25 de julho de 2020

Viagem em transporte sem redução da lotação é de "alto risco"

A Direção-Geral da Saúde define como "contacto com exposição de alto risco" quem viaje em meio de transporte que não efetue paragens frequentes ou não tenha redução da lotação máxima.

 A norma "Covid-19: Rastreio de contactos", publicada no 'site' da DGS com a data de sexta-feira (24 de julho), não especifica os meios de transporte considerados nesta análise, para além de navios e aeronaves, mas diz que é considerado "contacto com exposição de alto risco" qualquer viagem em "outro meio de transporte" que "não tenha boa ventilação, não efetue paragens frequentes com abertura de portas e não tenha redução da lotação máxima".



Quanto às viagens em navios, a DGS considera que fica exposto a risco elevado quem seja "companheira de viagem, partilhe a mesma cabine, efetue prestação direta de cuidados e seja tripulante de bordo".
Também a viagem com caso de covid-19 numa aeronave aparece na grelha dedicada a "exposição de Alto Risco", alertando-se quem "esteja sentada até dois lugares para qualquer direção em relação ao caso", sendo, por fim, frisado que "todas as pessoas podem ser consideradas como contacto" se o caso detetado apresentar "sintomatologia grave ou grande movimentação dentro da aeronave".
 
A par destas explicações sobre transportes, a DGS alerta para a exposição maior de pessoas que tenham contacto frente a frente com uma pessoa infetada, especificando que o risco aumento quando a distância é de menos de dois metros e durante 15 minutos ou mais.
O contacto físico direto com um caso de covid-19 ou o contacto direto desprotegido com secreções contaminadas de um caso de covid-19 também é considerado como "alto risco", bem como o contacto em ambiente fechado, por exemplo em coabitação, sala de aula, sala de reuniões ou sala de espera, durante 15 minutos ou mais.


Ler mais aqui: https://www.dn.pt/pais/viagem-em-transporte-sem-reducao-da-lotacao-e-de-alto-risco


20 de julho de 2020

A pandemia e a crise social: agir para uma sociedade justa

Pensar as alternativas é um imperativo de cidadania a que não nos furtamos e um exercício que continuaremos a fazer.



1. O mundo vai enfrentar, quando despertar do seu centramento no combate de saúde pública à pandemia da covid-19, a mais severa crise económica e social que alguma vez conheceu em tempo de paz.
A crise revelou problemas graves sem visibilidade pública, revelou fragilidades, mas também revelou as forças que permitiram responder melhor na proteção da saúde pública e na preservação do tecido económico e social.
As consequências económicas e sociais desta crise não são iguais para todos. Há uma profunda desigualdade socioeconómica e também territorial perante o risco dos efeitos da pandemia.
Não podemos, também, ignorar que a população mais vulnerável à pobreza se transformou. Hoje os mais pobres são os jovens, são as famílias com filhos e sem trabalho, são, por arrastamento, também as crianças.
Estão também a aparecer novas formas de desigualdade. A educação nos últimos meses em Portugal é um exemplo dessa emergência. Com a passagem do ensino presencial para o ensino online, a ligação de milhares de jovens ao sistema de ensino degradou-se fortemente, potenciando os mecanismos de reprodução geracional das desigualdades e neutralizando ainda mais os mecanismos de “elevador social” que a escola proporciona.
O país confrontou-se com dificuldades que subvalorizara ou desconhecia como a excessiva dependência económica do turismo, o atraso na transição digital e a enorme fragilidade de determinados sectores, acentuando as desigualdades tradicionais entre o trabalho manual/presencial e o trabalho intelectual ou nos serviços.

 Pensar as alternativas é um imperativo de cidadania a que não nos furtamos e um exercício que continuaremos a fazer.

