30 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo



Amor a Portugal

Desejamos aos nossos Associados e Amigos um Feliz Ano Novo, um Ano Novo que lhes traga o que mais desejam para si e para as suas famílias. Que chegue a todos nós um Portugal melhor, um Portugal para os cidadãos.

PM
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VOTOS PARA 2013

Que o Sr. Primeiro Ministro deixe de mentir aos Portugueses quando fala dos reformados: Na Mensagem de Natal, Pedro Passos Coelho continua a mentir sobre os cortes nas pensões ao afirmar que 9 em cada 10 reformados escaparam ao corte das pensões. Os que escaparam foram aqueles que ganham menos de 600 Euros, o que no nosso país corresponde a uns vergonhosos 75%.
Que o Sr. Primeiro-Ministro deixe de considerar como alvo preferencial para o massacre os Aposentados, Pensionistas e Reformados.
Que o Sr. Primeiro-Ministro não retire aos reformados e aos trabalhadores no activo, os subsídios de Natal e de Férias (que, segundo o Decreto Lei nº. 496/80 que não foi revogado, no seu art.º 17, diz que os mesmos são inalienáveis e impenhoráveis).
Que o Sr. Primeiro Ministro não venda a patacos, o património que nós e os nossos antepassados ajudámos a construir,– lamentamos a passagem da ANA aeroportos para os Franceses, a EDP para os Chineses, e queremos que a RTP, os CTT, as Águas de Portugal, a TAP etc, etc, continuem portugueses.
Que o Sr. Primeiro Ministro não enterre de vez o Estado Social.
Que o Sr. Primeiro Ministro não olhe para o desemprego como se de uma fatalidade se tratasse.
Que o Sr. Primeiro Ministro e o seu (des)governo emigrem e nos deixem em paz !!!

