e com o menor custo.
Ela aqui está. Projectada para este dia, para nós tão significativo, será agora divulgada.
Uma boa pequena surpresa – obra de cada um daqueles que colaboraram, fruto da sua boa-vontade; e uma boa memória de Abril, com certeza para todos os outros associados.
Os exemplares estão agora disponíveis para os núcleos, que os podem encomendar junto das sedes das delegações do Porto, Coimbra ou Lisboa.
Esta iniciativa sublinha a presença da “APRe!” nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. A evocação cabe-nos, antes de mais, a nós – aos que o fizeram e viveram.
Festejaremos. Estamos vivos – e temos memória

24.4.14

Pausa











FOI ASSIM

O borralho atiçado
nas lutas de sessenta
pegou fogo
nos trevos viçosos
daquela Primavera
tão cinzenta.
Um homem novo
pensou o Mundo
como se um caudal largo e fundo
fosse possível passar
nos areais
daquele basófias moribundo.
E a palavra-arma
dos ideais,
a palavra da paz e da verdade,
a palavra dos jovens empurrados para a guerra,
moveu as casernas,
soltou as vontades.
Realizou a utopia
das liberdades.

(pm)

Até quando?



A arte duma governação sem respeito pela moral e pela ética, ignorante aos princípios mais comezinhos da dignidade devida aos cidadãos mais velhos, o elo mais frágil da nossa sociedade. Onde terão sido educados estes rapazes?

AATS/AATIB


Uma representação da APRe! constituída por Rosário Gama, Vitor Ferreira e Mário Oliveira, estará presente no Almoço Temático organizado pela  AATIB - Associação dos Antigos Trabalhadores da Império Bonança (Seguros) que se realiza no dia 7 de Maio.
A nossa Presidente dissertará sobre o tema "A defesa do direito às pensões de reforma".

23.4.14

O 25 de Abril e a Escola

Tornou-se um lugar-comum dizer que a história da Educação da democracia é a história de sucessivas reformas avulsas, quase sempre descontextualizadas e elaboradas sem o concurso dos docentes. Mas a esta característica consensual veio acrescentar-se a desolação dos anos de Crato. Os constrangimentos impostos pela crise sofreram a interpretação de um fanático dos resultados quantitativos que, incapaz de ponderar os efeitos das suas políticas, está a produzir sérias disfunções no sistema de ensino, que nos reconduzem à escola de 24 de Abril, aquela que Durão Barroso evocou e celebrou há pouco, no antigo Liceu Camões. Porque ambos nos querem fazer acreditar que o sonho de modernizar o país foi um erro, que estava acima das nossas possibilidades, que devíamos ter continuado pobres e sem ambições, a eles e a todos os que olham a Educação como mercadoria, aos que ainda não tinham nascido em Abril de 74 e hoje destroem Abril com a liberdade que Abril lhes trouxe, importa recordar, serenamente, o que Abril fez: 
Em 1974 existiam apenas cerca de 100 escolas técnicas e liceus, para 40.000 alunos. Em 40 anos de democracia construíram-se mais de 1.000 novas escolas, para mais de milhão e meio de alunos. 
Em 1974 havia apenas 26.000 professores. Desses, apenas 6000 eram profissionalizados. Em 40 anos de democracia formaram-se e profissionalizaram-se milhares de professores. Antes dos predadores que hoje governam, eram 150.000. 
Em 1974 imperava o livro único e 4 anos bastavam. Em 40 anos de democracia chegámos a uma escolaridade obrigatória de 12 anos. 
Em 1974 fechavam-se crianças nos galinheiros e a taxa de cobertura do pré-escolar era 8%. Em 40 anos de democracia essa taxa ultrapassou os 80%, graças a uma rede de pré-escolar que acolhe hoje cerca de 270.000 crianças. 
Em 1974 a taxa de escolaridade aos 17 anos era 28%. Em 40 anos de democracia passou para 80%. 
Em 1974 a universidade era para uma escassa elite e para homens. Em 40 anos de democracia trouxemos para a universidade cerca de 370.000 portugueses, dos quais mais de metade são mulheres. 
A trave mestra do desenvolvimento da sociedade portuguesa, a Educação, foi liminarmente implodida pelo actual Governo, que rejeitou uma das bandeiras de Abril, a educação para todos. Agora que Abril dobra a esquina dos 40, é urgente que a denominada sociedade civil desperte para o sombrio que mancha a paisagem humana das nossas escolas: preocupantes sinais de violência na relação entre alunos e no seu relacionamento com professores e funcionários; esgotamento físico e psíquico do corpo docente, vergado pelo grotesco burocrático de tarefas inúteis, impostas por políticas despóticas; êxodo precoce dos professores mais experientes; clima de luta insana por uma carreira sem futuro, donde se esvaiu a cooperação e a confiança que cimentava a comunidade humana dos docentes. 
Celebrar Abril, adiado para a Educação até um dia, passará, imperiosamente por: 
- Gerar um compromisso nacional duradouro entre as forças partidárias quanto às políticas que estruturam o sistema de ensino, despolitizando os serviços técnicos, desburocratizando a vida das escolas e protegendo a administração superior da volatilidade da política. 
- Reestruturar a Inspeção-geral da Educação, orientando-a prioritariamente para a supervisão pedagógica organizada em áreas científicas e colocando-a sob dupla tutela (Assembleia da República e Governo). 
- Subtrair o financiamento básico do ensino obrigatório à lógica casuística de qualquer Governo, para que a escola inclusiva, para todos, não seja presa fácil de derivas de austeridades de ocasião. 
- Adoptar a verdadeira e sempre adiada autonomia das escolas, como alternativa à municipalização do ensino, vertente falsa da falácia da desconcentração do poder. 
- Reverter a política de privatização da escola pública, separando claramente o que é público do que é privado e clarificando os modelos de financiamento: financiamento público para o que é público, financiamento privado para o que é privado. 
- Reorganizar globalmente os planos de estudo e os programas disciplinares, em sede de estrutura profissionalizada e especializada em desenvolvimento curricular, dando-lhes coerência, recuperando a dignidade das humanidades e das expressões e adequando-os, em extensão, ao que a psicologia do desenvolvimento postula como limites. 
- Devolver dignidade e autoridade aos professores, devolver-lhes a confiança do Estado e devolver-lhes espaço e tempo para a indispensável reflexão sobre a prática profissional e sobre o ensino que professam. 
- Devolver às escolas a democraticidade perdida, adequando a natureza dos órgãos às realidades sociais existentes e abandonando a lógica concentradora do poder num só órgão. 
- Reverter a solução dos mega-agrupamentos, que provocaram custos humanos inaceitáveis para alunos, famílias, professores e funcionários.

