30 de março de 2021

APRe! Notícias 03 - março 2021














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26 de março de 2021

Divulgação - Censos 2021 – Contamos todos. Contamos com todos.

 


Exmo.(a) Senhor(a)  APRE! APOSENTADOS PENSIONISTAS E REFORMADOS

No dia 19 de abril, inicia-se a resposta aos Censos 2021 pela Internet

A partir do dia 5 de abril tem início a distribuição das cartas pelos recenseadores nas caixas de correio em todos os alojamentos do território nacional com os códigos necessários à resposta.

A exaustividade da recolha e do tratamento dos dados dos Censos conferem a esta operação estatística, realizada de 10 em 10 anos, um papel único no conhecimento do parque habitacional e da realidade demográfica, social e económica do país, produzindo também informações imprescindíveis para a tomada de decisões de investimento pelos sectores público e privado.

Todos beneficiaremos dos dados estatísticos que o INE disponibilizará à sociedade, incentivando o estudo do presente para planear melhor o futuro.

É neste contexto que o INE gostaria de apelar à responsabilidade social da APRE! - ASSOCIAÇÃO DE APOSENTADOS, PENSIONISTAS E REFORMADOS, na garantia de que todos os indivíduos contam neste Censos. Cada um de nós vai fazer parte desta importante operação nacional: respondendo pela Internet até 3 maio e informando colaboradores e os contactos que entender como relevantes para o fazer.

Assim, muito agradecemos a divulgação dos Censos 2021 e a importância da participação de toda a população, através dos vossos canais de comunicação (internos e/ou externos), sugerindo fazer uso do Kit dos materiais de comunicação que pode ser descarregado através deste link: https://censos.ine.pt/xurl/doc/489932804

Caso os materiais enviados não sejam do formato mais adequado para a sua utilização, agradecemos que contacte: info@ine.pt. Tudo faremos para contar consigo!

Nos Censos contamos todos e precisamos que todos nos ajudem a contar.

A resposta aos Censos é fácil, segura e rápida. Responda pela internet: censos2021.ine.pt

Para mais informação sobre a operação Censos 2021, consulte o site: censos.ine.pt .

O INE agradece o seu apoio.

Com os melhores cumprimentos.

Sofia Reis Rodrigues

Diretora de Serviço / Head of Unit

Departamento de Recolha e Gestão de Dados / Serviço de Dados Empresariais

Data Collection and Management / Business Data
Rua António José de Almeida
1000-043 Lisboa

Caso não pretenda voltar a ser contactado para estes fins, por favor envie um email para info@ine.pt

Consulte a nossa Política de privacidade e proteção de dados pessoais aqui

Confidencialidade: Esta mensagem (e eventuais ficheiros anexos) é destinada exclusivamente às pessoas nela indicadas e tem natureza confidencial. Se receber esta mensagem por engano, por favor contacte o remetente e elimine a mensagem e ficheiros, sem tomar conhecimento do respectivo conteudo e sem reproduzi-la ou divulgá-la. Confidentiality Warning: This e-mail message (and any attached files) is confidential and is intended solely for the use of the individual or entity to whom it is addressed. lf you are not the intended recipient of this message please notify the sender and delete and destroy all copies immediately. 
 
 


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23 de março de 2021

Nanopartícula contra o cancro criada em Coimbra obtém estatuto de “medicamento órfão”

Este trabalho de investigação “é um contributo fundamental rumo à era da terapia personalizada e com impacto directo na qualidade de vida dos doentes”, sublinha João Nuno Moreira, coordenador do estudo.

João Nuno Moreira
 Uma nanopartícula de nova geração para combate ao cancro desenvolvida na Universidade de Coimbra (UC) obteve o estatuto de “medicamento órfão” da Agência Europeia do Medicamento (EMA) e da agência norte-americana que regula os medicamentos, a Food and Drug Administration (FDA).

A nanopartícula de nova geração de base lipídica, PEGASEMP, foi classificada como “medicamento órfão” pela EMA e pela FDA para o tratamento do mesotelioma, “um tipo de cancro raro que resulta da exposição a amianto”, informou esta terça-feira a UC em comunicado de imprensa.
Aquele estatuto constitui “factor facilitador de realização de ensaio clínico em doentes”, sublinha a UC, indicando que os “medicamentos órfãos” são “fármacos orientados para o diagnóstico ou tratamento de doenças raras graves”.
 