Maria do Rosário Gama

29 de dezembro de 2012

MATEM OS REFORMADOS
Por António Bagão Félix

Aprovado o OE 2013, Portugal arrisca-se a entrar no "Guinness Fiscal" por força de um muito provavelmente caso único no planeta: a partir de um certo valor (1350 euros mensais), os pensionistas vão passar a pagar mais impostos do que outro qualquer tipo de rendimento, incluindo o de um salário de igual montante! Um atropelo fiscal inconstitucional, pois que o imposto pessoal é progressivo em função dos rendimentos do agregado familiar [art.º 104.º da CRP], mas não em função da situação activa ou inactiva do sujeito passivo e uma grosseira violação do princípio da igualdade [art.º 13.º da CRP].
Por exemplo, um reformado com uma pensão mensal de 2200 euros pagará mais 1045 ¤ de impostos do que se estivesse a trabalhar com igual salário (já agora, em termos comparativos com 2009, este pensionista viu aumentado em 90% o montante dos seus impostos e taxas!).
Tudo isto por causa de uma falaciosamente denominada "contribuição extraordinária de solidariedade" (CES), que começa em 3,5% e pode chegar aos 50%. Um tributo que incidirá exclusivamente sobre as pensões. Da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações.
Públicas e privadas. Obrigatórias ou resultantes de poupanças voluntárias. De base contributiva ou não, tratando-se por igual as que resultam de muitos e longos descontos e as que, sem esse esforço contributivo, advêm de bónus ou remunerações indirectas e diferidas.
Nas pensões, o Governo resolveu que tudo o que mexe leva!
Indiscriminadamente. Mesmo - como é o caso - que não esteja previsto no memorando da troika.
Esta obsessão pelos reformados assume, nalguns casos, situações grotescas, para não lhes chamar outra coisa. Por exemplo, há poucos anos, a Segurança Social disponibilizou a oferta dos chamados "certificados de reforma" que dão origem a pensões complementares públicas para quem livremente tenha optado por descontar mais 2% ou 4% do seu salário. Com a CES, o Governo decide fazer incidir mais impostos sobre esta poupança do que sobre outra qualquer opção de aforro que as pessoas pudessem fazer com o mesmo valor... Ou seja, o Estado incentiva a procura de um regime público de capitalização (sublinho, público) e logo a seguir dá-lhe o golpe mortal. Noutros casos, trata-se - não há outra maneira de o dizer - de um desvio de fundos através de uma lei: refiro-me às prestações que resultam de planos de pensões contributivos em que já estão actuarialmente assegurados os activos que caucionam as responsabilidades com os beneficiários. Neste caso, o que se está a tributar é um valor que já pertence ao beneficiário, embora este o esteja a receber diferidamente ao longo da sua vida restante. Ora, o que vai acontecer é o desplante legal de parte desses valores serem transferidos (desviados), através da dita CES, para a Caixa Geral de Aposentações ou para o Instituto de Gestão Financeira da S. Social! O curioso é que, nos planos de pensões com a opção pelo pagamento da totalidade do montante capitalizado em vez de uma renda ou pensão ao longo do tempo, quem resolveu confiar recebendo prudente e mensalmente o valor a que tem direito verá a sua escolha ser penalizada. Um castigo acrescido para quem poupa.
Haverá casos em que a soma de todos os tributos numa cascata sem decoro (IRS com novos escalões, sobretaxa de 3,5%, taxa adicional de solidariedade de 2,5% em IRS, contribuição extraordinária de solidariedade (CES), suspensão de 9/10 de um dos subsídios que começa gradualmente por ser aplicado a partir de 600 euros de pensão mensal!) poderá representar uma taxa marginal de impostos de cerca de 80%! Um cataclismo tributário que só atinge reformados e não rendimentos de trabalho, de capital ou de outra qualquer natureza! Sendo confiscatório, é também claramente inconstitucional. Aliás, a própria CES não é uma contribuição. É pura e simplesmente um imposto.
Chamar-lhe contribuição é um ardil mentiroso. Uma contribuição ou taxa pressupõe uma contrapartida, tem uma natureza sinalagmática ou comutativa. Por isso, está ferida de uma outra inconstitucionalidade.
É que o já citado art.º 104.º da CRP diz que o imposto sobre o rendimento pessoal é único.
Estranhamente, os partidos e as forças sindicais secundarizaram ou omitiram esta situação de flagrante iniquidade. Por um lado, porque acham que lhes fica mal defender reformados ou pensionistas desde que as suas pensões (ainda que contributivas) ultrapassem o limiar da pobreza. Por outro, porque tem a ver com pessoas que já não fazem greves, não agitam os media, não têm lobbies organizados.
Pela mesma lógica, quando se fala em redução da despesa pública há uma concentração da discussão sempre em torno da sustentabilidade do Estado social (como se tudo o resto fosse auto-sustentável...).
Porque, afinal, os seus beneficiários são os velhos, os desempregados, os doentes, os pobres, os inválidos, os deficientes... os que não têm voz nem fazem grandiosas manifestações. E porque aqui não há embaraços ou condicionantes como há com parcerias público-privadas, escritórios de advogados, banqueiros, grupos de pressão, estivadores. É fácil ser corajoso com quem não se pode defender.
Foi lamentável que os deputados da maioria (na qual votei) tenham deixado passar normas fiscais deste jaez mais próprias de um socialismo fiscal absoluto e produto de obsessão fundamentalista, insensibilidade, descontextualização social e estrita visão de curto prazo do ministro das Finanças. E pena é que também o ministro da Segurança Social não tenha dito uma palavra sobre tudo isto, permitindo a consagração de uma medida que prejudica seriamente uma visão estratégica para o futuro da Segurança Social. Quem vai a partir de agora acreditar na bondade de regimes complementares ou da introdução do "plafonamento", depois de ter sido ferida de morte a confiança como sua base indissociável? Confiança que agora é violada grosseiramente por ditames fiscais aos ziguezagues sem consistência, alterando pelo abuso do poder as regras de jogo e defraudando irreversivelmente expectativas legitimamente construídas com esforço e renúncia ao consumo.
Depois da abortada tentativa de destruir o contributivismo com o aumento da TSU em 7%, eis nova tentativa de o fazer por via desta nova avalanche fiscal. E logo agora, num tempo em que o Governo diz querer "refundar" o Estado Social, certamente pensando (?) numa cultura previdencial de partilha de riscos que complemente a protecção pública. Não há rumo, tudo é medido pela única bitola de mais e mais impostos de um Estado insaciável.
Há ainda outro efeito colateral que não pode ser ignorado, antes deve ser prevenido: é que foram oferecidos poderosos argumentos para "legitimar" a evasão contributiva no financiamento das pensões.
"Afinal, contribuir para quê?", dirão os mais afoitos e atentos.
Este é mais um resultado de uma política de receitas "custe o que custar" e não de uma política fiscal com pés e cabeça. Um abuso de poder sobre pessoas quase tratadas como párias e que, na sua larga maioria, já não têm qualquer possibilidade de reverter a situação. Uma vergonha imprópria de um Estado de Direito. Um grosseiro conjunto de inconstitucionalidades que pode e deve ser endereçado ao Tribunal Constitucional.
PS1: Com a antecipação em "cima da hora" da passagem da idade de aposentação dos 64 para os 65 anos na função pública já em 2013 (até agora prevista para 2014), o Governo evidencia uma enorme falta de respeito pela vida das pessoas. Basta imaginar alguém que completa 64 anos em Janeiro do próximo ano e que preparou a sua vida pessoal e familiar para se aposentar nessa altura. No dia 31 de Dezembro, o Estado, através do OE, vai dizer-lhe que, afinal, não pode aposentar-se. Ou melhor, em alguns casos até poderá fazê-lo, só que com penalização, que é, de facto, o que cinicamente se pretende com a alteração da lei. Uma esperteza que fica mal a um Governo que se quer dar ao respeito.
PS2: Noutro ponto, não posso deixar de relevar uma anedota fiscal para 2013: uma larga maioria das famílias da classe média tornadas fiscalmente ricas pelos novos escalões do IRSnão poderá deduzir um cêntimo que seja de despesas com saúde (que não escolhem, evidentemente). Mas, por estimada consideração fiscal, poderão deduzir uns míseros euros pelo IVA relativo à saúde... dos seus automóveis pago às oficinas e à saúde... capilar nos cabeleireiros. É comovente...
In: "PÚBLICO" (28.11. 2012)

