10 de julho de 2019

ADSE e Seguros Obrigatórios

Através da nossa representação no Conselho Geral e de Supervisão da ADSE, transcrevemos o comunicado destinado aos órgãos de comunicação social e hoje publicado por aquele Conselho.


Pensionistas que tiveram atrasos nas pensões vão poder corrigir IRS e recuperar o dinheiro que perderam

Parlamento aprovou alteração ao Código de IRS que corrige agravamento de IRS para pensionistas que recebiam pensões com retroativos, pagas de uma só vez.Quem aguarda a atribuição de pensão durante vários meses, e recebe retroativamente os valores em atraso de uma só vez, no ano seguinte, vai deixar de ser penalizado no IRS como até aqui acontecia. Cláudia Joaquim, secretária de Estado da Segurança Social, garante esta segunda-feira, em entrevista ao Negócios, que as pessoas que foram afetadas poderão corrigir as declarações dos últimos cinco anos, recuperando o dinheiro que perderam.

 
Cláudia Joaquim, secretária de Estado da Segurança Social

Quem aguarda a atribuição de pensão durante vários meses, e recebe retroativamente os valores em atraso de uma só vez, no ano seguinte, vai deixar de ser penalizado no IRS como até aqui acontecia. Cláudia Joaquim, secretária de Estado da Segurança Social, garante esta segunda-feira, em entrevista ao Negócios, que as pessoas que foram afetadas poderão corrigir as declarações dos últimos cinco anos, recuperando o dinheiro que perderam.

Ler mais aqui: Pensionistas que tiveram atrasos nas pensões vão poder corrigir IRS e recuperar o dinheiro que perderam


Expresso 08.07.2019






6 de julho de 2019

Aprovado Estatuto do Cuidador Informal

Em Portugal, existem mais de 800 mil cuidadores informais que tratam, diariamente, de entre 230 a 240 mil pessoas cuidadas em situação de dependência. No estudo ‘Medidas de Intervenção junto dos Cuidadores Informais’, datado de setembro do ano passado, é possível concluir que o trabalho dos cuidadores vale, aproximadamente, 333 milhões de euros por mês: isto é, 4 mil milhões de euros por ano. Este estudo foi encomendado pelo Governo e serviu de suporte à decisão política, bem como à chegada de um consenso: esta sexta-feira, foi aprovado, por unanimidade, o estatuto do cuidador informal.


 No Parlamento, o texto “da comissão de Trabalho e Segurança Social que define medidas de apoio ao cuidador informal, que resultou de uma proposta de lei e de contributos de vários partidos” foi aprovado em votação final, sendo que a notícia foi avançada pela agência Lusa. Entre outras medidas, ficou definido um subsídio de apoio aos cuidadores, o descanso e como será traçada a carreira contributiva dos mesmos. Também houve a inclusão do Estatuto do Cuidador Estudante: para os cuidadores mais jovens que tratam de familiares e não têm emprego possam continuar o seu percurso escolar, ou seja, como se tivessem um contrato de trabalho para efeitos de exames e faltas.


Ler mais aqui: Estatuto Cuidador Informal


Jornal I 05.07.2019

5 de julho de 2019

Aprovada Lei de Bases da Habitação

PSD e CDS-PP vão votar contra o documento que foi apresentado, pela primeira vez, em Abril de 2018. Com a votação na globalidade nesta sexta-feira em plenário fica encerrado um processo de vários meses. Helena Roseta, que o desencadeou, diz que se vive “um dia histórico”.


Terá os votos favoráveis do PS, do PCP e do Bloco de Esquerda, e os votos contra do PSD e do CDS-PP. Sem surpresas, a maioria parlamentar que tem dado suporte ao Governo socialista vai viabilizar a primeira Lei de Bases da Habitação, onde ficam escritas as bases do direito à habitação consagrado na Constituição, e define “as incumbências e tarefas fundamentais do Estado na efectiva garantia desse direito a todos os cidadãos”. “Esta Lei de Bases de Habitação é uma lei histórica”, começa por considerar Helena Roseta, deputada independente eleita pela bancada socialista e a responsável por desencadear este processo legislativo, dizendo de seguida que o importante nesta Lei é “o caderno de encargos que fica para o futuro”.

