17 de fevereiro de 2013

RTP Informação


RTP Informação
Rosário Gama vai falar hoje, às 21 horas, pela defesa dos nossos direitos de aposentados, reformados e pensionistas.
Vamos estar atentos.

Comunicado





APRe!- Aposentados, Pensionistas e Reformados 

Comunicado para a imprensa 

A Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados, APRe!, está a acompanhar com toda a atenção as conjecturas, especulações e artifícios dos nossos governantes e de toda a imprensa nacional sobre os cortes dos quatro mil milhões de euros. Registamos e lamentamos a opacidade com que o Governo tem tratado este melindroso assunto, a qual qualificamos como manifesta falta de respeito pelo cidadão. Nós, reformados, especialmente interessados em matéria de pensões, repudiamos ser tratados como servos de um regime senhorial. Nós cumprimos as nossas obrigações, pagámos e merecemos as nossas pensões. Este Governo não cumpriu, há-de pagar e não merece governar. 
No domínio das pensões do regime contributivo podemos demonstrar que é o Estado quem deve aos regimes da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social e não estes que devem ao Estado. Este Governo quer aproveitar a embalagem da TROIKA para alterar esta importante vertente do contrato social, não estando mandatado para isso. Deve submeter-se a votos. 
Parece-nos oportuno recomendar ao Governo que em vez da urgência em cortar no Estado social o Governo dê prioridade ao seguinte: 
a) Recuperação dos milhares de milhões de euros que colocou no BPN; 
b) Recuperação dos milhares de milhões de euros que colocou no BCP; BANIF e BPI; 
c) Correcção dos desmandos da gestão da Caixa Geral de Depósitos; 
d) Adopção duma politica de crescimento económico que atinja o valor nominal do PIB do ano de 2011; 
e) Deixar de pagar aos gestores públicos do sector financeiro e não financeiro vencimentos e prémios superiores ao abonado ao Senhor Presidente da República; 
f) Promoção de uma auditoria independente á CGA que apure o montante em dívidas, em consequência do Estado não ter transferido os montantes correspondentes à taxa social única, relativamente à massa salarial dos funcionários públicos, bem como uma auditoria ás dívidas (históricas) do Estado ao regime previdencial da Segurança Social. Estas auditorias devem ser acompanhadas por cidadãos independentes de reconhecido mérito e idoneidade. 
Só após a concretização destas medidas, o Governo poderá ter alguma moralidade e idoneidade para poder equacionar alterações no Estado Social. A APRE! fará tudo o que estiver ao seu alcance para defender o Estado Social, em especial, em matéria de pensões. 

Em 16 de Fevereiro de 2013 

A Coordenadora 
Maria do Rosário Gama 

Congresso Democrático das Alternativas


Abundante informação na coluna "MEDIA" EM REVISTA, deste blogue (11 Maio - CDA)

2 de Março


Locais de Concentração da APRe!

Lisboa - Monumento aos Mortos da Grande Guerra - Avenida da Liberdade - 16 Horas
Porto - Praça da Batalha - 15H30 horas
Coimbra - Arcos do Jardim - 15 Horas
Faro - Largo do Carmo - 15H30

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MARÉ

APOSENTADOS/PENSIONISTAS E REFORMADOS

TODOS À MANIFESTAÇÃO

APRe! é uma Associação cívica, laica, apartidária, sem fins lucrativos que pretende primeiro, contribuir para a defesa dos direitos dos aposentados, pensionistas e reformados face ao ataque de que estão a ser alvo agora e, segundo, avançar com propostas para a criação de um estado social justo e solidário que tenha em conta as diferentes gerações.   
Nesse sentido, a APRe! tem vindo a desenvolver acções de política reivindicativa junto dos órgãos do poder de forma a garantir os direitos deste grupo social e impedir a tomada de decisões que lesem as suas legítimas expectativas.
APRe! visa melhorar a vida dos aposentados, pensionistas e reformados, lutar contra o seu isolamento e vulnerabilidade, pela defesa de um envelhecimento activo. Quer ser a voz dos aposentados e reformados portugueses, cidadãos de pleno direito.
Sendo o Estado Social um dos pilares da nossa Constituição, o mesmo não pode ser posto em causa enquanto a mesma vigorar. O Governo, sob a “protecção” da troika, tem tomado medidas que fazem regredir este país e estão a transformá-lo num imenso estaleiro de pobres, pedintes e desempregados à espera de migalhas. As medidas em curso provocam um retrocesso civilizacional pondo em causa as conquistas sociais e laborais duramente alcançadas ao longo de um século.
Participamos, pois, activamente na Manifestação de 2 de Março, contra as medidas que:
  
