31 de março de 2014

APRe! / AJA


No âmbito da Campanha UMA VOLTA PELO VOTO, a APRe! com a colaboração da Associação José Afonso, realiza uma Sessão Cultural no próximo dia 8 de Abril a partir das 18.30 h.
A Sessão Cultural incluirá a conferência por Fernando Rosas subordinada ao tema Portugal, a crise do liberalismo e as origens da Ditadura. Ontem e hoje, seguida de lanche e cantares de Abril.
Como a Sala tem um número limitado de lugares e é preciso conhecer o número de participantes para preparar o lanche, é indispensável a inscrição prévia.

29 de março de 2014

Algés


Uma retrospectiva das actividades da nossa Associação, neste excelente trabalho do 
Núcleo de Algés, Linda a Velha, Cruz Quebrada/Dafundo. 

28 de março de 2014

Tribunal Constitucional


Todos os partidos da oposição entregaram no Tribunal Constitucional pedidos de fiscalização sucessiva do Orçamento Rectificativo para 2014. O documento - que foi promulgado pelo Presidente da República no início do mês - contém a nova versão da Contribuição Extraordinária de Solidariedade, com cortes nas pensões acima de mil euros por mês.

27 de março de 2014

Delegação de Lisboa

     

O vereador João Afonso, do pelouro dos direitos sociais, entregou no dia 26 de março a Maria do Rosário Gama, presidente da Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRE), as chaves da nova sede desta instituição na Av. D. Carlos I, um espaço cedido pela autarquia. À cerimónia, que contou com a presença de Carla Madeira, presidente da Junta de Freguesia da Misericórdia, juntaram-se dezenas de associados, maioritariamente do núcleo de Lisboa, que veem assim satisfeito o sonho de longa data de um espaço na capital para organização das suas atividades. “Já se impunha termos uma sede em Lisboa”, disse Maria do Rosário Gama, agradecendo à Câmara a cedência do espaço que permitirá "multiplicar por muitos pontos o trabalho da associação”. A presidente lembrou ainda que para breve está a campanha “Uma Volta pelo Voto”, com o objetivo de mobilizar para este ato cívico todos os aposentados nas próximas eleições europeias. Para João Afonso, entregar as chaves à APRE, uma associação cheia de energia e vontade de intervir na sociedade é um “momento importante e simbólico”, uma forma de a Câmara contribuir para melhorar as suas condições de trabalho. “A associação, que é um dos núcleos mais ativos de Lisboa, precisava de instalações na capital e temos assim a possibilidade de os apoiar”, continuou o vereador, frisando que os direitos sociais das pessoas idosas são uma das principais preocupações da cidadania e da participação. “Desde a infância até ao fim dos nossos dias todos contribuem para a construção da sociedade e a disponibilidade e vontade de trabalhar em prol da cidadania “é um bem precioso”, concluiu.

26 de março de 2014

AOFA

A Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA)
 requeu a intervenção do Provedor de Justiça para a verificação da constitucionalidade.

Não se conformando com a extinção do Fundo de Pensões dos Militares das Forças Armadas, a AOFA requereu a intervenção do Provedor de Justiça para que este promova, junto do Tribunal Constitucional, a fiscalização da constitucionalidade do diploma que a levou a cabo.
Tendo como pano de fundo a enorme degradação das pensões de reforma sofrida pelas gerações de militares que os antecederam e, principalmente, considerando as garantias consubstanciadas não só no Decreto-Lei nº 269/90, que criou o FPMFA, com particular realce para o facto do nº 5 do seu artigo 1º dizer, com toda a clareza, que "o Fundo tem duração ilimitada", como também pela campanha conduzida pelo Ministério da Defesa Nacional (carta de Sua Exa. o Ministro e desdobrável sensibilizando à adesão, que juntamos), milhares de militares optaram por esta solução para uma velhice com dignidade, passando a contribuir para isso, como lhes era exigido.
Ora, se os militares cumpriram escrupulosamente a sua parte do contrato, tal não aconteceu com o MDN, uma vez que não procedeu à adequada capitalização, findo agora alegar a falta de sustentabilidade do Fundo.
Ao extingui-lo, o Governo lesou gravemente o princípio da confiança e deixou sem defesa os que tinham acreditado na solução para que foram aliciados pelo MDN.