Carlos Farinha Rodrigues
Eugénio Fonseca
Fernanda Rodrigues
Francisco Branco
Maria de Lurdes Rodrigues
Mário Caldeira Dias
Paulo Pedroso
Rogério Roque Amaro
Teresa Caeiro


Ler mais aqui:https: www.publico.pt/2020/07/18/opiniao/opiniao/pandemia-crise-social-agir-sociedade-justa

16 de julho de 2020

Proteger terceira idade é fundamental na próxima fase da pandemia de covid-19

Proteger os utentes dos lares, residências e unidades de cuidados continuados da terceira idade é fundamental para ultrapassar a próxima fase da pandemia de covid-19, apontou hoje o antigo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes.



 Num debate promovido pelo histórico café ‘A Brasileira’, no Chiado, a opinião do antigo governante foi corroborada por Margarida Tavares, infeciologista do Hospital de São João (Porto), que concordou que o país precisa de aproveitar o verão para se preparar para os meses críticos que se avizinham.
O antecessor de Marta Temido, no anterior executivo do PS, lembrou também que o período de verão dá às autoridades algum ‘fôlego’ para “fazer um plano, preparar e fazer o trabalho de casa”, focando a sua atenção naquela que considerou ser uma das franjas mais “vulneráveis” da população portuguesa: a terceira idade.

 “É preciso um plano específico para os lares, residências e unidades de cuidados continuados. Não um plano que vise criar ‘guetos’, mas que diga que aquela população precisa de ser protegida e ao protegê-los estamos a fazer o mesmo a toda a sociedade”, explicou o antigo ministro de António Costa.


Notícias de Coimbra, 16.07.2020 

A partir de um estudo de Eugénio Rosa

COISAS QUE NÃO SE ENTENDEM...

À atenção especial de quem se aposentou/reformou este ano ou teve atribuição de pensão de sobrevivência de subscritor ainda no activo.


Todos sabemos que há atrasos na atribuição de pensões, objecto de protestos vários, também da APRe!, de queixas à Provedoria da Justiça e respectivos relatórios sobre as mesmas.

O cálculo das pensões implica a revalorização das remunerações anuais, para corrigir a desvalorização monetária ocorrida ao longo do tempo em resultado da inflação. Para isso, o Governo (Ministério das Finanças e Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social), têm, anualmente, de publicar uma Portaria com os valores dos coeficientes a utilizar na actualização das remunerações anuais a considerar para a determinação da remuneração de referência que serve de base ao cálculo das pensões.

Essa Portaria não é, contudo, em regra publicada no início do ano, embora produza efeitos a 1 de janeiro de cada ano. Consequentemente, haverá que recalcular as pensões atribuídas até à saída do Portaria e fazer o respectivo requerimento.

Este ano ainda não foi publicada esta Portaria, pelo que as pensões que estão a ser atribuídas, estão a ser calculadas com os coeficientes de revalorização para o ano de 2019 (Portaria n.º 49/2019, de 8 de Fevereiro).
NOTA:


Só para avaliarmos as ineficiências destes atrasos nos serviços da CGA e da Segurança Social e os prejuízos para os pensionistas, observemos a data de publicação das portarias dos últimos anos:
- Portaria n.º 208/2018, de 16 de Julho, com os coeficientes para o ano de 2018;
- Portaria n.º 210/2017, de 14 de Julho, coeficientes a aplicar em 2017;
- Portaria n.º 261/2016, de 7 de Outubro, com os coeficientes a aplicar em 2016.

É sobre este problema, junto com o problema de haver na CGA trabalhadores a descontarem sobre remunerações que depois não contam para efeitos do cálculo da pensão, que se debruça o último estudo publicado por Eugénio Rosa:


 https://www.eugeniorosa.com/shared/docs/2020/07/30-2020-governo-lesa-reformados-aposentados.pdf