- criam divisão entre os portugueses, colocando uns contra outros;
- permitem que reformados com pensões acima de 254 Euros não tenham direito a aumento das suas pensões!
- permitem que pensionistas com pensões de 600 Euros, brutos, tenham que fazer descontos para o IRS;
- permitem a existência de mais de 80% de pensionistas com pensões inferiores a 600 Euros;
- permitem um aumento das taxas moderadoras, dificultando o acesso à saúde principalmente nas famílias de baixos e médios recursos e nos reformados com pensões de miséria;
- permitem um colossal aumento da carga fiscal que faz dos reformados e pensionistas as principais vítimas;
- impedem o crescimento económico e potenciam o desemprego galopante;
- fomentam a emigração dos filhos e netos num momento em que os idosos mais necessitam da sua presença.
                    

    PORQUE NÃO SOMOS DESCARTÁVEIS! 
TODOS À MANIFESTAÇÃO DE 2 DE MARÇO!

16 de fevereiro de 2013

Lei do Arrendamento

NRAU
Novo Regime de Arrendamento Urbano

A entrada em vigor desta lei tem produzido alguma efervescência social. O seu conteúdo tem sido pouco divulgado e é praticamente inacessível a uma camada da população de grandes debilidades e naturais dificuldades de acesso aos meios de comunicação.
Um dos defeitos da lei reside no facto de não entrar em consideração com o estado de conservação dos prédios para proceder à sua avaliação e, também, por não criar, desde já, o instrumento legal que regulará a forma de assistência social a prestar aos arrendatários com debilidade económica, transcorridos os próximos cinco anos, durante os quais o valor destas rendas ainda vai continuar sob o controlo do estado.

A APRe! vem alertar os seus associados e amigos para alguns aspectos importantes da lei.

1 - A iniciativa para actualização das rendas pertence aos senhorios e é feita por carta registada de entrega pessoal. Apenas estão abrangidos os contratos de arrendamento anteriores a 1990.
2 - O inquilino terá de responder pela mesma via, no prazo de 30 dias, informando:
      2.1 - aceitar a proposta.
      2.2 - propor outro valor.
      2.3 - pronunciar-se sobre o tipo e duração do contrato.
      2.4 - denunciar o contrato.
      2.5 - se for caso disso:
               2.5.1 - invocar insuficiência económica.
               2.5.2- informar idade superior a 65 anos ou incapacidade superior a 60%.
3 - A falta de resposta do arrendatário, no prazo de 30 dias, vale como aceitação da renda proposta pelo senhorio, bem como do tipo e duração do contrato.
4 - Não havendo acordo entre as partes o senhorio pode fixar a renda anual até ao valor que corresponda a 1/15 da avaliação, feita pelas Finanças, do local arrendado.
5 - O inquilino pode alegar, perante o senhorio, debilidade económica se o rendimento do seu agregado familiar for inferior a cinco salários mínimos. Neste caso terá de acompanhar a resposta com documento comprovativo a emitir pelas Finanças ou do comprovativo de o mesmo ter sido requerido.
6 – Quando se verifique a situação de debilidade económica, a renda a pagar no decurso dos próximos cinco anos fica limitada aos seguintes valores:
6.1 – 25% do rendimento, com limite máximo no valor encontrado conforme o n.º 4.
6.2 – 17% do rendimento, se este for inferior a €1500,00 mensais.
6.3 – 10% do rendimento, se este for inferior a €500,00 mensais.