Santana Castilho
In "Público de 23.4.14

Delegação Norte


Recordando...


Fernando Martins


RTP Informação

Núcleo de Coimbra


Car@s associad@s,

Quarta-feira, dia 7 de Maio, às 16:00H, terá início uma Acção de Dinamização na junta de freguesia de Stº António dos Olivais, particularmente dirigida aos residentes nessa freguesia, com o seguinte programa:

· A APRe!: apresentação, objectivos e estratégias
· Direitos e deveres dos Reformados
· Momento Musical: Grupo Coral da JF de Stº António dos Olivais

Esperamos poder contar com a sua presença. Faça-se acompanhar dos seus amigos e amigas.
JUNTOS CONTAMOS!

O núcleo da APRe! de Coimbra,
José Trigo

21.4.14

Assembleia da República


A25A


O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, vai fazer a intervenção que faria na Assembleia da República no largo do Carmo, em Lisboa, numa evocação a Salgueiro Maia em que desafia «toda a população» a participar.
«Não pondo em causa a consideração que a A25A nutre pela instituição Assembleia da República, a "casa da Democracia", a direção da Associação 25 de Abril informa que decidiu levar a efeito uma evocação a Salgueiro Maia, nela personificando a homenagem a todos os militares de Abril, no Largo do Carmo, no dia 25 de Abril às 11.00, evento para o qual desafia toda a população», divulgou a associação, em comunicado.

Notícias APRe!