14 de julho de 2020

Crise aumenta abusos sobre idosos


ESTUDO Um em cada quatro idosos reporta já ter sido vítima de algum tipo de abuso, principalmente por parte dos cônjuges ou filhos, e a situação de crise económica aumenta o risco de tal acontecer. Este é o resultado de um estudo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em parceria com o Instituto de Saúde Pública da mesma academia, que procurou perceber o impacto dos contextos de crise económica e financeira no abuso de idosos.
“Todos os indicadores que captam facetas de uma condição de vida materialmente menos favorável parecem associados à prevalência de abusos”, refere Isabel Dias, coordenadora da investigação que estudou o impacto da última crise económica em Portugal. “Os idosos sujeitos a cenários de privação material estão mais expostos”, alerta a investigadora. E o risco aumenta duas vezes em casos de dificuldade económica ou de privação de medicação, e nove vezes em situação de privação alimentar. Os sintomas depressivos também agravam o risco. “E a existência de um baixo suporte social faz triplicar a probabilidade de ocorrerem abusos”, acrescenta a socióloga, que avisa que os “contextos pandémicos” e de isolamento aumentam o risco de maus-tratos.
ABUSO PSICOLÓGICO NO TOP
O abuso psicológico é o mais recorrente, e afeta 20% dos idosos. Em percentagens mais baixas, surge o abuso financeiro, físico e o sexual. E são os cônjuges os principais responsáveis (28%). “Na população mais velha, a situação de abusos é mais complexa, porque há uma relação afetiva com os cônjuges, companheiros de longa
data, e muitos deles já eram agressores quando o casal era mais jovem. E o ciclo de violência perpetua--se”. São raras as vítimas seniores que pedem ajuda. Mais de dois terços opta por não relatar os incidentes, por pensarem que as autoridades não vão acreditar que são vítimas nesta idade. Apesar de os dados apontarem para cenários de vulnerabilidade, a investigadora garante que a violência contra idosos é transversal em termos sociais. “Mas cada classe maltrata como pode e as estratégias para ocultar são diferenciadas”.
O estudo apela à criação de respostas específicas para idosos vítimas de violência. “Ao nível dos serviços de saúde, serviços sociais, do apoio psicológico, do acolhimento de vítimas”, diz Isabel, deixando um alerta: “Há casas-abrigo para mulheres vítimas, mas os idosos ou são institucionalizados em lares ou ficam nos corredores dos hospitais à espera de uma solução”.
EM NÚMEROS
677 idosos inquiridos, com 60 ou mais anos, todos residentes no Porto. 64% deles vive em conjugalidade. O estudo começou em 2016 e terminou em 2020, com financiamento da FCT.
20% dos agressores são filhos, mais homens que mulheres, embora as mulheres sobressaiam na prevalência do abuso psicológico. Vizinhos, irmãos e cuidadores informais e formais também surgem como agressores.

8 de julho de 2020

Reconhecimento do Estatuto de Cuidador Informal

Todos os Cuidadores Informais devem requerer o Reconhecimento do Estatuto de Cuidador Informal (Principal e Não-Principal), junto da Segurança Social, preferencialmente via online.
Sabemos que há dificuldades no agendamento presencial, contudo, poderá ser enviado via Segurança Social Direta ou via email.
📌Até 31 de Julho, é válido o requerimento do direito ao pagamento retroativo a 1 de abril do subsídio do CI, nas situações em que é aplicável, no âmbito do reconhecimento do Estatuto do Cuidador Informal (30 concelhos abrangidos pelos Projectos-Piloto)
📌A partir de 1 de Julho, TODOS os Cuidadores - que residam em todos os concelhos não abrangidos pelos Projectos-Piloto - podem e devem requerer o reconhecimento do Estatuto de Cuidador Informal.
Ainda que não sejam abrangidos por todas as medidas de apoio ao Cuidador, previstas na portaria n.º64/2020, já têm direito ao reconhecimento como Cuidadores!