A Questão das Pensões


Em Defesa da Segurança Social Pública: A Questão das Pensões

Trabalhadores e pensionistas estão entre os primeiros sacrificados desta austeridade sem fim conduzida pelo governo e pela troika. Em nome da competitividade e da dívida, desvalorizam-se salários, agrava-se o desemprego e a precariedade, cortam-se reformas e pensões. Dizem-nos que temos de empobrecer e que os direitos sociais conquistados em democracia são insustentáveis. Os mercados e os credores são mais importantes que o trabalho e que as pessoas. Ofendem o contrato social consagrado na Constituição e sustentado pela solidariedade entre os que têm e os que não têm trabalho, entre os ativos e os reformados, entre os mais jovens e os mais idosos. O resultado é mais pobreza, mais desigualdade, o enfraquecimento da confiança na democracia e nas instituições, o individualismo e a perda de coesão social.
É indispensável uma oposição esclarecida e informada a este discurso oficial que procura interiorizar na sociedade e dar como adquirido o desmantelamento do Estado Social, da Segurança Social pública e do seu sistema de pensões, a pretexto da sua insustentabilidade.
Não recusamos o debate sobre a sustentabilidade do sistema construído e sobre as vias para o seu aperfeiçoamento e a garantia da sua continuidade, como conquistas civilizacionais e democráticas. Mas fá-lo-emos recusando o garrote da austeridade e das inevitabilidades que visam o seu desmantelamento e a sua submissão aos interesses económicos e aos mercados financeiros.
A política do governo, como o "guião para a reforma do Estado" confirma, orienta-se nestas áreas para o corte de direitos sociais e o ataque prioritário ao sistema público de pensões. Tem como objectivo criar condições para a privatização parcial do sistema de pensões e a redução da segurança social pública, universalista e solidária, a um assistencialismo social reprodutor da pobreza e da dependência. Usa para isso os cortes nas pensões e noutras prestações sociais, a quebra sistemática do princípio da confiança e a criação de incerteza permanente sobre os direitos presentes e futuros.
O Estado Social e o sistema público de pensões da Segurança Social não são um fardo para a sociedade, para o Estado e para as futuras gerações. São parte do contrato social de uma sociedade democrática apostada em assegurar a proteção dos cidadãos, a equidade e a redução da desigualdade e da pobreza.
A intenção já anunciada pelo Governo de transformar em permanentes e definitivos, até ao final deste ano, os cortes já realizados nas pensões em nome da "convergência" e das "contribuições extraordinárias", mais acentua a urgência de o conjunto do movimento sindical, todo o mundo do trabalho, jovens, reformados e pensionistas, juntarem forças em defesa do futuro deste contrato social e intergeracional que é o sistema público de pensões da Segurança Social. Os trabalhadores de hoje são os reformados de amanhã.
O sistema público de pensões tem um papel central no sistema de proteção social, na organização da sociedade e do Estado. As pensões representam cerca de 14% do PIB e abrangem mais de 3 milhões de pensionistas. São um alvo apetecido do sistema financeiro. São também o principal factor de redução do risco de pobreza na sociedade portuguesa, que é elevado (18%), mas seria escandaloso (45%) se não fossem as pensões e demais prestações sociais.
Os sindicatos signatários decidiram por estas razões promover uma conferência para debater o sistema de pensões na perspectiva da defesa da Segurança Social pública, e quais as políticas que podem assegurar o seu futuro no quadro da realização dos objectivos de proteção social, de confiança, de redução das desigualdades e da pobreza.

Informações e inscrições www.pensoes.blogspot.pt

25 de março de 2014

Delegação de Lisboa


Amanhã entrega das chaves à APRe! das instalações da 
Delegação de Lisboa 
Participa car@ associad@ da Região Lisboa

A Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do Vereador João Carlos Afonso, convida a estar presente na entrega de chaves de um espaço municipal à Associação APRe! – Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados com vista à instalação da sede da Delegação da APRe! Lisboa.

A entrega de chaves terá lugar no dia 26 de Março, 
pelas 11h00, na Avenida Dom Carlos I nº 98 , em Lisboa.