54ª Notícias APRe! 21 de Abril
Car@s Associad@s Começo por desejar que tenham passado uma boa Páscoa e que após estas festividades tenham recuperado forças para as duras batalhas que se avizinham. Estamos todos cientes que só com muita força e persistência podemos travar medidas anunciadas pelos governantes relativamente às nossas pensões. 
A comunicação social tem feito eco de que o Governo quer transformar os cortes transitórios em cortes definitivos, tendo uma equipa para estudar a forma como há-de ultrapassar as decisões já tomadas pelo Tribunal Constitucional no que se refere aos cortes retroactivos. Como é do vosso conhecimento, este fim de semana, foi anunciado no Expresso um Relatório Preliminar onde se fazia referência aos cortes, relatório esse desconhecido da referida equipa. O Governo utiliza uma trapalhada constante para atingir os seus fins, deixando angustiados todo um conjunto de pessoas já muito sofredoras com tudo o que se tem passado.
Tomámos posição relativamente à hipótese de as pensões virem a ser indexadas a factores económicos e demográficos, dada a situação instável em que iríamos estar todos os anos, sem saber qual seria a pensão no ano seguinte. Não podemos aceitar esta situação mas para isso precisamos ser firmes na luta.
Por enquanto aguardamos o acórdão do Tribunal Constitucional sobre a Contribuição Extraordinária de Solidariedade e sobre o corte nas pensões de viuvez. Foi anunciado na comunicação social que essa determinação só deverá surgir depois da avaliação da troika. Aguardamos também o desenrolar das acções colocadas em Tribunal Administrativo em Abril do ano passado e as providências cautelares em Fevereiro de 2014. 
Aguardamos ainda ser chamados à Assembleia da República, à Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública para expormos as nossas razões para fazer parte do Conselho Económico e Social.
Apesar dos “aguardamos”, estamos em actividade constante com as iniciativas que vários núcleos têm dinamizado em diferentes pontos do país, no âmbito da campanha “Uma Volta pelo Voto” divulgada nas últimas “Notícias APRe!”. A sessão mais próxima ocorre já amanhã no Palácio das Galveias, em Lisboa, às 17H00, com a presença da Escritora Lídia Jorge, numa tertúlia intitulada O FUTURO DE UM PASSADO.
Também anunciada para dia 23 de Abril, em Almada, pelas 15H00 no Auditório da Escola Secundária Emídio Navarro está anunciado um debate com o Associado Manuel Torres da Silva e o jornalista Daniel de Oliveira.
No dia 26 de Abril, pelas 15H00, no Centro Paroquial de Carnaxide tem lugar uma sessão subordinada ao tema “Pela sua Saúde” com a Drª Perpétua Rocha, Coordenadora da Plataforma Activa da Sociedade Civil (PASC) e com o Dr. José Manuel Boavida, Director do Progrtama Nacional da Diabetes. Estão previstas muitas outras sessões, no âmbito da campanha “Uma Volta pelo Voto”, sempre anunciadas no blogue e no facebook da APRe!
No dia 4 de Abril participámos numa Conferência Internacional de Reformados em Riga, na Letónia, a convite do eurodeputado Alfreds Rubiks, em que estiveram presentes representantes de reformados da Republica Checa, da Grécia, da Irlanda do Norte para além dos da Letónia e de Portugal. Foi uma boa oportunidade para denunciarmos a situação dos reformados portugueses e para ouvirmos as situações vividas noutros países. Foi aprovada por todos os presentes uma resolução conjunta a enviar à Comissão Europeia onde se denuncia a grande diferença entre o nível das pensões e garantias sociais nos diversos Estados-Membros. Os participantes na Conferência chamamaram a atenção das instituições da União europeia para o facto de algumas das directivas da UE agravarem, frequentemente, a situação dos reformados. Consideraram ainda que “é necessário encontrar soluções que permitam estabelecer um nível mínimo de garantias sociais, igual em todos os Estados-Membros da UE, ... e uma maior qualidade de vida para os seniores, em conformidade com as leis internacionais”.
Aproxima-se o 25 de ABRIL!
Em nome da INDIGNAÇÃO e da REVOLTA que todos sentimos, pelo facto de os nossos direitos estarem a ser espezinhados quotidianamente – onde está o cumprimento da palavra dada pelo Estado no momento em que cada um de nós se reformou? - devido ao propalado cumprimento do acordo estabelecido com a alta finança especuladora/Troika, que nos vem “ajudando” a destruir o ESTADO SOCIAL que conquistámos ao longo destes 40 anos, temos de sair à rua, temos de invadir o espaço público, para demonstrar que “estamos vivos”, indignados e revoltados.
Este 25 de Abril, por um lado, é um dia de festejos, porque há 40 anos aconteceu aquele “dia inicial inteiro e limpo” que permitiu que se iniciasse a longa caminhada para uma sociedade mais justa e solidária, conquistada palmo a palmo. Por outro lado, é um dia de forte reivindicação em que vamos exigir o fim da destruição dos pilares duma sociedade civilizada, que se deve preocupar com o bem-estar e a felicidade dos seus cidadãos e não os “escraviza” debaixo do jugo de interesses económicos de alguns. O que estamos a vivenciar é, como já dizia o Padre António Vieira, que são precisos muitos peixes pequenos para alimentar um grande, e não podemos silenciar esta realidade nem pactuar com ela.
Assim, a APRe! apela a que todos @s Associad@s manifestem a sua INDIGNAÇÃO e REVOLTA, participando nas comemorações do 25 de Abril.
Pedimos para levarem vestidas as t-shirts da APRe!, bonés e bandeiras.
Este ano, temos mais uma iniciativa a decorrer às 11H00 no Largo do Carmo, promovida pela Associação 25 de ABRIL. Envio, em anexo, o comunicado da A25 de Abril, a convocar todos os que se quiserem juntar aos militares que fizeram o 25 de Abril e a quem não foi permitido falar na AR, nas comemorações dos 40 anos desta data.
Saudações APRistas!