Entre a primeira versão apresentada por Helena Roseta em Abril de 2018, e que foi submetida a discussão pública até ao passado mês de Setembro, e a redacção final da lei que vai ser hoje aprovada pelo plenário vai uma grande distância, mas Roseta está satisfeita com o resultado. “Eu fiz o primeiro texto e participei activamente no segundo. São ambos da minha autoria”, refere, dizendo que em alguns casos foi ela que mudou de ideias e noutros não conseguiu convencer o PS das suas propostas, pelo que as apresentou autonomamente (uma delas, a da necessidade de deixar definido o que é o arrendamento acessível, não passou). Também o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português, que apresentaram em Outubro e em Dezembro, respectivamente, as suas propostas, se revêem no resultado final e no documento que foi trabalhado artigo a artigo, e discutido quase vírgula a vírgula.


Este trabalho foi desenvolvido no seio do Grupo de Trabalho da Habitação, que teve mais de uma centena de reuniões, e onde se discutia se o Estado é o “único garante do direito à habitação”, como propunha o BE, ou se é, apenas, “o garante da habitação”, como ficou na redacção final e com o que isso significa, por exemplo, para os deputados do PSD, que insistiram nesta formulação para abrir as portas à participação da iniciativa privada para resolver as carências habitacionais.

Semânticas à parte, e em resumo, o que ficará definido com a primeira Lei de Bases da Habitação do país é que o Estado passa a ter a obrigação de garantir o direito a uma habitação condigna para todos os cidadãos, e que a habitação passa a ter uma função social, pelo que o uso efectivo dos imóveis ou fracções com vocação habitacional devem ser utilizados para esse fim. Mais do que estes princípios gerais, a Lei de Bases da Habitação também obriga à existência de um Plano Nacional de Habitação e a cartas municipais de habitação, de forma a haver uma estratégia definida e dotação orçamental consagrada para executar os respectivos planos. Por fim, institui uma entidade pública que ficará responsável pela monitorização do programa e pelo cumprimento dos deveres de conservação, manutenção e reabilitação dos proprietários.

O que ficou de fora
Pelo caminho ficaram propostas como a requisição de imóveis, que surgiu na primeira proposta do PS, ou a posse administrativa dos prédios privados devolutos, como era requerida pelo PCP – mas ficou estabelecido o incentivo ao uso dessas habitações para responder às necessidades habitacionais. Também há muitas disposições sobre a protecção e o acompanhamento no despejo (referindo que não pode haver despejo sem garantir previamente soluções de realojamento), e que não pode ser executada uma penhora sobre habitação para satisfação de créditos fiscais ou contributivos. A Lei de Bases da Habitação também deixa a porta aberta à possibilidade da dação de imóveis em cumprimento de dívidas, mas apenas no caso em que tal esteja definido contratualmente, ou em que haja uma legislação específica a regulamentá-la.

O facto de esta lei remeter para “legislação complementar e regulamentar” – que, de acordo com o articulado, deve ser “elaborado no prazo de nove meses quando outro prazo não esteja indicado” – é que ajuda a explicar a importância do “caderno de encargos que fica para o futuro” definido por Helena Roseta. “Vai ser preciso avançar em muita legislação, mas não é preciso esperar pelo Governo para a fazer. O Parlamento pode tomar a iniciativa”, lembra a arquitecta.


O entendimento diferente entre deputados na bancada do PS e o Governo, que apresentou umas semanas depois o seu próprio pacote de habitação, esteve na origem de algumas desavenças e levou mesmo à saída de Helena Roseta da liderança do grupo de trabalho então criado. A Lei de Bases acabou por ser votada no final de todo o processo legislativo.

Ler mais em publico.pt

A APRe! na Assembleia da República

Um dia histórico na vida da Associação! A subida ao plenário da AR de uma petição da APRe!


Uma Delegação da APRe! composta pelo presidente Fernando Martins e os directores Vítor Ferreira da Silva, Betâmio de Almeida e José João Lucas, entregou hoje na presidência da Assembleia da República a petição sobre o “Complemento Solidário para Idosos” que resultou de um intenso trabalho da APRe! e dos seus associados dedicados  a quem agradecemos pela  preciosa conquista de um volume de assinaturas a rondar as 4.700 assinaturas.

Pela azáfama dos trabalhos hoje decorridos na Assembleia da República, com a quantidade de diplomas em votação, o Presidente da Assembleia da República delegou no seu Vice-Presidente Dr. José Manuel Pureza, a audiência à APRe!.