15 de fevereiro de 2013

Ciclo de Debates



Porto
Auditório do Rivoli

O Núcleo do Porto da APRe! deu ontem início a um ciclo de debates subordinados ao tema "O Estado Social e o Direito à Aposentação como Pilar da Democracia".
O debate de ontem, muito concorrido, com a sala do Rivoli completamente cheia, foi moderado pela nossa Coordenadora Rosário Gama e teve a presença dos nossos convidados, Eng.º Augusto Santos Silva e o Dr. Rui Rio.
Parabéns aos companheiros do Porto, pela organização e capacidade de mobilização.
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Jornal de Notícias

A "indexação das reformas à riqueza nacional", mensurável pelo Produto Interno Bruto, foi a sugestão deixada esta quinta-feira por Rui Rio, num debate sobre o futuro das reformas e do Estado Social.
Plateia cheia de aposentados, pensionistas, reformados. O movimento APRe!, nascido como grito de revolta contra o Orçamento do Estado para 2013, convidou Rui Rio e Augusto Santos Silva para um debate, no Porto, em que se falou do futuro, que a todos preocupa, e do presente, que a todos indigna. Se em algo os dois oradores convergiram foi na necessidade de o problema exigir uma solução de regime, participada por todos os partidos e pela sociedade em geral.
A idade da reforma e a necessidade de a ajustar ao aumento da esperança de vida gerou também algum consenso entre os dois. Se Santos Silva, ao apontar esse aumento como um fator de sustentabilidade, sugere dois caminhos quando se chega aos 65 anos ("subir a idade da reforma e contribuir mais ou ir logo para a reforma e receber menos"), Rio aproveita para fazer mais críticas ao "profundo desgaste" do regime e ao que se fez para trás (muita gente empurrada para a pré-reforma quando estava no auge das aptidões profissionais), notando que daí resulta boa parte do perigo de insustentabilidade.
Reportando-se ao convívio de reformas altas de mais com outras demasiado baixas, Rio argumenta que "é preciso encontrar um equilíbrio intergeracional, em que os que estão a pagar as reformas aos seus pais e avós não estejam a fazer um esforço exagerado, não só pelas reformas altas, que não terão um peso assim tão grande no orçamento, mas pelas pessoas que foram cedo de mais empurradas para a inatividade".
Obras inúteis, má gestão e desperdício estão, para Rio, na base de anos e anos em que "a sociedade produziu menos do que aquilo que gastou". E o problema não foi atacado porque temos um poder político "fraco": "Se a qualidade é inferior, as soluções são inferiores e, muitas vezes, não são soluções, mas problemas".
Nada de novo há neste discurso de Rio contra as fraquezas do regime. Santos Silva, que jamais poderia secundá-lo, por exemplo, em matéria de "obras inúteis" (os estádios do Euro 2004 são sempre trazidos à colação pelo autarca do Porto), optou mais por fazer a apologia do Estado Social e por, apontando fragilidades, atacar a situação presente. "Estamos a regredir, mas contra os pensionistas e reformados", disse. E desmistificou algumas leituras mais catastrofistas, notando que "os regimes contributivos continuam a gerar excedentes".
Mesmo nova, apenas a sugestão de Rui Rio, no sentido de "indexar o global das reformas pagas ao PIB". Uma sugestão que diz ainda não perfilhar, por não estar tecnicamente sustentada: "Se o PIB cresce, as reformas podem subir. Se decresce, salvaguardando as situações mais frágeis, podem descer".

Pedro Olavo Simões

14 de fevereiro de 2013

Eleições - APRe!

Lista Única


Assembleia Geral



Eduarda Neves                 Abílio Soares                   Vitor Ferreira
Presidente                        Secretário                        Secretário

Maria Eduarda Castro Sousa Neves                 
61 anos
Formação - Licenciatura em Filosofia
Actividade - Professora                                             
Porto

Abílio José Durão Soares
70 anos
Actividade - Sector Financeiro e participação em orgãos sociais de Associações, Sindicatos e
Cooperativas
Coimbra
               
Vitor Manuel Ferreira da Silva
64 anos
Formação - Frequência do ISEL
Actividade - Director Geral de Sinistros na Actividade Seguradora
Amadora

Direcção



Rosário Gama                   Fernando Martins            António Rocha
Presidente                        Vice Presidente               Tesoureiro

Maria do Rosário Tonilhas Marques Fadista Monteiro da Gama
64 anos
Formação - Licenciatura em Biologia
Actividade - Professora 
Coimbra

Fernando Maria Rodrigues Martins
65 anos
Actividade - Director Regional na Actividade Seguradora; Professor no Ensino Técnico Profissional
Coimbra

António dos Santos Rocha
Idade: 62 Anos
Formação - Licenciatura em Economia
Actividade - Assessor Principal na Direcção Geral dos Impostos
Coimbra