Pel’A Direcção
Maria do Rosário Gama

*****///*****


18.4.14

Opinião


A comentadora Constança Cunha e Sá afirmou, nesta sexta-feira, na TVI24, que os cortes anunciados pelo Governo estão «a atingir proporções inacreditáveis». 
«Eu acho que toda esta história dos cortes, em particular das pensões, está a atingir proporções perfeitamente inacreditáveis. Vamos fazer um pequeno historial do que se tem passado, nomeadamente em abril. Primeiro, os cortes que eram temporários passaram de repente a definitivos. O Governo que durante três anos disse que estes cortes eram para uma situação de emergência, deu o dito por não dito e passou a dizer que eram definitivos. Isto de um dia para o outro sem que ninguém tivesse uma explicação para esse efeito, o que prova que o Governo tem um discurso para o Tribunal Constitucional, a quem diz que os cortes são provisórios, tem um discurso para os credores, a quem diz que são definitivos, e não tem discurso nenhum para os portugueses. Portanto, Passos Coelho não teve vergonha nenhuma de depois de três anos a andar a dizer que os cortes eram provisórios, vir dizer de um dia para o outro que eram definitvos», afirmou Constança Cunha e Sá.

16.4.14

25 de Abril de 1974



A Queda do Regime

Cascais



NOTAS SOBRE A SESSÃO PÚBLICA/DEBATE DE 14 DE ABRIL DE 2014 – CASCAIS

Os Núcleos de Cascais e Lisboa Ocidental da Região Lisboa  promoveram no dia 14 de Abril, em Cascais,  um debate no âmbito da campanha UMA VOLTA PELO VOTO. Sala cheia.
Com a presença dos oradores Jaime Silva, Conselheiro da Comissão Europeia, José Ribeiro e Castro, deputado à Assembleia da República e Diogo Duarte, presidente da associação de estudantes do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, da Universidade de Lisboa, bem como de Rosário Gama, presidente da Apre!.
Ainda estiveram presentes Fernando Martins e Teresa Rio  da Direcção da APRe!.

Jaime Silva o primeiro orador convidado falou das 3 princípios orientadores da Comissão Europeia aquando da presidência de Jacques Delors:
·    Concorrência;
·    Cooperação – base da construção da União Europeia;
·    Solidariedade com os diferentes Estados Membros.
Todos os Estados Membros são parte integrante da União Europeia.
Os processos de decisão competem ao Parlamento Europeu e ao Conselho. O Tratado de Lisboa reforçou os poderes do PE. Todos os Estados Membros contribuem para o Orçamento da UE. Realçou que os Estados Membros negoceiam com a Comissão em pé de igualdade. Não vamos pedir nada, vamos negociar, a UE é um clube onde se negoceia.
A Comissão, que tem poderes para propor legislação negoceia com os Estados Membros, com base em estudos, elabora o livro branco, o livro verde. Temos de participar nas estruturas associativas em Bruxelas para sermos ouvidos.
Realçou bem a importância de o país ter objectivos nacionais nas  áreas das funções do Estado, da Educação, da Saúde, da Segurança Social, no contexto da crise económica, que veio chamar a atenção sobre estas questões.

Ribeiro e Castro  realçou o descontentamento que existe na sociedade portuguesa sobre o comportamento dos políticos. Os partidos políticos portugueses não ajudam a perceber a importância do Projecto Europeu e das Eleições Europeias. Continuamos a dizer que nós cá é que sabemos, esquecendo que   
60% das decisões são tomadas em Bruxelas, pelo se deve escolher  uma equipa capaz de defender o interesse nacional em função dos interesses europeus. Com excepção das listas do PS, até ao  8º lugar,  as outras listas são fracas.
Os partidos deviam explicar três temas nesta campanha eleitoral:
·    Reflexão crítica sobre os Fundos de Coesão;
·    Convergência da zona Euro;
·    Como fazer participar os cidadãos nas eleições europeias.