21 de março de 2021

A Presidente da Direcção da APRe!, Maria do Rosário Gama, ontem, no 'Jornal das 11' da SIC-Notícias, sobre a forma como está a decorrer o processo de vacinação contra a COVID-19 e a reclamação apresentada pela APRe! à Provedora de Justiça.


18 de março de 2021

Agência Europeia de Medicamentos garante que vacina da Astrazeneca é “segura”

 

Isabel Leiria


Susana Frexes

"Avaliação feita pelo regulador da União Europeia conclui que a toma da vacina não está associada a um aumento do risco global de coágulos sanguíneos e reitera que benefícios da toma superam os riscos"
 
 
 A primeira parte da investigação feita pelo comité de avaliação de risco da Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) está concluída e segundo os dados verificados pelo regulador não há relação entre um aumento dos fenómenos trombóticos e hemorrágicos e a toma da vacina contra a covid-19 produzida pela AstraZeneca. A vacina é “segura e eficaz”, acaba de declarar Emer Cooke, diretora executiva da EMA.
 
 No entanto, os responsáveis da EMA também deixaram um apelo para a manutenção da vigilância. Isto porque não foi ainda possível "descartar de forma completa uma ligação entre casos (raros de formação de coágulos) e a vacina". Serão feitos mais estudos e a informação do produto vai ser acrescentada com esta nota sobre possíveis riscos.

"Os benefícios da vacina superam largamente os riscos que esta vacina tem", insistiu Emer Cooke, repetindo o que já tinha dito esta semana.

 Nos últimos dias, duas dezenas de países europeus anunciaram a suspensão da administração desta vacina por precaução. Portugal optou pela mesma decisão na segunda-feira passada. Agora poderá retomar o processo em breve, sendo que perto de 80 mil doses das que estão já em armazém em Portugal deverão ser dada a professores e funcionários do pré-escolar e do 1º ciclo. Essa operação deveria acontecer no próximo fim de semana, mas foi adiada assim que se soube da decisão da Direção-Geral da Saúde. Aguarda-se agora uma nova informação das autoridades de saúde de Portugal para perceber quando é que a administração desta vacina é retomada.

 Ler mais aqui: https://expresso.pt/coronavirus/2021-03-18-Agencia-Europeia-de-Medicamentos-garante-que-vacina-da-Astrazeneca-e-segura

Vacinação. Associação de Reformados pede intervenção da Provedoria de Justiça

 

Isabel Leiria
 A Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (Apre) enviou um requerimento à Provedoria de Justiça pedindo a sua intervenção junto do Governo no sentido de garantir que o objetivo “salvar vidas”, inscrito no plano de vacinação contra a covid-19, não seja comprometido ou atrasado.

 Sem referir categorias profissionais, a Apre, associação presidida por Rosário Gama, pede que, num contexto de “escassez de vacinas”, não seja adiada a “vacinação de cidadãos de risco e vulneráveis à covid-19 para aumentar a de grupos que se enquadram no outro objetivo que é o de preservar a resiliência do Estado”. E pede, por isso, a “intervenção” da Provedoria de Justiça junto do Governo e “em particular do Ministério da Saúde e da Direção-Geral da Saúde”.

“Há grupos profissionais que fazem pressão para serem considerados prioritários mas é injusto que ultrapassem os mais velhos, que são quem mais morre de covid-19”, explica Rosário Gama.

As pessoas com mais de 80 anos e as que têm entre 50 e 79 e determinadas doenças de maior risco para a covid-19 estão na fase 1 do plano, que deverá estar concluído em abril. Os cortes nas entregas por parte das farmacêuticas como a AstraZeneca têm, no entanto, dificultado o cumprimento deste objetivo, que acabou por deslizar de final de março para o mês seguinte.