28 de dezembro de 2012

Reformados = Párias?

Maria do Rosário Gama, uma das professoras mais credenciadas do país, interpela os deputados da maioria que aprovaram o Orçamento de 2013: «Tiveram coragem de aprovar uma contribuição extraordinária de ‘solidariedade’ para vencimentos superiores a 1.350 euros, sabendo que isso é um imposto encapotado? Sabem que os aposentados, pensionistas e reformados assumiram compromissos que seriamente vinham cumprindo e que as medidas que os senhores aprovaram vão pôr em causa esse cumprimento?».
Por seu lado, Bagão Félix fala de «um abuso de poder sobre pessoas quase tratadas como párias e que, na sua larga maioria, já não têm qualquer possibilidade de reverter a situação. Uma vergonha imprópria de um Estado de Direito. Um grosseiro conjunto de inconstitucionalidades que pode e deve ser endereçado ao Tribunal Constitucional».

Vicente Jorge Silva

27 de dezembro de 2012

Boas Festas



Caros Amigos 
Estamos no Natal mas este é um Natal diferente de todos os outros. Os cristãos celebram o nascimento de Jesus há 2012 anos, mas o Natal, mesmo para estes, não tem apenas um sentido espiritual, mas também um sentido humano: é a festa da família em que se reúnem diferentes gerações e em que, com presépio ou sem ele, com árvore de Natal ou sem ela, se juntam às refeições e trocam os seus presentes comprados com todo o entusiasmo de quem tem prazer em dar. 
Mas este ano é mesmo diferente, o comércio queixa-se, deixaram de vender, a restauração queixa-se, não tem clientes, as famílias queixam-se, não podem comprar os presentes, ainda que insignificantes, para fazer as habituais trocas; as crianças queixam-se, não têm árvore de Natal, os jovens queixam-se, não podem comprar aquele CD que comprariam nesta altura, os adultos queixam-se, muitos estão desempregados e para eles o maior presente de Natal seria um emprego e nós, reformados, queixamo-nos com o ataque de que estamos a ser alvo. As pessoas têm um semblante fechado, estão tristes, as ruas e centros comerciais estão mais silenciosos, todos aguardam, cheios de angústia, o ano que está para vir. Mas, citando um associado, diria como ele “Já perdi algumas lutas; mas perdi sempre que desisti “, e nós não vamos desistir. Vamos mostrar que temos razão e que em cada renascimento anual, nós também renascemos com mais força e convicção. Para todos votos de BOAS-FESTAS! 
A Coordenadora da APRe! 
Maria do Rosário Gama