Diogo Duarte referiu que os jovens têm uma forma e estar rebelde, por vezes não querem aceitar os ensinamentos dos mais velhos.
Os jovens que desistiram de lutar têm de assumir responsabilidades e não apenas a invocar ajuda.
Falou da participação cívica, designadamente na participação das eleições para os dirigentes associativos  e mesmos na vida das associações.
Finalmente referiu que era fundamental que os jovens compreendessem a importância de ir votar nos candidatos ao PE.

Maria do Rosário Gama  referiu a importância do voto. O voto branco ou nulo não têm qualquer influência no apuramento de resultados.
A APRe! percebeu que já tinha entendido a mensagem do JS pelo que já se está a trabalhar  no processo europeu, frisou as acções já realizadas nesse sentido, designadamente o Colóquio Internacional realizado em Lisboa, no ano passado,  no qual estiveram representadas associações  (grega, francesa, espanhola), referiu ainda as idas ao PE e a Riga.
Realçou que a solidariedade europeia não existe.
Por fim salientou que temos de fazer forte pressão na União Europeia, na defesa da segurança social, designadamente das pensões.

A seguir, os participantes colocaram questões sintetizadas no quadro seguinte:


José Barbosa
M Dores Ribeiro
14 de Abril de 2014



15.4.14

Carnaxide - Queijas


Caros Associados e simpatizantes da APRe!

Como é do vosso conhecimento as estruturas locais da APRe! têm vindo a organizar um ciclo de conferências no âmbito da campanha “Uma Volta pelo Voto”. Dentro desta campanha e no âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, o Núcleo APRe! de Carnaxide-Queijas tomou a iniciativa de promover no dia 26 de Abril, pelas 15,00 horas, no Centro Socia e Paroquial S. Romão de Carnaxide (Centro Cívico) um Debate Publico subordinado ao tema “Pela Nossa Saúde” .
Venham e tragam todos os amigos que puderem. Façamos desta sessão uma jornada pela defesa da saúde para todos.

Os Dinamizadores:
Augusta Sequeira
Eulália Mendes
Betâmio de Almeida
Filomena Costa
Manuela Silva
Miguel Pinto
Rui Rodrigues
Rosa Almeida

Victor Antunes

14.4.14

Porto



Car@s Associad@s,

Venho convidá-los a participar, amanhã, sábado, 26 de Abril, numa iniciativa da Associação das Colectividades do Concelho do Porto, no âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril. O Coro da APRe! vai estar presente em "ensaio aberto", no final dos trabalhos.É um colóquio, no Pequeno Auditório do Rivoli, que tem o seu início pelas 15 horas, conforme programa anexo.

Os meus cumprimentos
Eduarda Neves

12.4.14

Núcleo de Coimbra


O Núcleo da APRe! de Coimbra levou a efeito duas sessões de dinamização/esclarecimento na União de Freguesias de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades, uma realizada no salão da sede em S. Martinho e outra no salão da Junta em Ribeira de Frades, integradas no Campanha UMA VOLTA PELO VOTO. 
O Núcleo congratula-se com a presença de um número significativo de Reformados.

Elda Calado

10.4.14

Cortes nas Pensões


Saiba quanto lhe é subtraído a partir de hoje e verifique se pode continuar a pagar o alojamento no lar

9.4.14

Pausa


Homenagem à memória de Adriano Correia de Oliveira 
que hoje, se fosse vivo, completaria 72 anos de idade

***//***

Cantar de Emigração. Tão actual como há 50 anos.

Música: José Niza
Letra: Rosalía de Castro, poetisa galega

Este parte, 
aquele parte
E todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
Que possam cortar teu pão

Tens em troca
órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai 

Coração
que tens e sofres
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará

Este parte, 
aquele parte
E todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
Que possam cortar teu pão

aquele parte
E todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
Que possam cortar teu pão

Tens em troca
órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai 

Coração
que tens e sofres
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará

Este parte, 
aquele parte
E todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
Que possam cortar teu pão

Este parte, 
aquele parte
E todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
Que possam cortar teu pão

Tens em troca
órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai 

Coração
que tens e sofres
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará

Este parte, 
aquele parte
E todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
Que possam cortar teu pão

Opinião

O 25 de Abril que não aconteceu

Estamos a entrar no mês das celebrações. Vão organizar-se muitas peregrinações ao 25 de Abril de 1974 com trajetos e até destinos diferentes, como se fossem pacotes de turismo da memória. Um tempo tão importante pelos lugares visitados como pelos evitados, pelo que vai ser dito como pelo que não vai ser dito. Remeto-me a imaginar os lugares evitados, o não-dito, propondo-me um exercício de sociologia das ausências. São três os 25 de Abril que vão estar ausentes. O 25-de-Abril-de-quem-deve-teme. Para os poderosos, as elites de sempre (latifundiários, grandes industriais, banqueiros), todas com "sólida formação moral" certificada pela PIDE, o 25 de Abril foi uma dor de cabeça, um desconforto inoportuno. Para alguns, até pareceu um bom negócio mas foi sol de pouca dura. A partir de 11 de Março de 1975, transformou-se numa ameaça que lhes causou medo e os obrigou a protegerem-se. Foi um susto passageiro, pois em 25 de Novembro do mesmo ano foi-lhes dito ao ouvido (para os portugueses comuns não ouvirem) que, com o tempo, tudo voltaria ao normal. Não seria sequer necessário criar uma comissão de verdade e reconciliação e muito menos uma que incluísse, além destas, justiça. Quarenta anos depois, quem teve medo já nem se lembra e quem lhes causou medo tem medo de lhes lembrar.
O 25-de-Abril-dos-revolucionários-aferventados. Foi a fulguração das ruas, das praças, dos campos, das escolas, das famílias, dos quarteis a incendiar a imaginação duma sociedade justa, como se a felicidade estivesse à mão, a opressão secular fosse um pesadelo passageiro e o futuro distante e radioso tivesse chegado aqui e agora para ficar. Havia partidos que se diziam de vanguarda mas nem retaguarda eram da alegria que transbordava. O país eram trabalhadoras rurais analfabetas a vasculharem maravilhadas as gavetas íntimas das senhoras da herdade; operários empolgados a tentarem convencer-se a si próprios de que tinham direitos contra o patrão; prostitutas a organizarem-se em sindicatos; jovens a fazerem sexo tão incessantemente quanto faziam cartazes e manifestos; camponeses a organizar "corporativas" por soar mais familiar do que cooperativas; jornalistas a poderem escrever socialismo ou comunismo como se fosse anúncio de filme em cartaz; professores a poderem leccionar Karl Marx e já não Carlos Marques como anteriormente faziam para despistar os informadores da PIDE no fundo da sala. Tudo aferventado porque mal cosido e a escaldar. A quem já foi senhor dos seus sonhos, mesmo que por pouco tempo, custa lembrar, em tempos de servidão, que já esteve levantado do chão.
O-25-de-Abril-das-grandes-manobras. No ano anterior, a primeira experiência de socialismo democrático do século XX, o governo de unidade popular de Salvador Allende no Chile, tinha sido esmagada por militares a soldo da CIA. Portugal corria o risco de repetir a experiência, o que, do ponto de vista dos EUA, seria ainda mais grave por ocorrer na Europa ocidental, uma zona de influência sua nos termos do Tratado de Yalta. Kissinger considerou a invasão do país com o apoio da NATO, mas a social democracia europeia (sobretudo alemã) opôs-se e propôs que, em vez de militares, viesse dinheiro, muito dinheiro, para fortalecer os partidos e os movimentos sociais que se opunham ao "modelo soviético". Assim se fez e os resultados foram os esperados. Portugal ficou então em dívida para com os alemães e assim continua hoje. Mudam-se os tempos mudam-se as dívidas mas não o endividamento. Quarenta anos depois, seria impertinente falar de imperialismo norte-americano quando afinal ele é agora europeu.
O 25 de Abril foi a mega-expectativa de ontem que está na origem da mega-frustração de hoje. Aos peregrinos ao 25 de Abril de 1974 eu aconselharia que acampassem por lá durante um tempo, tomassem o ar livre, cheirassem o alecrim, conversassem sobre Portugal como se fosse outra vez coisa sua e, em vez de regressarem, organizassem uma expedição ao presente e, já que estamos a falar de peregrinos, expulsassem os vendilhões do templo.

Boaventura de Sousa Santos
Visão 3 de Abril 2014

Almada


Caros amigos e associados

Convidam-se todos os associados e amigos para uma sessão pública no dia 23 de Abril, pelas 15 horas no auditório da Escola Secundária Emídio Navarro, sita na Av. D. Leonor ( Junto ao centro Comercial MBica).
Pela importância dos temas em debate e dos oradores convidados pedimos a vossa presença para que o mesmo seja enriquecedor.
Contamos com a vossa participação, tragam amigos e divulguem na vossa área de residência.
Saudações e os nossos melhores cumprimentos.