Fonte: Associação Nacional dos Cuidadores Informais

3 de julho de 2020

Mais jovens, menos letal, gerida dia a dia. Como a covid-19 evoluiu em quatro meses

Desde o início da epidemia de covid-19 em Portugal, há quatro meses, detectaram-se 42.782 casos, mas 66% já são considerados recuperados. A doença mata mais nos mais velhos, mas é nos mais jovens que há mais infecções – principalmente desde o início do desconfinamento.
Sofia Neves e Infografia | PÚBLICO 2 de Julho de 2020, 19:20
Há precisamente quatro meses, a 2 de Março, Portugal anunciava o primeiro caso positivo de SARS-CoV-2. Depois de vários períodos de estado de emergência e calamidade — e de um desconfinamento com altos e baixos — existem ainda 13.098 casos activos e o novo coronavírus já infectou 0,41% da população portuguesa. Os mais velhos são também os mais vulneráveis à covid-19 e é na faixa etária dos cidadãos acima dos 70 anos que há registo de mais vítimas da doença. Mesmo assim, as autoridades olham com preocupação para os mais jovens, principalmente desde o início do desconfinamento, altura em que os casos nestas faixas etárias começaram a subir em flecha​.
Fig. 1
No início da epidemia, as atenções começaram por estar viradas para o Norte, onde foram registados os dois primeiros casos – dois cidadãos vindos de Itália e Espanha. Nos primeiros dois meses, o Norte foi a região mais fustigada pela doença: até 2 de Maio concentrava 59% dos casos confirmados em todo o território nacional e 35% das mortes.
Os cenários negros vividos em países como Espanha, França ou Itália, aliados ao facto de o vírus ter chegado tardiamente a território nacional, fizeram com que Portugal tivesse tempo para se fechar e impedir um cenário em que os casos confirmados subissem de forma descontrolada e levassem a uma crise nos hospitais.
Logo a 7 de Março, quando Portugal tinha 21 casos de infecção (e já os hospitais de São João e Santo António, no Porto, esgotavam a capacidade de resposta a casos suspeitos e viam-se confrontados com a necessidade de activar novas unidades), as visitas a hospitais, lares e estabelecimentos prisionais da região Norte foram suspensas temporariamente.
Fig.2
Cinco dias depois, o Governo decide que todas as escolas de todos os graus de ensino suspendem as actividades presenciais, dando assim arranque às primeiras medidas de confinamento. Na semana de 11 a 18 de Março encerraram-se discotecas, reduziu-se a lotação máxima dos restaurantes, limitou-se o número de pessoas em centros comerciais e serviços públicos. Várias universidades anunciaram que iam fechar portas e, quando Portugal se aproximava dos 800 casos de infecção e registava três mortes, teve início o primeiro período do estado de emergência, que confinou a população e restringiu a circulação. Portugal só viria a sair do terceiro estado de emergência a 2 de Maio — foram 45 dias de confinamento — e a começar a abrir-se lentamente nessa semana, já em estado de calamidade.
Atenções viram-se para Sul. E para os mais jovens
Nesta fase da epidemia é a região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) que faz aumentar diariamente o número de casos diagnosticados na totalidade do território nacional. O momento de viragem aconteceu a 9 de Maio: desde esse dia que os concelhos da região de Lisboa ultrapassam diariamente o Norte (e as restantes regiões do país) em novos casos de infecção. Dos 4693 casos registados nos últimos 15 dias, 3685 (79%) foram registados em Lisboa e Vale do Tejo. Esta mudança aconteceu não só porque o número de casos a Norte estabilizou, mas também porque a taxa de crescimento de LVT não pára de subir.
Foi este aumento de novos casos e mortes verificado durante semanas consecutivas que levou autoridades e Governo a dar um passo atrás na região de Lisboa. Esta quarta-feira, quando o país passou de situação de calamidade para o regime de estado de alerta, a Área Metropolitana de Lisboa (AML) passou ao estado de contingência (um estado intermédio), havendo, no entanto, 19 freguesias de cinco concelhos da AML que vão permanecer em estado de calamidade. Uma situação descrita por António Costa como “claramente distinta” da do resto do país.