Fernanda Sousa                 Teresa Rio                     José Vieira Lourenço
Secretária                          Secretária                      Vogal      

Maria Fernanda Pires de Sousa
62 anos
Formação - Licenciatura em Filologia Românica 
Actividade - Professora
Porto

Maria Teresa de Jesus da Silva do Rio Carvalho
75 anos
Actividade - Professora na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de
Lisboa e Presidente do Conselho Directivo desta Faculdade.
Lisboa

José Vieira Lourenço
60 anos
Formação - Licenciatura em Filosofia; Mestrado em Filosofia Contemporânea.
Actividade - Professor
Coimbra


Manuela Vilarinho               Pedro Martins                  Luísa Cabral
Vogal                                Vogal                             Vogal

Maria Manuela Reis Vilarinho
57 anos
Formação - Gestão
Actividade -  Directora de produção
Leça da Palmeira

Pedro Manuel dos Santos Martins
68 anos
Formação - Ensino Técnico Profissional
Actividade - Director Comercial na Actividade Seguradora
Coimbra

Maria Luísa Rosendo Cabral
66 anos
Formação - Licenciatura em História; Pós Graduação em Biblioteconomia; Mestre em
Gestão de Bibliotecas e Mestre em Património.
Actividade - Bibliotecária (Biblioteca Nacional)
Lisboa

Conselho Fiscal



Carlos Frade                      Maria Ilda Carvalho         Henrique Rodrigues
Presidente                         Secretária                     Secretário

Carlos Manuel Frade
63 anos
Formação - Licenciatura em Economia; Pós graduação em gestão de sistemas de informação.
Actividade - Assessor Principal na Administração Pública; Contador Chefe do Tribunal de contas;
Director de Serviços no Ministério das Obras Públicas; Subdirector-geral no Ministério das Finanças; Presidente do Conselho Fiscal do INET; Director Executivo da Fundação da Universidade de Lisboa; Professor de pós graduação em contabilidade pública (ISEG) Director de Serviços no Ministério das Obras Públicas; Subdirector-geral no Ministério das Finanças; Presidente do Conselho Fiscal do INET; Director Executivo da Fundação da Universidade de Lisboa; Professor de pós graduação em contabilidade pública (ISEG).
Almada

Maria Ilda Gavino Quinteira de Matos e Henriques de Carvalho
Coimbra

Henrique Manuel de Queirós Pereira Rodrigues
60 anos
Advogado
Porto
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"Não Somos Descartáveis” 

Termo de aceitação de candidatura 

Ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral da APRE! 

Os associados da APRE! abaixo descritos, nos termos do n.º 1 do art.º 4.º do Regulamento Eleitoral, declaram aceitar a candidatura aos Órgãos Sociais da APRE!, para o triénio de 2013 a 2016 em Assembleia Geral Eleitoral a realizar em 27 de Fevereiro de 2013, pelo que se constituem em lista candidata sob o lema: 

“Não somos Descartáveis" 

Mesa da Assembleia Geral

Presidente - Maria Eduarda Castro Sousa Neves, associada n.º7
Secretário - Abílio José Durão Soares, associado nº 2
Secretário - Vítor Manuel Ferreira da Silva, associado nº 1624

Direcção

Presidente -Maria do Rosário F. Monteiro Gama, associada n.º 1
Vice-Presidente -Fernando Maria Rodrigues Martins, associado nº 4
Tesoureiro - António dos Santos Rocha, associado n.º 3
Secretário - Maria Fernanda Pires de Sousa, associada n.º 8
Secretário - Maria Teresa de Jesus da Silva do Rio Carvalho, associada n.º 1437
Vogal - José Vieira Lourenço, associado n.º 6
Vogal - Maria Manuela Reis Vllarinho, associada n.º 11
Vogal - Pedro Manuel dos Santos Martins, associado n.º 13
Vogal - Maria Luísa Rosendo Cabral, associada n.º 1368

Conselho Fiscal 

Presidente - Carlos Manuel Frade, associado n.º 379
Secretário - Maria Ilda G.Q. de Matos e Henriques de Carvalho, associada n.º 9 
Secretário - Henrique Manuel de Queirós Pereira Rodrigues, associado n.º 574 

Coimbra, 9 de Fevereiro de 2013

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PROGRAMA
“NÃO SOMOS DESCARTÁVEIS!”