 

Ler mais aqui:https://expresso.pt/sociedade/2021-03-18-Vacinacao.-Associacao-de-Reformados-pede-intervencao-da-Provedoria-de-Justica

Covid19 - Von der Leyen ameaça travar exportação de vacinas da UE para países com capacidade de produção

 Aí temos com mais clareza a "guerra" do fornecimento das vacinas!

 A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disparou esta quarta-feira uma nova salva na guerra das vacinas, ao ameaçar avançar com novas medidas para restringir ou suspender as exportações de vacinas fabricadas na UE para países que, tendo capacidade própria de produção, não estão a autorizar a saída de vacinas do seu território.


 

O “tiro” foi dirigido ao Governo do Reino Unido e à farmacêutica AstraZeneca, que continua muito longe de cumprir as suas obrigações contratuais com o executivo comunitário, em termos de fornecimento de doses. Von der Leyen confirmou que, em vez dos 180 milhões de doses que eram esperados no segundo trimestre do ano, poderão chegar apenas 70 milhões — ou nem isso, se a empresa voltar a experimentar “dificuldades” de fabrico e distribuição.

O conflito entre a Comissão e a farmacêutica anglo-sueca arrasta-se desde o final de Janeiro, quando a empresa informou Bruxelas de que, apesar dos seus “melhores esforços”, não estava em condições de entregar as quantidades de vacinas previstas no contrato de aquisição prévia assinado no Verão.

 

Ler mais aqui: https://www.publico.pt/2021/03/17/mundo/noticia/von-der-leyen-ameaca-travar-exportacao-vacinas-ue-paises-capacidade-producao

Uma em cada duas pessoas discrimina em função da idade, divulga a Organização das Nações Unidas

 Segundo a ONU, o "idadismo" traduz-se em formas de discriminação a começar pelo acesso a serviços de saúde. Com a pandemia, diz, os hospitais saturados optaram por salvar os pacientes mais novos.

 Uma em cada duas pessoas no mundo discrimina em função da idade, segundo um relatório das Nações Unidas (ONU) divulgado esta quinta-feira, com recomendações aos Governos para que adotem medidas jurídicas e sociais para combater estes preconceitos.

 O relatório, elaborado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em colaboração com várias agências da ONU, incluindo para os Direitos Humanos, sublinha que este tipo de discriminação “contribui para a pobreza e a insegurança económica das pessoas na velhice”, aumentando o isolamento social e a solidão dos idosos.

O estudo, com que a ONU espera lançar uma campanha mundial, conclui que este tipo de discriminação se verifica sobretudo nos jovens, é mais frequente nos homens que nas mulheres e em pessoas com menos formação.

 

Ler mais aqui: https://observador.pt/2021/03/18/uma-em-cada-duas-pessoas-discrimina-em-funcao-da-idade-divulga-a-organizacao-das-nacoes-unidas/

Videoconferência: Ser Mulher em Portugal desde o Estado Novo

 Já transmitido a todos os associados e associadas, publicamos o convite para a videoconferência do próximo dia 23/03, ainda no âmbito da celebração do 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

Link para inscrição:

https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_A9qeNlQSSAainamwU1MqTg

A conferência será também transmitida via YouTube, em link que divulgaremos à hora do início.


“Em Portugal, nos anos 60/70, deu-se uma entrada facilitada das mulheres no mercado de trabalho pela própria guerra colonial.

Nos outros países, a entrada das mulheres no mundo do trabalho é uma reivindicação do movimento feminista; em Portugal não foi preciso, a sociedade acomodou perfeitamente a saída das mulheres de casa para irem trabalhar.

A seguir à guerra veio a democracia e com a democracia a igualdade. As mulheres portuguesas já não foram mandadas para casa como foram as americanas, as inglesas e as francesas — que substituíram os homens aquando da mobilização para a Segunda Guerra Mundial.

Estas particularidades explicam um bocadinho porque é que as mulheres portuguesas chegaram a uma situação muito semelhante à de mulheres de outros países sem terem passado pelo mesmo movimento nem tendo uma história de feminismo atrás dela

Toda a gente diz que é a favor da igualdade de direitos entre homens e mulheres. Então porque é que não é feminista? É porque está a pensar que feminismo é outra coisa... São fantasmas.”