Outra das grandes mudanças no panorama da pandemia em Portugal aconteceu também no pós-confinamento. Desde o dia 4 de Maio que o número de novos casos de covid-19 entre os jovens tem vindo a aumentar: cresceram 114% na faixa etária entre os dez e os 29 anos. Só entre os 10 e os 19 anos, de acordo com os dados da Direcção-Geral da Saúde, os casos cresceram 129% até esta quinta-feira; dos 20 aos 29 anos, aumentaram 110%. Em comparação, o segmento dos 50-59 anos (o que tem o maior número de casos confirmados desde o início da epidemia) cresceu 54% desde o desconfinamento.
Fig. 3
Os mais jovens têm merecido uma atenção especial por parte do Governo e das autoridades da saúde, que têm apelado a que continuem a respeitar as regras de distanciamento social e de higiene para impedir uma subida vertiginosa de novos casos. Nas últimas semanas, as autoridades foram chamadas a intervir para dispersar jovens que se reuniam com os amigos em festas.
É, contudo, na faixa etária dos mais velhos, os mais vulneráveis à doença, que há registo de mais vítimas da covid-19. Em 1.587 mortes, 1369 (ou 86%) foram registadas em cidadãos acima dos 70 anos. Mas se olharmos para os casos diagnosticados é na faixa etária dos 40 aos 49 anos que há mais infectados. Neste segmento populacional existem 7.104 casos confirmados, seguindo-se a faixa etária dos 30-39 anos (6.852 casos) e a dos 50 aos 59 (6.690).
Fig. 4
O que mudou depois de quatro meses?
Portugal tem, nesta altura, 13.098 casos activos de infecção pelo novo coronavírus. Das 42.782 pessoas que já foram infectadas, 28.097 já estão curadas, o que significa que 66% das pessoas que já tiveram a doença foram consideradas recuperadas pelas autoridades de saúde. Lisboa e Vale do Tejo é a mais afectada em número de casos, seguindo-se o Norte, a região do país com mais vítimas mortais da covid-19.
Das 1587 mortes registadas desde o início da epidemia, 1043 (ou 66%) foram registadas antes do desconfinamento, que se iniciou a 4 de Maio. E grande parte (cerca de 59%) dos 42.782 casos detectados foi também contabilizada antes desta data.
O boletim da DGS desta quinta-feira confirma uma tendência que se tem vindo a verificar desde a primeira semana de Junho, com a excepção de algumas subidas e descidas: o aumento dos internamentos gerais por covid-19. Existem, neste momento, 510 pessoas internadas (433 em enfermarias e 77 em unidades de cuidados intensivos), uma subida de 144 internamentos em relação a 8 de Junho, altura em que este valor começou a aumentar. O número de internamentos desta quinta-feira é também o valor mais alto desde 30 de Maio, quando existiam 514 pessoas internadas. Apesar de este registo ser o mais alto deste último mês, o número de internados está muito longe dos picos atingidos em Abril, quando chegaram a existir 1302 pessoas internadas, 229 destas nos cuidados intensivos.
Fig. 5
Portugal tem, nesta quinta-feira, mais oito mortes por covid-19, um aumento de 0,5% em relação a quarta-feira, contabilizando-se um total de 1587 vítimas mortais no país desde o início do surto. Há mais 328 pessoas infectadas, o que corresponde a uma taxa de crescimento de 0,77%, num total de 42.782 casos confirmados.

1 de julho de 2020

Cuidadores Formais - Participação de Rosário Gama no Programa "Praça da Alegria"

No programa Praça da Alegria- RTP 1 - de 1 de Julho de 2020 Maria do Rosário Gama, falou sobre os trabalhadores de "cuidados formais".

"Relatório da OCDE coloca Portugal como o terceiro dos piores países no ratio “número de cuidadores por pessoa com mais de 65 anos / 100 habitantes”.
Quem são? Onde estão? Quais as dificuldades no seu recrutamento? Que formação possuem? Como respondem à pandemia?"

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