Dinamizadoras:
Maria Laura Casa Nova
Maria Cândida Leal
Silvina Madalena

Comunicado

Comunicado da Direcção
A PROPÓSITO DA REUNIÃO DE 14 DE ABRIL

Caros Associados,

Com frequência, os Núcleos APRe! levam a efeito iniciativas e encontros escolhendo os convidados oradores, solicitando a presença de dirigentes da APRe! e o apoio para o contacto de personalidades da “vida pública e política” nacionais.
Desde a primeira hora que a Direcção da APRe! apoia estas iniciativas e complementa-as com a assídua presença, bem como no contacto com os convidados e oradores.
Para 14 de Abril está marcada uma reunião incluída na campanha “Uma volta pelo voto” que, no que se refere ao orador convidado Dr. Ribeiro e Castro, actual Deputado do CDS e ex-Presidente deste partido, parece não merecer o apoio da totalidade dos núcleos envolvidos na organização.
Inicialmente prevista para Oeiras, cujo Núcleo local discorda da presença do referido convidado, é entendimento da Direção da APRe! que a realização do encontro deverá ocorrer na localidade do Núcleo que apoia a iniciativa, ou seja, em Cascais, onde foi encontrado um espaço alternativo. 
A Apre! é uma Associação apartidária e, também nessa qualidade, tem vindo a complementar a promoção de dezenas de iniciativas locais, ajudando e sugerindo oradores, não sendo sua preocupação a escolha do partido e/ou movimento a que os mesmos pertencem ou pertenceram.
Achamos importante ouvir a opinião de TODOS, questionar igualmente os eventuais responsáveis, preocupando-nos com a transversalidade dos convites e a multiplicidade das opiniões. 
Se não é possível o consenso de todos os Núcleos organizadores, deverão as iniciativas merecer o cuidado daqueles que as apoiam. A Direção da APRe! marcará igualmente a sua presença se para o efeito for convidada.
Foi assim em iniciativas anteriores e assim se manterá para o futuro.
Somos apartidários, transversais a todos os Aposentados, Reformados e Pensionistas e procuraremos que os mesmos conheçam todas as posições políticas que possam contribuir para o nosso esclarecimento.

Pela Direcção da APRe!
Maria do Rosário Gama
Presidente

Conferência de Riga


Conferência 
"The situation of Pensoniers in some European Countries" 


Na sequência da sua presença em Bruxelas em 19 de Fevereiro, pp, a Presidente e o Vice-Presidente da APRe! foram convidados pelo eurodeputado Alfreds Rubiks a participar nesta Conferência no dia 4 de Abril em Riga, Letónia, com representantes de Associações de Reformados da Letónia, Irlanda do Norte, Grécia, Portugal e República Checa. Os diversos participantes apresentaram a situação dos seus países quanto às reformas e à protecção social dos idosos. Foi denunciada a desigualdade que se verifica nos diferentes países europeus no que respeita às reformas. Foi realçada a necessidade de protecção aos idosos dada a sua vulnerabilidade e um tratamento mais justo, solidário e menos desigual. No final da Conferência foi aprovada uma resolução conjunta a enviar à Comissão Europeia que, divulgamos.

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CONFERÊNCIA INTERNACIONAL  
“Sobre a situação dos pensionistas em alguns Estados-membros da União Europeia”
Riga 4 de Abril

Resolução  

Deputados do Parlamento Europeu da Letónia e da República Checa, dirigentes e representantes de organizações de pensionistas da Letónia, Grécia, Portugal e Irlanda, participaram numa conferência internacional sobre “A Situação dos Pensionistas em Alguns Estados-Membros da União Europeia”, organizada pelo deputado da Letónia no Parlamento Europeu, Alfreds Rubiks.
Os participantes na conferência partilharam as suas experiências e discutiram a melhoria das garantias sociais dos pensionistas nos Estados-Membros da EU em que predomina um baixo nível de qualidade de vida dos pensionistas.
Tendo discutido a situação dos pensionistas em alguns dos Estados-Membros Da União Europeia, os participantes concluíram que o nível das pensões e garantias sociais é substancialmente distinto nos diversos Estados-Membros. Na maior parte dos casos, a situação financeira dos seniores não lhes permite garantir os seus direitos a habitação, alimentação e serviços médicos. Alguns dos Estados-Membros não ratificaram ainda a Carta Social que prevê garantias sociais para os seniores.
Os participantes na conferência chamam a atenção das instituições da UE para o facto de  algumas das disposições das directivas da UE agravarem, frequentemente, a situação dos mais velhos nos novos Estados-Membros.
Considerando o aprofundamento da integração europeia, os participantes na conferência consideram que é necessário encontrar soluções que permitam estabelecer um nível mínimo de garantias sociais, igual em todos os Estados-Membros da EU, uma maior responsabilidade dos Estados-Membros e uma maior qualidade de vida para os seniores , em conformidade com as leis internacionais.