Integrada no ciclo “Aceite o nosso convite para falar de …”, vai realizar-se no próximo dia 23 de Março, terça feira, das 15 às 16:30h, a videoconferência “Ser mulher em Portugal desde o Estado Novo”.

A oradora convidada será Lígia Amâncio, Investigadora e Psicóloga Social, e a moderação estará a cargo de Anabela Paixão, vogal da direcção da APRe!

A encerrar a sessão, intervirá Maria do Rosário Gama, Presidente da Direcção da APRe!.

A conferência desenvolve-se na plataforma Webinar. A inscrição é obrigatória, devendo ser efectuada através do link    https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_A9qeNlQSSAainamwU1MqTg.

Após a inscrição o sistema gera uma mensagem automática com o link que será enviado a cada participante para poder ter acesso à reunião no dia do evento. A plataforma limita a 100 o número de participantes, mas os associados que excedam esse número poderão seguir a videoconferência no Youtube através de endereço que será então divulgado.

Convidam-se os associados a assistir a esta conferência organizada para assinalar a recente passagem,  a 8 de Março,  do Dia Internacional da Mulher, instituído em 1975 pelas Nações Unidas.

16 de março de 2021

Eutanásia: um suposto revés que é um passo em frente

 

Daniel Oliveira

*Eutanásia: um suposto revés que é um passo em frente
 

"O suposto “cartão vermelho” à lei da eutanásia, como lhe chamou o líder do CDS, encerrou a questão que realmente mobiliza os opositores deste avanço na liberdade individual, autonomia e direito à dignidade das pessoas. Mesmo a oposição inicial de Marcelo, tal como a da Igreja, centrava-se na questão do direito à vida. Sendo um constitucionalista experiente, percebeu o risco de ir por aí. Só que, sem que lhe fosse perguntado, o TC fechou esse debate constitucional: "O direito à vida não pode transfigurar-se num dever de viver em qualquer circunstância”. O debate moral e político pode continuar. Mas, como diz o TC, os deputados têm, neste caso, a legitimidade para ponderarem a proteção da vida com a autonomia pessoal. As dúvidas que o Presidente levantou são as que um defensor de uma lei que regule a eutanásia poderia levantar: os limites rigorosos em que a eutanásia pode acontecer. Em relação à “situação de sofrimento intolerável”, os juízes não o acompanharam. Quanto à “lesão definitiva de gravidade extrema de acordo com o consenso científico”, consideraram não estar bem determinado o que é consenso científico neste caso. Como deixaram alternativas que permitem encontrar na lei portuguesa ou no direito comparado formulações mais rigorosas, os deputados só terão de as aproveitar. Afastado o fantasma da inconstitucionalidade de sermos donos da nossa própria vida, usado para impor concessões religiosas, aclara-se o debate em torno do que é prático e difícil nesta lei. Uns verão um recuo, mas é um avanço fundamental."
 
 * Resumo feito pelo autor

Ignorar em vez de responder: Como fintar os algoritmos para não alimentar o ódio nas redes

Sara Borges dos Santos
 Os algoritmos nas redes sociais funcionam com base em conhecimento que vão adquirindo sobre aquilo que as pessoas fazem ou dizem. "Mas é possível ensinar os algoritmos, da mesma maneira que é possível a quem os produz afinar a forma como eles vão ganhando conhecimento sobre o que se passa", explica À VISÃO Maria João Nogueira, especialista em redes sociais.


 "Uma publicação num blogue que tenha 100 comentários e, desse número, apenas um deles for negativo, a qual é que nós vamos responder? Ao negativo”, começa por dizer Maria João Nogueira, Diretora de Comunicação e Relações Públicas na Fundação Portuguesa das Comunicações e especialista em redes sociais. No geral, o ser humano reage mais ao que é negativo porque está “artilhado” em termos cerebrais para enfrentar mais rapidamente a ameaça, faz parte da sua estratégia de sobrevivência. “Aquilo que nos impacta negativamente provoca-nos maior atenção e as redes sociais jogam com isso. Portanto, sempre que existe uma indignação, um comentário negativo ou uma afirmação de ódio, de racismo, de xenofobia ou de misoginia, coisas profundamente injustas, captam-nos muito mais a atenção e provocam uma reação”, afirma Maria João Nogueira.