26 de dezembro de 2012

Inter-Reformados

Contra o Orçamento de Estado de 2013
Intervenção do representante da Inter-Reformados na manifestação da CGTP-IN

Caros camaradas: 
Em nome da Inter-Reformados saúdo todos os trabalhadores, reformados, aposentados e pensionistas presentes nesta grande manifestação da CGTP-IN contra o Orçamento de Estado para 2013 e contra a exploração mas também contra a política de direita deste governo PSD/CDS-PP, que afunda o País com medidas contra os legítimos interesses dos trabalhadores e do povo, aumentando o desemprego, roubando nos salários e nas pensões, destruindo os serviços públicos essenciais, as funções sociais do Estado, construídas pela ação e pela luta de gerações sucessivas desde o 25 de Abril de 1974. 
Os reformados e os pensionistas têm sido um dos alvos principais das políticas ditas de austeridade. Na Administração Pública e no sector privado, foi retirada uma parte significativa do seu rendimento, por via dos cortes nos subsídios de férias e de Natal e do congelamento ou cortes nas pensões. O Indexante dos Apoios Sociais mantém-se congelado desde 2009. O acesso à saúde foi condicionado, nomeadamente pelo aumento das taxas moderadoras, pela alteração dos seus critérios e pelas reduções nas comparticipações nos medicamentos. Os apoios à mobilidade foram suprimidos com a retirada do desconto de 50% nos transportes colectivos aos reformados com mais de 65 anos. A carga fiscal foi agravada, sobretudo, no IRS.
As dificuldades económicas estão hoje a fazer com que haja reformados a deixarem de tomar medicamentos e a adiarem consultas médicas; a não se deslocarem, ficando mais expostos ao isolamento; a terem de abandonar os lares ou porque não têm rendimentos ou porque são as famílias que não têm meios para continuar a suportar as elevadas despesas, dada a falta de respostas sociais. Também os aumentos das rendas de casa, com a entrada em vigor da nova Lei das Rendas, põem em causa o direito a habitação condigna de muitos reformados e pensionistas. 
O Orçamento de Estado para 2013 agrava esta política. As pensões continuam congeladas, com excepção de algumas das pensões mínimas. E se já é inaceitável a política de desastre económico e social, de empobrecimento e de afrontamento de princípios e garantias constitucionais - de que os cortes nos salários e pensões são exemplo - poupando os mais ricos e poderosos, no caso dos reformados, o governo vai ainda mais longe. Na verdade, embora a Constituição da República consagre, no artº. 13º., o princípio da igualdade de tratamento perante a lei, o governo, no seu orçamento de estado para 2013, impõe um tratamento desigual aos cidadãos que, auferindo o mesmo rendimento, são obrigados a pagar impostos de forma desigual ou seja: a sobretaxa que está previsto ser aplicada a remunerações superiores a 1.500 euros mensais aos trabalhadores (e que varia entre 3,5 e 10%), para os reformados aplicar-se-á a partir de pensões de 1.350 euros. O Tribunal Constitucional em 2012 decidiu em contrário. Este governo com este Orçamento de Estado está fora da lei. Para agravar mais a situação dos reformados e aposentados em 2013, os reformados confrontam-se com a retirada de 90% de um dos subsídios de férias e de Natal; é ainda brutalmente agravada a tributação, em IRS e no IMI. 
Não temos “todo o tempo do mundo”, nem aceitamos o caminho do desastre e do empobrecimento generalizado. É imprescindível reivindicar e lutar pelo aumento do valor das pensões, ao invés dos cortes previstos, a nossa sobrevivência depende delas. Queremos o pagamento dos nossos 14 meses de pensão porque descontámos ao longo das nossas vidas de trabalho sobre 14 meses de salários e foi esse o “contrato” que fizemos com o Estado. 
É necessário agir e lutar contra o desastre económico e social e por reais alternativas. 
Nós, reformados e aposentados, solidários com todos os trabalhadores, com os trabalhadores desempregados, exigimos nova política, que ponha termo ao empobrecimento e exploração e exigimos ao Presidente da República que respeite a Constituição da República que jurou defender, respeite os valores do 25 de Abril e vete o Orçamento de Estado para 2013. 
Porque a luta vai ter de continuar dirijo um apelo a todos os reformados presentes nesta manifestação: 
Na próxima 5ª. Feira, dia 20 de Dezembro às 14,30 horas a Inter-Reformados de Lisboa, com o apoio da FARPIL/MURPI, promove uma Tribuna Pública de protesto contra o “Natal das desigualdades e injustiças sociais” – terá lugar na Rua Augusta, cruzamento com a Rua da Vitória, em Lisboa. Vamos todos estar lá para exigirmos outra política 