Pela conferência,
Alfreds Rubiks, deputado do Parlamento Europeu


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Vídeo da Conferência de Riga
A Intervenção da Apre! verifica-se depois de decorrida 01h10m e tem uma duração de 35 Minutos.

Informação


Fernando Martins, Vice Presidente da APRe!, estará em directo amanhã, pelas oito horas, no Diário da Manhã da TVI,  para comentar os cortes das pensões de reforma a partir dos 1.000 euros.

8.4.14

Lisboa Ocidental


IRS
Sessão de Esclarecimento

O Núcleo da APRe! de Lisboa Ocidental vai promover uma sessão de esclarecimento sobre o preenchimento do IRS, designadamente da CES (contribuição extraordinária de solidariedade) pelo nosso associado Manuel Torres da Silva. 
Esta acção, em parceria com a Junta de Freguesia da Ajuda, realiza-se no próximo dia 16 de Abril (4ª fª), às 18 horas, na Casa da Cultura da Junta de Freguesia da Ajuda, Calçada da Ajuda, nº 234 - Porta 12.

Massamá


Apresentação em Massamá

Promovida pelos responsáveis pelo Núcleo de Sintra da nossa Associação, realizou-se no passado dia 3 de Abril, em Massamá, uma sessão de apresentação pública da APRe! nesta localidade.
Esta acção, que se integra no esforço de dinamização da APRe!, nesta zona, realizado pela excelência do trabalho dos dedicados dinamizadores deste Núcleo, teve um extraordinário sucesso pelo programa que foi concebido e pela enorme participação de Associados e Amigos que esgotaram totalmente as instalações utilizadas para o efeito.
Esta sessão teve, entre outras, uma intervenção de nosso Delegado Regional, Vitor Ferreira, seguida de debate bastante participado. 
Compreendeu, também, um espaço cultural com o nobre aconchego das artes proporcionado pelos nossos Amigos:
- Grupo Cénico "Moçoilas de Massamá" da USMA
- Grupo Coral "Raízes de Massamá" da ARPIM
- Grupo de Cavaquinhos da ARPIMA
A todos o nosso profundo agradecimento.

CNE


Documento esclarecedor que nos foi remetido pela Comissão Nacional de Eleições.

Tertúlia - Lisboa


6.4.14

Almada


Colóquio Coroneis de Abril

Neste Colóquio promovido, em 25 de Março, pelo Grupo Dinamizador de Almada/Seixal da APRe! foram feitas diversas comunicações de grande interesse e oportunidade política. O Secretário Geral da AOFA, Tenente Coronel António Costa Mota foi o autor de uma delas: "Portugal antes e depois do 25 de Abril! - "Da Ditadura Política à Ditadura Financeira"  

ACESSO A REGISTOS SONOROS DO COLÓQUIO

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Palestra 
por D. Januário Torgal Ferreira


O Núcleo de Almada/Seixal, na linha duma interessante programação de acções que envolvem o convite à participação, nas suas realizações, de personalidades da maior relevância na vida política e social do nosso país, convidou o Senhor D. Januário Torgal Ferreira, ex-Bispo das Forças Armadas, para uma palestra que foi participada por Associados a Amigos da nossa Associação e que se realizou em Almada no dia 18 e Março.
Deixamos o registo sonoro colhido nesse evento.   

4.4.14

Cascais


Almada

Caros associados e amigos

Lembra-se o colóquio do dia 14 de Abril, no auditório da Escola Secundária Cacilhas Tejo, pelas 15 horas e subordinado ao tema:

" Bilderberg - um clube secreto que governa o Mundo "
Orador - Almirante Augusto Silva Pinho

Dado a importância do tema agradecemos a vossa presença para um debate alargado e ter consciência do que se passa á nossa volta.
Contamos convosco, tragam um amigo e divulguem na vossa área de residência.
Em anexo, segue o panfleto de publicidade para poderem distribuir pela vossa zona

Saudações e um abraço
Dinamizadoras:
Maria Laura Casa Nova
Maria Cândida Leal