A Direcção da APRe! agradece ao Senhor Vice-Presidente Dr. José Manuel Pureza a forma cordial, simpática e esclarecedora como recebeu a Delegação da APRe! que nos proporcionou um excelente esclarecimento do funcionamento e apreciação das petições públicas entradas no parlamento.

Pelo calendário actual e o volume de diplomas e petições agendadas até ao final desta legislatura é provável que a apreciação da nossa petição só possa ter lugar a partir de Outubro de 2019.



A APRe! está Viva!

A Direcção






2 de julho de 2019

Temos de ir à praia sem proteção solar até ao meio - dia

O gastroenterologista Fernando Ramalho alerta as pessoas para que apanhem sol, a principal fonte de vitamina D, que nos protege de infeções e vários tipos de cancro.




 Fernando Ramalho afirma que a Direção-Geral de Saúde tem obrigação de não permitir que os dermatologistas alertem apenas para os cuidados com o sol e o uso de protetor solar, ignorando a vitamina D. "É preciso que fique claro que é muito importante apanhar sol de manhã, até ao meio-dia, pelo menos durante uma hora, que é o suficiente para termos bons níveis de vitamina D", explica o médico gastroenterologista. Outra das patologias que mais trata é o helicobacter pylori – uma bactéria que provoca úlcera gástrica e duodenal, gastrites e cancro no estômago. "A sua descoberta foi a revolução da gastroenterologia", diz.

Ler mais aqui: Temos-de-ir-a-praia-sem-protecao-solar-ate-ao-meio-dia


 Sábado/Vida 39.06.2019


1 de julho de 2019

Núcleo APRe! de Braga: Visita à Barragem de Lindoso

O Núcleo de Braga organizou no dia 18 de Junho um passeio à Barragem do Lindoso, com visita guiada pelo técnico responsável de todo o empreendimento.
O almoço decorreu na recente e histórica vila do Soajo-Gerês. O tempo após a refeição não colaborou no entanto, o contentamento foi de todos.  Aderiram 21 associados e a deslocação fez-se num mini autocarro em agradável convívio.




Dia 19 de Junho teve início a 1ª. Sessão do Clube de Leitura, que, no começo, teve   12 inscrições. Como a iniciativa tem apoio da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva que cedeu as instalações e disponibilizou uma técnica para coordenar o Clube, este está aberto a toda a comunidade bracarense. O livro sugerido para a 1ª. Sessão foi o “Domingo à Tarde” de Fernando Namora.
Esta nossa iniciativa só foi possível com a total disponibilização da Directora da Biblioteca, Drª. Aida Alves.

29 de junho de 2019

Está a nascer um instituto para melhorar a qualidade de vida dos mais velhos

Identificar as causas biológicas do envelhecimento para aumentar a qualidade de vida dos idosos. Este é um dos grandes objectivos do Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento (MIA, na sigla em inglês), um futuro centro de investigação de excelência em Coimbra. Com um financiamento de cerca de 50 milhões de euros para seis anos, espera-se que em pleno funcionamento – em 2023 – tenha entre 90 a 100 pessoas a trabalhar nele em prol do estudo do envelhecimento.




Ler mais aqui: publico - 2019/06/28-Ciencia/noticia/coimbra-nascer-instituto-melhorar-qualidade-vida-velhos

27 de junho de 2019

Tratamento do idoso frágil: «A Avaliação Geriátrica Global é fundamental»

João Gorjão Clara



Coordenador do Grupo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna





A palavra fragilidade descreve um idoso débil, vulnerável, emagrecido, com marcha difícil e lenta. Esta é a interpretação do senso comum, mas a definição médica exige que se verifiquem três destas características:

- Perda de peso (5 kg) no último ano
- Perda de força muscular
- Redução da velocidade da marcha
- Diminuição da atividade física
- Sensação subjetiva de exaustão

Ler mais aqui: tratamento-do-idoso-fragil-a-avaliacao-geriatrica-global-e-fundamental


 Justnews, 24.06.2019

25 de junho de 2019

Envelhecer é diferente para homens e mulheres. Porquê?

Sara Borges dos Santos


Elas vivem mais anos, mas têm menos tempo de vida saudável. Depois dos 65 anos, por exemplo, as mulheres têm, em média, 3 anos de vida saudável e os homens, 7,7. E esta desigualdade nos últimos anos de vida entre o sexo feminino e masculino representa um dos problemas de género mais graves no País, diz o médico Luís Campos






Ler mais aqui: Envelhecer-e-diferente-para-homens-e-mulheres.-Porque-?