15.12.12
(Inter-Reformados)

24 de dezembro de 2012

Carlos Neves

APRe!
GUARDIÃ E REPRESENTANTE DE
APOSENTADOS, PENSIONISTAS E REFORMADOS
A APRe! quer ser merecedora da confiança de TODOS os Aposentados, Pensionistas e Reformados Portugueses, tendo sido criada para os defender com Competência, Determinação e Coragem, numa conjuntura aleivosa e desfavorável para com os mesmos, na qual, abusiva e autocraticamente, passámos a ser o alvo preferencial de uma política governativa que, em vez de optar racional e justamente, por uma redução de custos no Estado, em items bem conhecidos e já vastamente publicados e debatidos em muitos órgãos da Comunicação Social; para além, também, de dever rectificar muitos valores altíssimos, anteriormente concedidos indevidamente a determinadas Pensões de agentes políticos, ou por si favorecidos...decidiu "disparar" contra quem mais indefeso está, que trabalhou e descontou toda uma vida para mais tarde, em situação de maior dificuldade natural em trabalhar com plenas faculdades físicas e mentais, ou eventualmente com saúde mais debilitada, poder, justa e legalmente, recuperar o valor de descontos que, impostos por lei, efectuou para o efeito.
Não é Ético, nem Legal, estarmos a ser espoliados de valores para os quais contribuímos antecipadamente, deixando o Estado de ser "pessoa de Bem" por, sendo fiel depositário de valores postos à sua guarda, não satisfazer a sua devolução em termos legais.
Que cada um de nós receba o valor correspondente e proporcional à quantia que descontou acumulativamente em toda a sua vida activa, sem nos ser desonesta e ilegalmente retirado esse pecúlio!
Ou estamos enganados e não estamos mais em "regime democrático"?!
Por outro lado, temos constatado que parte da classe política nos tem desprezado e até cobardemente atacado, chegando mesmo responsáveis do próprio Governo ao desplante de tomarem atitudes e proferido declarações (devidamente registadas em vídeos...) conducentes a, maquiavelicamente, tentarem que nos ponhamos "uns contra os outros", jogando com a natural e lógica diferença de valores pecuniários que os vários escalões de Pensionistas e Reformados recebem, sempre na devida proporção do que descontaram na sua vida activa. Que pecaminosa atitude, que demagogia, que falta de Carácter!
A APRe! tem como Missão ser uma Associação Ética e Humanista, de cariz Apartidário, pois não concordamos com a política praticada actualmente, mercantil, apátrida e amoral, em que se renegam Valores que prezamos, nomeadamente o "Respeito pelos mais velhos", e conseguiremos, com a Força da nossa Razão, fazer com que TODA a classe política nos respeite e não nos considere, nunca mais, um factor meramente numérico, indefeso e descartável, sem honrarem minimamente a classe etária a que os seus próprios ascendentes pertencem!
E já provámos, através de várias intervenções públicas da nossa insigne Criadora, Drª Maria do Rosário Gama...que sabemos quem somos, ao que viemos e para onde queremos ir; pelo que me dirijo aos meus Co-Associados com um Bem-hajam e aos nossos futuros Companheiros com uma convicção:

NASCEMOS PARA VOS DEFENDER,
CRESCEREMOS CONVOSCO,
TEREMOS A FORÇA QUE QUISEREM! 

(Carlos A. A. Neves)