1. A razão da nossa candidatura
Porque o estatuto social dos aposentados, pensionistas e reformados em Portugal se tem degradado; porque este grupo social tem tido uma atitude tradicionalmente passiva pelas suas características próprias e pela inexistência de meios organizativos; porque os últimos governos têm tido a ousadia de nos expropriarem dos nossos meios de rendimento e, nalguns casos, até da própria sobrevivência; porque é necessário defender a dignidade e humanidade deste grupo social bem como justificar a sua importância na comunidade. Por tudo isto, a APRe! quer ser uma voz na defesa dos aposentados e reformados portugueses, cidadãos de pleno direito, garantindo um equilíbrio intergeracional.

2. Nós já fizemos história
A APRe!, no seu curto período de existência, provou ser capaz de vir a ser esse instrumento, que impedirá a degradação sucessiva do estatuto social dos aposentados, pensionistas e reformados, ao constituir-se oficialmente numa associação cívica, laica e apartidária, que conta já com perto de três mil associados.

3. Como vemos os Associados
Os promotores desta candidatura reconhecem a liberdade individual dos associados na salvaguarda de preocupações comuns, unidos e organizados no firme propósito de constituírem uma comunidade assente na solidariedade social, voluntária e emancipada de qualquer tipo de tutela de interesses privados, mercantilistas ou políticos.

4. Como nos vemos
Assumimo-nos como promotores de uma organização com espaço social para desenvolver um trabalho útil à sociedade sem nos limitarmos a reagir, numa lógica corporativa, às ameaças dos governos. Queremos conquistar o nosso espaço e demonstrar «o poder dos sem poder» porque não abdicaremos da nossa cidadania.

5. O que propomos desenvolver
Propomo-nos desenvolver, durante o próximo triénio, actividades constantes nos domínios: cultural, social e político, em ligação com instituições nacionais e internacionais, procurando ir ao encontro das preocupações que a sociedade portuguesa atravessa em cada momento. Concretizando, entendemos ser Missão da Apre!:

● Defender o estado social enquanto conquista civilizacional do último século;
● Defender os direitos sociais dos aposentados, pensionistas e reformados; assumindo rigorosa independência relativamente a partidos, sindicatos e confissões religiosas;
● Pugnar activamente por políticas públicas de inclusão de modo a garantir a dignidade da pessoa humana;
 ● Contribuir para a recuperação do prestígio dos valores da democracia, combatendo o arbítrio, o abuso e a incompetência dos agentes do poder;
● Denunciar e lutar contra os atropelos ao contrato social estabelecido entre os cidadãos e o Estado numa base de boa fé e confiança;
● Estabelecer ligação com outras organizações nacionais e internacionais que prossigam os mesmos fins;
● Desenvolver as acções necessárias para a participação da Associação no Conselho Económico e Social, com os direitos e deveres que lhe confere o seu estatuto de parceiro social.

5.1. No imediato
Aguardamos as decisões do Tribunal Constitucional, às quais reagiremos em conformidade. Estamos atentos a todas as ameaças do actual Governo, na defesa intransigente dos nossos legítimos direitos, pelos quais lutaremos até ao limite das nossas forças.