Sempre que se faz isso, dá-se força tanto à pessoa ou pessoas que pretendem alimentar esse ódio, porque se sentem validadas, como também ao algoritmo, porque é-lhe dada a informação de que determinado conteúdo e pessoas são relevantes ou importantes. “Os algoritmos não vêem qualidade, só quantidade. Portanto, estamos a criar uma validação”, explica a especialista.

 

Ler mais aqui: https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2021-03-12-ignorar-em-vez-de-responder-como-fintar-o-algoritmo-para-nao-alimentar-o-odio-nas-redes

 

15 de março de 2021

Estamos oficialmente em desconfinamento: isto é o que se pode voltar a fazer - e veja a lista de 55 serviços e tipo de lojas ao seu dispor

 

David Dinis
A partir desta segunda-feira já pode ir beber um café à rua mas não ficar nas imediações. Já pode ir a um parque mas o autarca pode fechá-lo. As visitas a estruturas residenciais são permitidas (mas ficam dependentes de condições). As creches, pré-escolar e 1.º ciclo (e os ATL para as mesmas idades) reabrem, tal como cabeleireiros e centros de tatuagem e bodypiercing. Aqui pode ficar a saber as novas regras, assim como a lista completa do que abre e fica fechado.
 
 Não há regra sem exceção no novo decreto do estado de emergência, publicado em Diário da República durante este fim de semana: o início do desconfinamento vem com algumas aberturas - mais até do que António Costa tinha dito na quinta-feira - mas quase todas as novas exceções trazem um “mas” à frente. Comecemos pelas novidades e pelas regras definidas.
  • Início do desconfinamento vai permitir entrega de bebidas em take-away - ainda que mantendo-se a proibição de refeições, produtos ou bebidas à porta do estabelecimento ou nas suas imediações;
  • Continua proibida a venda de bebidas alcoólicas a partir das 20h e até às 06h.
  • Cabeleireiro, barbeiros, institutos de beleza abrem, mas só por marcação;
  • Centros de tatuagem e bodypiercing também autorizados a abrir;
  • Centros de estudo abrem mas só para os que retomam aulas presenciais.
  • Os centros de dia continuam fechados;
  • Mas as visitas a estruturas residenciais e outras estruturas e respostas de acolhimento passam a estar autorizadas. Como diz o decreto, as deslocações autorizadas incluem "a visita a utentes de estruturas residenciais para idosos e para pessoas com deficiência, unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Integrados e outras respostas dedicadas a pessoas idosas" - mas sempre "com observância das regras definidas pela DGS, e avaliação da necessidade de suspensão das mesmas por tempo limitado e de acordo com a situação epidemiológica específica, em articulação com a autoridade de saúde local";
  • As lojas de cidadão permanecem encerradas, mantendo-se o atendimento presencial mediante marcação;
  • Deixa de ser vedada a permanência em parques, jardins, espaços verdes e espaços de lazer, bancos de jardim e similares, mas os autarcas podem proibir se houver aglomerados (ou a situação do concelho o exigir);
  • É levantada a proibição das deslocações para fora do território continental, embora o controlo de fronteiras terrestre e fluvial permaneça;
  • Dever geral de recolhimento domiciliário permanece;
  • As forças armadas podem entrar nas equipas de rastreamento.


https://expresso.pt/coronavirus/2021-03-15-Estamos-oficialmente-em-desconfinamento-isto-e-o-que-se-pode-voltar-a-fazer---e-veja-a-lista-de-55-servicos-e-tipo-de-lojas-ao-seu-dispor

13 de março de 2021

Plano de Desconfinamento

 


“Comunicado “O PLANO DE VACINAÇÃO E AS PRIORIDADES”

 


Associação de reformados critica alteração do plano de vacinação. Idosos “vão ficando para trás”

 Associação que representa pensionistas e reformados lembra que “87,5% das pessoas que morreram com covid-19 tinham mais de 70 anos”

A Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRe) contesta as alterações ao plano de vacinação contra a covid-19 “em função dos grupos de pressão” e exige saber se o cumprimento da imunização das pessoas em maior risco de vida, como os idosos e as pessoas com patologias associadas, não fica comprometido com a introdução de novos grupos “prioritários”, numa alusão indirecta à entrada dos professores e funcionários das escolas nas duas primeiras fases da operação de vacinação.

A Direcção-Geral da Saúde incluiu na terça-feira na norma sobre a campanha de vacinação em curso os docentes e não docentes de estabelecimentos de ensino e de educação e trabalhadores de “respostas sociais” na primeira e segunda fase do plano, ao lado de outros profissionais de serviços essenciais, como forças de segurança, forças armadas e bombeiros. O Ministério da Saúde adiantou entretanto que os professores e auxiliares do pré-escolar e 1º ciclo deverão começar a ser vacinados a partir do final deste mês e do início de Abril.

“A interposição duma prioridade de natureza profissional vai deixar muitas pessoas vulneráveis para trás”, critica a direcção da APRe em comunicado esta sexta-feira divulgado, lembrando que “87,5% das pessoas que morreram com covid-19 tinham mais de 70 anos”.

Ler notícia aqui: https://www.publico.pt/2021/03/12/sociedade/noticia/associacao-reformados-critica-alteracao-plano-vacinacao-idosos-vao-ficando-tras-

11 de março de 2021

Vacinação universal e centrada em direitos humanos


* Faz hoje 1 ano desde que a Organização Mundial da Saúde declarou a doença COVID-19 como pandemia. Os números globais são alarmantes e demonstram a necessidade de respostas rápidas, concertadas e focadas em direitos humanos.
Profissionais de saúde e pessoas que estão na linha da frente, em todo o mundo, têm que ter acesso à vacina. O processo de vacinação, precisa de ser universal e justo, para que todas as pessoas, onde quer que vivam, possam ter acesso a esta esperança no combate à pandemia.

Mas enquanto os países mais ricos, que representam apenas 16% da população mundial, compraram já mais de metade do fornecimento mundial de vacinas, mais de 100 países ainda não vacinaram uma única pessoa.
É por isso que as empresas farmacêuticas têm que compreender o seu papel preponderante nesta fase e colocar as pessoas à frente dos lucros, partilhando o conhecimento que pode ajudar a produzir mais doses de vacinas. É isso que pedimos na petição que pode encontrar abaixo e à qual pedimos que junte o seu nome.

A par com isto, a situação em Cabo Delgado é trágica. Além da ameaça da COVID-19, a população vê-se ainda encurralada por ataques de três grupos: um grupo armado localmente conhecido como ‘Al-Shabaab’, as forças de governamentais e uma empresa militar privada contratada pelo governo. É preciso investigação, responsabilização e atuação imediata para que não se continuem a cometer crimes de guerra, atos de tortura e outros maus-tratos.

 Link da Petição: https://www.amnistia.pt/peticao/vacina-covid-19/?utm_source=newsletter&u

Amnistia Internacional Portugal 11.03.2021 via mail

10 de março de 2021

AstraZeneca para maiores de 65 anos. Professores e pessoas com trissomia 21 passam para a 1.ª fase de vacinação

 O pessoal docente e não-docente deverá começar a ser vacinado já na 1.ª fase do Plano de Vacinação contra a covid-19, com base num “plano estratégico” a ser elaborado, anuncia a DGS, em comunicado. O processo, ainda sem pormenores, deverá prolongar-se para a 2ª fase.

 

A partir desta quarta-feira, os portugueses com mais de 65 anos já vão poder receber a vacina da AstraZeneca, que até agora estava reservada para os grupos prioritários com idade inferior a essa. A primeira fase da vacinação passa a incluir, também, entre os grupos prioritários, as pessoas com trissomia 21, e será implementado um plano para vacinar o pessoal docente e não-docente dos sectores público, privado e cooperativo.

O anúncio foi feito esta quarta-feira pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), num comunicado em que explica ter actualizado a norma relativa à vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, “de forma a permitir a sua utilização sem reservas a partir dos 18 anos, dada a sua segurança, qualidade e eficácia comprovadas, tal como foi aprovado pela Agência Europeia de Medicamentos.”

 

Ler mais aqui: https://www.publico.pt/2021/03/10/sociedade/noticia/astrazeneca-maiores-65-anos-professores-pessoas-trissomia-21-passam-1-fase-vacinacao

 

8 de março de 2021


 

Testemunho de Maria do Rosário Gama no âmbito do trabalho "Mulheres na Primeira Pessoa" no semanário SOL do último fim de semana

 



Integrada no ciclo “Aceite o nosso convite para falar de…” vai realizar-se no próximo dia 23 de Março, terça-feira, das 15 às 16h30, a videoconferência "Ser mulher em Portugal desde o Estado Novo".

A  oradora convidada será Lígia Amâncio, Investigadora e Psicóloga Social, e a moderação estará a cargo de Anabela Paixão, vogal da Direcção da APRe! 

A encerrar a sessão, intervirá Maria do Rosário Gama, Presidente da Direcção da APRe!

A Conferência desenvolve-se na plataforma Webinar. A inscrição é obrigatória, devendo ser efectuada através do link : https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_A9qeNlQSSAainamwU1MqTg

Após a inscrição, o sistema gera uma mensagem automática com o link que será enviado a cada participante, para poder ter acesso à reunião no dia do evento. A plataforma limita a 100 o número de participantes, mas os associados que excedam esse número poderão seguir a videoconferência no Youtube através de endereço que será então divulgado.

Convidam-se as/os associadas/os a assistirem a esta conferência organizada para assinalar a recente celebração, a 8 de Março, do Dia Internacional da Mulher, instituído em 1975 pelas Nações Unidas .

 

7 de março de 2021

Coronavírus - Equipas móveis vão percorrer o país para testarem todas as escolas públicas

Em cada concelho será seleccionado um estabelecimento de ensino onde se concentrarão os testes. Professores, funcionários e alunos terão que se deslocar a essa escola. Universo de testados rondará 500 mil pessoas no primeiro varrimento. Repetição dependente da incidência.

 Equipas móveis, compostas por enfermeiros, técnicos e administrativos, vão percorrer o país para testarem todas as escolas públicas do continente. A complexa operação, que vai implicar no primeiro varrimento testar cerca de 500 mil pessoas, está a ser preparada pelos ministérios da Saúde e Educação em parceria com os laboratórios privados e com a Cruz Vermelha, que desde finais de Janeiro já realizou 55 mil testes nas escolas do continente. Neste universo, só foram detectados 70 casos positivos pelo novo coronavírus.

Mesmo assim, o Governo quer alargar o rastreio a todas as escolas públicas do país à medida que Portugal continental começar a desconfinar. As novas regras da estratégia nacional de testes para o novo coronavírus, que foi alterada no final da semana passada, determinam que nos diversos níveis de ensino serão testados todos os professores e funcionários, a que acrescem os alunos apenas do secundário, ou seja, 10º, 11º e 12º ano. Só este grupo, segundo as últimas estatísticas oficiais do Ministério da Educação referentes ao ano lectivo 2018/2019, integra perto de 315 mil jovens, 20 mil dos quais não estão abrangidos porque se encontram nas regiões autónomas.

Tudo indica que o modelo de realização dos testes será aquele que já se encontra no terreno com a Cruz Vermelha. Gonçalo Órfão, que coordena o programa de testes daquele organismo, explica que em cada concelho foi seleccionado pelos serviços regionais de educação um estabelecimento de ensino onde se concentra a realização dos testes. “As pessoas deslocam-se a essa escola para serem testadas”, explica Órfão, especialista em imuno-hemoterapia, que acrescenta que em casos excepcionais podem existir dois locais de testagem num só concelho, como já aconteceu no Alentejo. Dentro das escolas deverão ser usados os espaços de maior dimensão como os pavilhões gimnodesportivos.

 

Ler mais aqui: https://www.publico.pt/2021/03/06/sociedade/noticia/equipas-moveis-vao-percorrer-pais-testarem-escolas-publicas

 

5 de março de 2021

Outras epidemias e o futuro

  
Manuel Sobrinho Simões
 

"Seria um desperdício inaceitável não aprender com a experiência que vivemos este ano. À maneira de Sérgio Godinho, seria bom que pudéssemos dizer que o 31.º ano do PÚBLICO “foi o primeiro ano do resto das nossas vidas”.


O PÚBLICO faz hoje 31 anos. Estou a tomar emprestado o lugar do director num ano do arco-da-velha. Não só por escapar ao sistema decimal – sempre os cinco dedos de cada mão… –,​ mas porque há um ano a pandemia espalhou-se por toda a parte e também nos acertou em grande.

Perguntar-se-á por que raio os responsáveis decidiram convidar um tipo como eu para esta função? Não sei. Sou um médico especialista em diagnóstico de cancro e sei pouquíssimo de virologia e epidemiologia. Talvez tenha sido porque tenho a mania de valorizar a procura da compreensão a partir da biologia. E, é claro, sou “do PÚBLICO” desde o primeiro dia.

 Presumo que também terá contribuído para a escolha o facto de me ter posto a jeito. No primeiro trimestre de 2020, discuti “Natureza e humanidade: genética, ‘epigenéticas’ e longevidade”, a propósito da iniciativa Ser e Estar Vivo, o problema da “Epidemia dos cancros da tireoide” no domínio da explosão do diagnóstico de tumores minúsculos em vários órgãos, e o “Futuro da saúde e a evolução da medicina” no Dia do Patrono, Ribeiro Sanches, um precursor da Saúde Pública, nascido a 7 de Março de 1699 em Penamacor. Nessa altura, segunda semana de Março de 2020, já estávamos em pleno crescimento da pandemia e não antecipávamos o que aconteceria.

 

Ler mais aqui: https://www.publico.pt/2021/03/05/opiniao/noticia/epidemias-futuro

3 de março de 2021

Pandemia, pandemónio e saúde mental

 A conferência “Pandemia, pandemónio e saúde mental”, que se realizou a 25/02, pode agora ser vista, em versão editada, no YouTube, canal da APRe! Direção:

O link de acesso: Pandemia, pandemónio e saúde mental 

A Direção

2 de março de 2021

O proletariado intelectual em teletrabalho

 

Gabriel Leite Mota
 "Numa altura de dificuldade e de polarização como a que estamos a atravessar, convém acertar o alvo. Vir dizer que quem deve pagar a crise é uma suposta classe média, que quase já não existe (ainda para mais chamando-a de burguesa), é dar um tiro ao lado."

 

Em entrevista ao Jornal i, a professora de economia, Susana Peralta, declarou que uma forma de subsidiar quem está a ser muito prejudicado pelos encerramentos causados pela pandemia seria através da cobrança de impostos extraordinários àqueles que ela designou por “burguesia do teletrabalho” ou trabalhadores dos serviços, que são os mais qualificados.

Nas palavras da própria, “Houve uma parte substancial das pessoas em Portugal que não perderam rendimentos, toda a burguesia do teletrabalho, todas as pessoas do sector dos serviços que, aliás, são as pessoas mais bem pagas, o que também me inclui a mim. Esta crise poupou muito as pessoas que trabalham neste sector e são as pessoas com mais escolaridade”.

 Antes de começar a analisar a justeza de tal proposta, convém esclarecer um ponto inicial: tecnicamente, burguesia é a classe social dos detentores dos meios de produção para além do trabalho, isto é, os detentores do capital, donos de empresas, que contratam assalariados. Aqueles que vivem apenas dos rendimentos do seu trabalho não são burgueses, são assalariados.

... Mais, estamos numa situação provocada por uma catástrofe natural, que a todos prejudica, que condiciona a nossa liberdade de movimentação e de expressão. E muitas das pessoas que a Susana Peralta classifica de “burgueses do teletrabalho” estão em casa, a ter que cuidar dos filhos em ensino à distância, em situações mais complexas do que aquelas que viviam quando podiam ir para os seus escritórios e deixar os seus filhos nas escolas.

Já que a palavra burguesia foi trazida à baila, convém usá-la com rigor técnico e científico.

Ler tudo em: https://www.publico.pt/2021/03/01/opiniao/noticia/proletariado-intelectual-teletrabalho

1 de março de 2021

APRe! Notícias 02 - fevereiro 2021

 




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