Sapo Visão - 25.06.19

17 de junho de 2019

Petição pública sobre o “Complemento por Dependência”

Dando continuidade às deliberações das nossas Assembleias Gerais, acabamos de lançar uma nova petição pública sobre o “Complemento por Dependência” em que solicitamos a alteração da legislação por forma a permitir que o mesmo seja isentado de IRS e que seja conferida aos respectivos titulares a isenção automática de todas as taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde.
Considerando a forte participação dos nossos associados na anterior petição subscrita pela APRe!, apelamos uma vez mais à assinatura desta nova petição, com o vosso empenho e divulgação pela importância que o tema reveste para uma verdadeira justiça social.

Este complemento é uma prestação em dinheiro atribuída aos cidadãos que se encontrem em situação de dependência e que precisam da ajuda de outra pessoa para satisfazer as necessidades básicas da vida quotidiana.

A situação de dependência é certificada pelo Sistema de Verificação de Incapacidades da Segurança Social e graduada em:

1.º grau – pessoas que não possam praticar, com autonomia, os actos indispensáveis à satisfação de necessidades básicas da vida quotidiana (actos relativos à alimentação ou locomoção ou cuidados de higiene pessoal).
2.º grau – pessoas que acumulem as situações de dependência que caracterizam o 1.º grau e se encontrem acamadas ou apresentem quadros de demência grave.

Assine aqui:


16 de junho de 2019

Petição "Complemento Solidário para Idosos"


Diploma que alarga pensões provisórias de invalidez e sobrevivência entrou em vigor

Documento que visa desburocratizar os procedimentos administrativos e agilizar a atribuição destas prestações por forma a dar resposta aos atrasos na atribuição de pensões foi promulgado no início do mês pelo Presidente da República e publicado na sexta-feira em Diário da República.

O diploma que alarga a mais pessoas as pensões provisórias de velhice, invalidez e sobrevivência entra hoje em vigor, desburocratizando e agilizando a atribuição destas prestações.

Promulgado no início do mês pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e publicado na passada sexta-feira em Diário da República, o documento visa desburocratizar os procedimentos administrativos e agilizar a atribuição destas prestações por forma a dar resposta aos atrasos na atribuição de pensões.

O decreto-lei n.º 79/2019 altera também o regime jurídico de proteção na eventualidade de morte, alargando as situações em que é possível atribuir pensões provisórias de sobrevivência, que atualmente se restringem a situações de carência económica.

"Esta alteração permite a atribuição mais célere destas pensões desde que cumpridos os requisitos de acesso à prestação, acorrendo mais rapidamente a uma situação de vulnerabilidade em que os requerentes se encontram perante a perda de um familiar", indica o Governo no documento.

Prevê-se ainda a possibilidade de os descendentes com direito a pensão de sobrevivência poderem efetuar a prova escolar através da segurança social direta, deixando de ser necessária a entrega de declaração do estabelecimento de ensino em papel.

São também efetuadas outras alterações no sentido de atualizar ou clarificar diversas normas, bem como de agilizar procedimentos, acrescenta.

A nível jurídico, o diploma introduz alterações na responsabilidade emergente do pagamento indevido de prestações, tendo como principais objetivos introduzir mecanismos que permitam agilizar a recuperação de pagamentos indevidos, por um lado, e reduzir o risco de pagamentos indevidos, por outro lado, designadamente através do alargamento da possibilidade de pagamento à Segurança Social através de planos prestacionais, bem como do alargamento do universo de responsáveis pela restituição dos valores pagos indevidamente.

Em maio, no parlamento, o primeiro-ministro, António Costa, indicou que as medidas já adotadas pelo Governo para desbloquear os atrasos nas pensões permitiram decidir sobre 15.500 no mês anterior e "cerca de 7.000" foram atribuídas a título provisório em maio.


A proposta do executivo surgiu depois de, em fevereiro, o Tribunal de Contas ter publicado um relatório onde dava conta que a Segurança Social pagou quatro milhões de euros, entre 2016 e 2017, em pensões de sobrevivência e de direito próprio a beneficiários já falecidos, em alguns casos há mais de 10 anos.

Ler mais em Expresso online

6 de junho de 2019

Conferência " Desafios Demográficos: o Envelhecimento"

Portugal é o terceiro país mais envelhecido da Europa. Por cada 100 jovens, há 153 idosos. Mas o aumento do tempo de vida não significa mais qualidade. Há, no entanto, formas de adiar os efeitos da idade.
"Nós envelhecemos todos os dias desde que nascemos. E o velho português é normalmente mais queixoso, mais doente. Isto tem a ver com uma cultura de saúde, com a forma como nós e o Estado nos preocupamos com a saúde", diz o presidente da Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados, Fernando Martins, um dos oradores da conferência "Desafios Demográficos: o Envelhecimento", promovida pelo Conselho Económico e Social, esta quinta-feira, em Coimbra.





 Ler mais aqui: O idoso não joga só as cartas. Como envelhecer bem?


Rita Rato Nunes

Diário Notícias 06.06.2019

4 de junho de 2019

“Bernstein em Concerto”, CONCERTO DEDICADO À APRe!



Bernstein em Concerto

CONCERTO DEDICADO À APRE! – ASSOCIAÇÃO de APOSENTADOS, PENSIONISTAS e REFORMADOS

Realizou-se no sábado, dia 1  na CASA da Música “Bernstein em Concerto”, CONCERTO DEDICADO À APRE! – ASSOCIAÇÃO de APOSENTADOS, PENSIONISTAS e REFORMADOS. Foi de uma qualidade ímpar.

Joseph Swensen fala sobre a sua relação pessoal com o programa que dirigiu com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, e que junta alguns dos mais célebres compositores do continente americano - Bernstein, Chávez e Ginastera, no vídeo cujo link aqui deixamos

https://www.facebook.com/casadamusica/videos/1072379229816457/

Imagens do Concerto com associados, familiares e Amigos da APRe!











31 de maio de 2019

Pensões provisórias alargadas a mais pessoas. São estas as novas regras

Isabel Patrício


De modo a desbloquear os atrasos no processamento das pensões, o Governo agilizou a atribuição das pensões provisórias, alterando algumas regras. O ECO explica tudo, ponto por ponto.







1 - O que é a pensão provisória?
2 - Quem pode receber uma pensão provisória?
3 - Como é calculada a pensão provisória?
4 - Há atrasos na atribuição de pensões. Como podem ajudar as pensões provisórias?
5 - O que é que o Governo quer mudar?
6 - Provedora de Justiça criticou proposta do Governo. Porquê?
7 - Quem fica de fora das pensões provisórias?





 
Ver mais aqui: descodificador de pensões provisórias alargadas a mais pessoas


Eco Sapo 

V Aniversário do Coro APRe! Coimbra

Para  comemorar o V aniversário, o Coro APRe! Coimbra organizou um concerto no dia 7 de junho na Casa Municipal da Cultura.

Para além do Coro aniversariante, também estará em Palco o Coro APRe! Grande Porto.

O Concerto será às 15:30 e a entrada é gratuita.


30 de maio de 2019

Governo acorda com BE e PCP a criação do Estatuto do Cuidador Informal

Proposta do executivo previa apenas medidas de apoio, o que mereceu muitas críticas. Descanso de cuidadores e garantia de carreira contributiva estão previstos no texto.

O Governo aceitou criar o Estatuto do Cuidador Informal, que estabelece os direitos e deveres das pessoas que cuidam de familiares dependentes (idosos, pessoas com demência ou doenças crónicas, crianças com patologias graves) em casa. O PS, o Bloco de Esquerda e o PCP chegaram a um acordo que resultou num texto de substituição que prevê a criação deste estatuto, o qual não estava contemplado na proposta de lei do Governo – esta previa apenas medidas de apoio de demorada concretização, não um estatuto formal, e foi por isso muito contestada pelas associações que representam os cuidadores informais.

O estatuto surge agora em anexo e admite-se que pode ser “revisto e densificado” no futuro.

Os três partidos integraram aspectos das diferentes propostas – o Bloco de Esquerda, que desde o início reclama a criação de um estatuto, e o PCP entregaram projectos de lei sobre esta matéria há um ano – e fica prevista, entre outras coisas, a possibilidade de os cuidadores que deixam de trabalhar poderem continuar a ter uma carreira contributiva, através do seguro social voluntário. O que hoje acontece é que aqueles que deixam cedo de trabalhar para cuidar em casa de familiares acabam por ficar sem direito a reforma.

Outra questão essencial é o direito ao descanso dos cuidadores, sem que estes tenham de pôr necessariamente os familiares na rede de cuidados continuados para este fim. No texto comum fica contemplado o direito ao descanso através do apoio domiciliário e também em lares de idosos. E aqui a novidade face à proposta inicial do Governo é que se muda a fórmula de cálculo da comparticipação que as famílias pagam e que actualmente pode ir até aos 30 euros por dia, explica José Soeiro, do Bloco de Esquerda.

“Estamos a criar um enquadramento legal que não existia. Este [o estatuto] é um instrumento que reconhece a existência dos cuidadores informais e lhes confere um conjunto de direitos. É uma vitória muito importante dos cuidadores informais que se organizaram e exigiram ao poder político um estatuto que os enquadrasse”, sublinha o deputado. O BE sempre defendeu que só um estatuto poderia dar resposta aos problemas mais prementes destas pessoas. Mas o Governo não queria ir por aí. Também o PCP não previa no seu projecto de lei a criação deste estatuto. Já o PSD, CDS e PAN apresentaram outros projectos de lei prevendo a criação do estatuto.

A proposta fica aquém do que o BE pretendia e do que os cuidadores informais reclamam, mas no próprio texto sublinha-se que o estatuto pode ser melhorado no futuro. “Este é um passo, não chegámos à meta, mas é um passo importante”, sublinha José Soeiro.

O que resulta deste acordo entre os três partidos é, assim, um texto de substituição que define várias medidas, a maior parte das quais já anunciadas pelo Governo em Fevereiro passado, quando os ministros da Saúde e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social apresentaram as linhas gerais da sua proposta de lei.


Uma das mais aguardadas pelos cuidadores, a criação de um subsídio de apoio a atribuir mediante condição de recursos, vai ser testada em projectos-piloto com 12 meses de duração – projectos que ainda não avançaram.

Em Fevereiro, o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, considerou que aprovar um estatuto seria “um pouco começar pelo tecto”. E defendeu que “faz mais sentido que, na sequência dos projectos-piloto, se faça a consolidação da rede interministerial e nacional e depois talvez venha a ser interessante que se traduza na criação de um estatuto”.

Alterações ao Código do Trabalho ficaram de fora

A proposta prevê dois tipos de cuidador informal: o “principal”, que é o cônjuge ou unido de facto, parente até ao 4.º grau da pessoa cuidada, que cuida desta de forma permanente e não recebe qualquer remuneração; e o “não principal”, o familiar que acompanha a pessoa de uma forma regular mas não permanente.

Quanto às pessoas objecto de cuidados, há três universos contemplados: as que têm direito a complemento por dependência de 2.º grau ou de subsídio por assistência a terceira pessoa, ou ainda de complemento por dependência de 1.º grau, esta última mediante avaliação especifica dos serviços de verificação e incapacidade da Segurança Social.

Contudo, há questões determinantes para o BE que não ficam incluídas: as alterações ao Código do Trabalho (para que seja possível que os cuidadores possam trabalhar a tempo parcial, ou ter um horário flexível, por exemplo) e o reconhecimento retroactivo dos direitos a carreira contributiva para pessoas que deixaram de trabalhar para cuidar dos dependentes em casa. “São duas dimensões muito importantes que vamos apresentar de qualquer forma, mas não conseguimos que ficassem consagradas”, diz José Soeiro.

Alexandra Campos
Ler mais em Jornal Público de 30/05/2019

Almoço de Primavera da Delegação de Lisboa

No dia 28 de Maio, no Restaurante Caravela de Ouro, em Algés, realizou-se o almoço de primavera da APRe!

Este almoço, organizado pela Delegação de Lisboa em conjunto com os seus Núcleos, tornou-se já uma tradição de convívio e estreitamento de relações entre todos os associados.

Nele estiveram presentes o Presidente da Direcção e a Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

No final do almoço houve um momento cultural com música e poesia.










29 de maio de 2019

Saiba mais sobre o Atestado Médico de Incapacidade Multiuso

Catarina Coutinho

Se tem algum tipo de incapacidade, seguramente já ouviu falar neste documento. Serve, por exemplo, para comprovar a incapacidade para o trabalho. Mas essa não é a única utilidade deste atestado.



O que é?

É um documento que comprova o grau de incapacidade. É imprescindível em várias situações, como quando quer aceder a benefícios específicos para pessoas com 60% ou mais de incapacidade. Falamos neles mais à frente.

O que fazer para obter o Atestado Multiusos

Que benefícios posso ter com o Atestado Médico de Incapacidade Multiusos?

Saiba-mais-sobre-o-Atestado-Medico-de-Incapacidade-Multiuso.

SIC NOTÍCIAS 13.05.2019