5.2. Durante o nosso mandato
Desenvolveremos acções orientadas para o reforço do nosso Estado Social, com especial incidência no sector da segurança social e da saúde. Lutaremos contra a redução das funções do Estado, bem como contra a perda de qualidade dos serviços públicos e estaremos na primeira linha dos que defendem políticas inclusivas e de valorização dos aposentados, pensionistas e reformados, nomeadamente:
5.2.1. Teremos uma posição institucional na defesa dos interesses dos associados, com recurso a todos os instrumentos legais e políticos, junto das entidades oficiais, com tomadas de posição sempre que a conjuntura o exija, na defesa da verdade e da ética. Não admitiremos falta de respeito, desconsiderações e humilhações relativamente à nossa geração.
5.2.2. Daremos especial atenção à situação dos aposentados, pensionistas e reformados em situações económicas mais frágeis, a par do desenvolvimento de acções de apoio activo que melhorem a qualidade de vida dos que mais precisam.
5.2.3. Orientaremos as nossas tomadas de posição fundadas em estudos técnicos de qualidade, através da criação de gabinetes de estudo, uma vez que ambicionamos merecer o reconhecimento social da nossa associação, de modo a ter assento no Conselho Económico e Social.
5.2.4. Realizaremos seminários, colóquios e encontros, com convidados e especialistas, orientados para um novo modelo de organização do trabalho e de sociedade, que valorize o potencial dos aposentados, pensionistas e reformados.
5.2.5. Procuraremos que as nossas tomadas de posição sejam públicas e divulgadas nos meios de comunicação social, uma vez que somos uma parcela da sociedade que dedicou a sua vida à melhoria e transformação do nosso país, em relação ao qual queremos ter uma palavra a dizer.
5.2.6. Procuraremos crescer através da criação e dinamização de núcleos locais e de uma grande campanha de angariação de associados.
5.2.7. Continuaremos a divulgar a nossa actividade através do blogue APRe! e da nossa página do Facebook, bem como de um sítio da APRe! a criar e a manter activo. Criaremos ainda o Boletim Informativo periódico “Notícias APRe!”.
5.2.8. Criaremos um gabinete jurídico que permita o aconselhamento/esclarecimento relativo às questões legais com que se debatem os nossos associados, na defesa dos seus direitos.
5.2.9. Criaremos um gabinete de relações internacionais que permita conhecer e contactar com a realidade dos cidadãos aposentados, pensionistas e reformados dos restantes países e permita fomentar contactos com outras organizações/instituições que ajudem a APRe! a cumprir os seus objectivos.

Por tudo isto, queremos merecer a confiança dos nossos associados!
VOTE!
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 Informação da Mesa da Assembleia Geral

Como é do conhecimento dos associados, está a decorrer o acto eleitoral para os primeiros Órgãos Sociais da APRE!. 

Tendo terminado o prazo de apresentação de candidaturas, enviamos em anexo a única lista apresentada, proposta pela Comissão Instaladora, a que foi atribuída a letra “A” - “Lista A” 

“Não Somos Descartáveis”. 


No dia 27 de Fevereiro de 2013, no período compreendido entre as 10.00 horas e as 18.00 horas, funcionarão mesas de voto em:


- Coimbra (Sede) – Rua do Teodoro, 72-2º esq. 

- Lisboa – Largo do Intendente Pina Manique, nº 35. 

- Porto – (Sede Provisória APRe!-Porto) – Rua do Heroísmo, 354 - 1º -Sala 2.


Apelamos a todos para que, como sinal de vitalidade da nossa Associação, participem activamente no processo eleitoral, votando presencialmente. 

Os que não puderem fazê-lo presencialmente, de acordo com o nº3 do Artº 6º do Regulamento Eleitoral, poderão exercer o seu direito de voto através do “voto por correspondência”. 


O que é necessário: 


Dois sobrescritos + declaração de eleitor + cópia do Bilhete de Identidade/Cartão do Cidadão + boletim de voto. 

O sobrescrito onde é introduzido só o boletim de voto (dobrado em quatro com a face impressa voltada para dentro) deverá conter a indicação “Voto por correspondência” e deve ser fechado. 

O outro sobrescrito deve ser dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral para a Rua do Teodoro 72-2º esq. – 3030-213 COIMBRA, contendo: 

O sobrescrito que contém o boletim de voto (“Voto por correspondência”) + declaração de eleitor + cópia do BI/CCidadão. 

Minuta da declaração de eleitor: 

Ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral 

Para os efeitos decorrentes do artº 6º do Regulamento Eleitoral, declaro exercer o meu direito de voto por correspondência nas eleições para os Órgãos Sociais da APRE!, triénio de 2013 a 2016, em Assembleia Geral Eleitoral a realizar no dia 27 de Fevereiro de 2013, pelo que junto sobrescrito com o meu voto bem como cópia do meu BI/CC. 

Nome Completo_____________________________________________ 

N.º de associado da APRE! - ________ 

_________________________________________________________ 

(assinatura conforme fotocópia do cartão de identificação) 


Atenção: 

No voto por correspondência, só são considerados válidos os votos recebidos até ao dia 27 de Fevereiro de 2013. Aconselha-se, por isso, a remessa do voto por correspondência com a necessária antecedência. 

Boletim de voto 

Junto enviamos o Boletim de Voto que deverá ser impresso em papel liso, branco e não transparente, em tamanho A5 (metade de A4). 

Exortamos todos os associados a participarem neste Acto Eleitoral. 

PARTICIPEM! 
VOTEM! 

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral