27 de novembro de 2017

Colóquio sobre o "Testamento Vital"

O Núcleo do Seixal da APRe! realizou em 23 de Novembro o anunciado colóquio sobre o "Testamento Vital", com uma assistência quase recorde de 58 amigos, interessados na importância do tema e atraídos pelo prestígio do orador, o Prof. Dr. Rui Nunes. médico e professor catedrático na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, e autor do texto que deu origem ao Dec.Lei 25/2012.

Ficámos a conhecer o significado do testamento vital como manifestação da nossa vontade para que, em caso de impedimento, ela seja respeitada nos cuidados clínicos que desejamos em situações limite de saúde. E a diferença profunda entre o que este documento permite e a situação de eutanásia ou morte assistida que está agora em discussão na Assembleia da Republica.

No final houve um debate muito vivo e participado, em que o Prof.Dr. Rui Nunes respondeu com muita clareza e abertura, mesmo às pergunta ou questões mais delicadas, pois o tema envolve ética e convicções pessoais, pelo que é tudo menos pacifico.

Deixamos os nossos agradecimentos ao Prof.Dr.Rui Nunes, pela sua pronta e generosa disponibilidade para se deslocar do Porto até ao Seixal, bem como à colaboração da Junta de Freguesia da Amora, da Unisseixal-Universidade Sénior do Seixal e da Câmara Municipal do Seixal, na logistica do evento.

A forma mais fácil de concretizar o Testamento Vital é dirigir-se ao Centro de Saúde, pedir o formulário para o efeito, preenche-lo e entregá-lo, para seja inserido no registo nacional gerido pelo Serviço Nacional de Saúde. Em caso de duvidas pode clarificar os termos do formulário, ou esclarecer procedimentos clínicos, com o seu medico de família. "



Núcleo do Seixal da APRe!

Antonio Henriques

25 de novembro de 2017

O que traz o OE 2018 para os aposentados e pensionistas?

APRe! NORTE

Resumo da SESSÃO /DEBATE sobre o ORÇAMENTO DO ESTADO para 2018, realizada na sede da Delegação do Norte da APRe! (síntese feita pelos dois associados que tomaram a seu cargo este debate):

“Resumo da sessão de debate sobre o Orçamento de Estado para o ano de 2018, realizada no dia 09 de Novembro de 2017, e subordinada ao tema:

O que traz o OE 2018 para os aposentados e pensionistas ?

I - Enquadramento da evolução do conceito de Orçamento de Estado em Portugal
  1. A Primeira Constituição (1822) atribuiu competência às Cortes para fixar anualmente os impostos e as despesas públicas, reduzindo a discricionaridade do Rei.
  2. Posteriormente, o Regulamento da Contabilidade Pública, de 31 de Agosto de 1881, estabelece que o Orçamento “É o documento onde são previstas e computadas as receitas e as despesas anuais, competentemente autorizadas”, ou “Documento onde se prevêem as receitas e despesas públicas autorizadas para o período financeiro”
  3. Entre 1834 e 1936 o período financeiro começava em 1 de julho e terminava a 30 de junho
  4. Durante o Estado Novo, a Assembleia Nacional, não aprovava o Orçamento de Estado. Autorizava o Governo a elaborar e aplicar o Orçamento.
  5. Só com a Revolução de Abril e o ordenamento juridico/Constitucional subsequente se adoptou o modelo actualmente vigente (com adaptações inerentes à integração na CE), dando visibilidade e (alguma) transparência a uma parte significativa da gestão dos recursos obtidos e aplicados pela Administração Publica, convocando os cidadãos para a participação e a vigilia.

II - Aspectos mais relacionados com Pensionistas e Reformados

1. Eliminação da transferência extraordinária para compensação do sistema previdencial

O OE 2018 prevê uma transferência para cumprimento da Lei de Bases da Segurança Social (regime não-contributivo) no montante de 6.625 milhões €.
E, diferentemente do acontecido nos últimos anos (2012-2017), para 2018 não está prevista qualquer transferência extraordinária do OE para financiamento do défice do sistema previdencial da segurança social, considerando que o mesmo atingiu o equilibrio.
Isto não dispensa a procura de novas fontes de receitas para assegurar o equilíbrio no futuro.
2. Atualização das pensões da CGA e dos regimes contributivos e não contributivos, de acordo com a lei em vigor (Lei- n.º 53-B/2006, de 29.12): PIB ≥ 2% ; IPC a apurar(Nov./Dez.). (Exemplificou-se com IPC= 1,2%):

- aumento de 1,7% (1,2 inflação + 0,5) nas pensões até 857 euros (Até 2IAS)
- aumento de 1,2% para as pensões acima de 857 e até 2.570 euros (entre 2IAS e 6IAS)
- subida de 0,95% para as pensões entre 2.571 e 5.142 euros (entre 6IAS e 12IAS)
- acima de 12IAS mantém-se o congelamento, ou seja, este é o limite de actualização das pensões(enquanto se mantiver a restrição)

3 - atualização extraordinária de pensões a partir de Agosto 2018

Actualização extraordinária das pensões até 1,5 IAS de 10 € ou 6€ em agosto de 2018, considerando naquele valor a actualização normal verificada em janeiro (art.90.º do OE 2018), 

ou seja:

Se a atualização automática não atribuir ao pensionista um aumento até 10 euros em Janeiro, (ou 6€) então em Agosto 2018 será atribuído o remanescente (atualização extraordinária)

4 - eliminação da penalização do fator de sustentabilidade (13,88%) nas reformas antecipadas (60 anos de idade e 40 de contribuição)
Mantém-se a penalização pelo tempo de antecipação (0,5% ao mês)

5 - eliminação do corte atualmente aplicado quando as pensões de invalidez convolam em pensões de velhice aos 65 anos de idade.
Anulam-se as penalizações pelo factor de sustentabilidade e pelo tempo de antecipação

6 - antecipação da idade de acesso à pensão de velhice para carreiras muito longas
Trabalhadores com 60 anos de idade e 48 anos de contribuições ou 60 anos de idade e 46 anos de contribuições a partir dos 14 anos, sem qualquer penalização.

7- Alterações aos escalões de IRS para 2018

Foram acrescentados escalões adicionais de IRS. Porém:
  • A inflação não foi repercutida nos limites dos escalões que não foram alterados (que assim se agravam).
  • O efeito da divisão dos escalões não se repercute nos seguintes (como deveria acontecer de acordo com o principio do imposto)
  • O mínimo de existência foi indexado ao IAS: 1,5x14xIAS (cerca de 9.000€ em 2018)
  • Mantém-se a taxa adicional de solidariedade para o rendimento excedente de 80.000€, de 2,5% e 5%.

III - Eventuais sugestões de melhoria e alterações a propor

  • Reverter as alterações introduzidas pela troika que continuam a prejudicar os aposentados e pensionistas;
  • Reformular as regras de actualização das pensões e de outras prestações de segurança social (Lei n.º 53-B/2006 de 29.12), de forma a travar as sucessivas perdas de rendimento, absorvido pela inflação;
  • Eliminar as diferenças de regime quanto à bonificação para carreiras longas nas reformas antecipadas da CGA ;
  • Reforçar a sustentabilidade financeira da segurança social e CGA (ver Relatório - págs. 243 a 246): alargamento da base contributiva, campanha para mostrar a importância do sistema público de pensões e a manutenção do seu equilíbrio, etc.;
  • Rever e ajustar as tabelas e os escalões de IRS para corrigir o “enorme aumento de impostos”, até agora só muito parcialmente atenuado e levar em conta a singularidade da tributação dos pensionistas (baixas deduções para a formação do rendimento colectável).
  • Adequar as tabelas de retenção de IRS ao imposto a cobrar, sem excessos, como ocorre actualmente;
  • Prosseguir o esforço de adequação das contribuições e coberturas da ADSE;
  • Compilar e tentar obter clarificação e adequação legislativa sobre as situações de acumulação de rendimentos e a sua compatibilidade com as pensões.


OE 2018 -Novidades e recomendações de acção

Principais receitas e despesas da Segurança Social



24 de novembro de 2017

Cuidar dos Cuidadores

O Núcleo de Coimbra convida todos os associados a juntarem-se a nós no dia 5 de Dezembro, pelas 18 horas, na Sede da APRe! (Rua Jorge Mendes, lt 1, nº5 – Coimbra).

Vamos, com a preciosa colaboração da Professora Marília Dourado e do Vice-Presidente Fernando Martins, pensar sobre como CUIDAR DOS CUIDADORES

Os cuidadores informais não têm nenhum tipo de apoio nem social, nem material. Se queremos envelhecer na nossa casa, há que criar condições para que isso seja possível e, um dos aspectos a considerar é que estas pessoas – cuidadores – tenham o suporte de um estatuto que salvaguarde esta função. 

Venha debater este tema connosco e transmitir-nos a sua experiência! Sensibilizar o poder local e central para estes problemas só resulta se contribuirmos com a nossa participação.

APRe! - Núcleo de Coimbra

23 de novembro de 2017

Faça dos direitos sociais uma realidade: incorporar as preocupações dos idosos no Semestre Europeu!

Na sequência da assinatura do Pilar Europeu dos Direitos Sociais que ocorreu na passada segunda-feira em Gotemburgo e que também contou com a presença e assinatura do nosso primeiro ministro, a AGE emitiu hoje o seguinte comunicado de Imprensa:

Bruxelas, 22 de novembro de 2017
Semestre Europeu e Pilar Europeu dos Direitos Sociais

Ao lançar a sua avaliação do Semestre Europeu 2017 , a AGE apela a uma aplicação ativa dos princípios do Pilar Europeu dos Direitos Sociais, proclamado em 17 de Novembro, em Gotemburgo, no próximo ciclo semestral, começando pelo Annual Growth Survey 2018.

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"Enquanto as pessoas idosas na Europa ainda enfrentam um alto número de inatividade, as taxas de pobreza entre as mulheres mais velhas aumentam, a idade para a aposentação é mais tardia, os níveis das pensões estagnam ou decrescem, e escasseiam os serviços de cuidados de qualidade a longo prazo, é necessária uma estratégia para reduzir essas deficiências mais do que nunca " , diz Anne-Sophie Parent, secretária-geral da AGE. " A proclamação de uma série de direitos no pilar é um grande passo em frente. Em particular, os direitos à pensão e aos recursos adequados que assegurem a dignidade na velhice, bem como o direito a cuidados de longa duração, a formação ao longo da vida, o apoio ativo ao emprego, o acesso aos serviços essenciais e aos cuidados de saúde universais são essenciais para atender às necessidades da crescente população de idosos na Europa. Após a adoção do Pilar Europeu dos Direitos Sociais, esses princípios devem agora ser aplicados sistematicamente - especialmente no Semestre Europeu ".

Neste apelo, a AGE apoia a carta da Rede Europeia de Luta contra a Pobreza dirigida ao Presidente da Comissão Juncker, que salienta a necessidade de avançar no sentido de princípios vinculativos do Pilar Social, apoiados por fundos da UE, para uma implementação eficaz e sugere, como primeiro passo, um Semestre Europeu transformado.

Na sua avaliação, a AGE congratula-se com muitas das mudanças positivas que ocorreram no Semestre Europeu. O processo de coordenação das políticas económicas e fiscais da UE está realmente a afastar-se do único foco nos deficits fiscais para ter em conta mais considerações sociais. Cada vez mais, são colocadas recomendações de que o investimento social pode melhorar não só o funcionamento da economia, mas também as sociedades como um todo: há mais foco na formação ao longo da vida e no equilíbrio entre o trabalho e a vida, inclusive para os cuidadores, mais algumas considerações para a adequação de pensões e o acesso a cuidados de saúde universais.

No entanto, são ainda deixados de fora do Semestre importantes domínios: os serviços de emprego não possuem as ferramentas e os meios necessários para apoiar os pesquisadores de emprego mais velhos, a discriminação na idade ainda inibe muitas pessoas mais velhas de encontrar emprego ou permanecer no emprego. Especialmente as mulheres mais velhas sentem o triplo ónus da discriminação da pensão baseada no género, das necessidades insatisfeitas de assistência social que têm de prestar informalmente e do alto risco de pobreza em idade muito avançada. Os investimentos em cuidados a longo prazo de qualidade, tanto domésticos quanto em ambientes de atendimento residencial, centrados na pessoa, são insuficientes para enfrentar as necessidades futuras de cuidados de longa duração. E enquanto a economia de prata tem um elevado potencial de crescimento e emprego na Europa, aspetos essenciais como a acessibilidade de todos a bens e serviços, o acesso aos serviços nas áreas rurais e urbanas, a lacuna digital e as questões da solidão e do isolamento social são amplamente ignoradas no semestre Europeu.

Na avaliação da AGE, as organizações membros de sete Estados-membros - Bélgica, Dinamarca, França, Itália, Malta, Países Baixos e Espanha - também destacaram a situação nos seus próprios Estados-membros. Eles fornecem uma avaliação completa das prioridades das pessoas idosas nesses países.

22 de novembro de 2017

OE2018: Aprovado aumento de 6 ou 10 euros nas pensões

Os deputados aprovaram, esta quarta-feira, na especialidade o aumento extraordinário das pensões, de seis ou de 10 euros, que começará a ser pago em agosto do próximo ano.

A medida, que estava já prevista na proposta orçamental para 2018 apresentada pelo Governo, foi aprovada no primeiro dia de votações na especialidade do Orçamento do Estado para 2018 e das propostas de alteração submetidas pelos partidos, com os votos favoráveis de todas as bancadas parlamentares, com exceção da do PSD, que se absteve.

Assim, os pensionistas com pensões de valor igual ou inferior a 1,5 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS) - 632 euros - terão um acréscimo mínimo de seis ou 10 euros, consoante tenha ou não existido atualização da pensão entre 2011 e 2015, uma medida cujo impacto orçamental foi estimado pelo Governo em 35,4 milhões de euros.

Este aumento extraordinário abrangerá as pensões de invalidez, velhice e sobrevivência atribuídas pela Segurança Social e as pensões de aposentação, reforma e sobrevivência do regime de proteção social convergente atribuídas pela Caixa Geral de Aposentações (CGA), e já vai considerar a atualização de janeiro, em resultado da evolução da inflação e do crescimento da economia.

Em meados de outubro, o Ministério do Trabalho indicou que a atualização de janeiro irá abranger cerca de 3,6 milhões de pensões, a que correspondem 2,8 milhões de pensionistas, um aumento que terá um impacto financeiro de 357 milhões de euros.

Complemento Solidário para Idosos alargado a pensões antecipadas a partir de 2014

O parlamento aprovou o alargamento do Complemento Solidário para Idosos (CSI) a pensionistas que anteciparam as reformas a partir de 2014, ano em que foi introduzido um agravamento das regras pelo anterior Governo.


O Bloco de Esquerda (BE) conseguiu aprovar, com os votos a favor do PS e do PCP, o voto contra do PSD e a abstenção do CDS-PP, o alargamento do acesso ao CSI a quem pediu reforma antecipada depois de janeiro, independentemente da idade.

No entanto, o parlamento rejeitou (com os votos favoráveis do PCP e do BE, mas contra do PS e PSD e abstenção do CDS) parte da proposta que pretendia alargar o acesso ao CSI também aos pensionistas que se reformaram antecipadamente antes de 2014.

Assim, o parlamento aprovou a reivindicação do Bloco de Esquerda de permitir o acesso a este complemento dos reformados a que os deputados bloquistas chamam "lesados do Mota Soares", que foi ministro da Segurança Social do anterior Governo PSD/CDS-PP.

"O Governo PSD/CDS fez várias alterações ao regime das pensões antecipadas. Desde logo, ao mudar a fórmula de cálculo do fator de sustentabilidade, triplicou o seu peso e a penalização que ele representa, ao indexar a idade legal de reforma à esperança média de vida, fez aumentá-la a cada ano, aumentando também as penalizações associadas às pensões antecipadas", afirma o Bloco na proposta agora aprovada.

Além disso, "ao flexibilizar o acesso às reformas antecipadas, empurrou milhares de pessoas para reformas antecipadas, por total ausência de alternativa de rendimento", recordam os bloquistas.

O BE lembra ainda que um reformado com 40 anos de descontos e 55 de idade sofreu um corte superior a 70% (6% por cada ano de distância da idade legal de reforma, isto é, mais de 60% só por esta via, acrescida da aplicação de um fator de sustentabilidade superior a 12%).

21 de novembro de 2017

Gasta água a mais em casa? Há forma de saber e dicas para poupar

A Empresa Portuguesa de Águas Livres disponibiliza um simulador online para medir o consumo de água e perceber se na sua casa o consumo é sustentável.


Só chove amanhã – e não é em todo o país. O país atravessa uma das secas mais longas da sua História. O secretário de Estado do Ambiente admitiu esta terça-feira o racionamento da água durante a noite em algumas localidades e aconselhou a população a habituar-se a gastar menos devido à seca que o país atravessa.

Numa entrevista ao jornal i, Carlos Martins sublinhou a inexistência de muitos instrumentos para lidar com a situação, além de se ter cuidado com a utilização da água. “Admito, no entanto, que em algumas situações concretas isto possa acontecer em períodos noturnos, por exemplo, porque isso até teria vantagem de, em redes de municípios com perdas de água importantes”, disse o governante.

Há, contudo, formas de controlar a utilização de água num domínio doméstico. A Empresa Portuguesa de Águas Livres (EPAL) disponibiliza um simulador online para medir o consumo de água e perceber se na sua casa o consumo é sustentável ou requer a ajuda das seguintes dicas da empresa que distribui água em Lisboa:

  • Uma torneira a pingar pode representar cerca de 6000 litros anuais de desperdício. Verifique sempre se fechou as torneiras, quando fizer a barba ou lavar as mãos
  • Cada banho de imersão corresponde a cerca de 200 litros, e um duche prolongado a 100 litros. Opte por duches rápidos de 5 minutos, e feche a torneira enquanto se ensaboa
  • Não lave a loiça à mão. Utilize a máquina de lavar loiça. Há modelos recentes com menores consumos, apresentando uma média de 22 litros por lavagem
  • Utilize também detergentes amigos do ambiente e que produzam pouca espuma
  • Ajuste o autoclismo para o volume de descarga mínimo. Não deite lixo na sanita, pois desta forma evitará descargas desnecessárias
  • Na rega de jardins deve ter em atenção que esta se destina a suprir as necessidades das plantas quando a chuva for insuficiente
  • Concilie as condições climatéricas com as regas do seu jardim. Regar com a mangueira pode gastar 18 litros por minuto. Para fazer a rega de forma eficiente aproveite as horas de menor calor: antes das 8h da manhã e após as 18h.
  • Utilize as estações de serviço ecológicas para lavar o carro, que possuem temporizadores na utilização da água, e lave-o apenas quando está sujo. Pode também aproveitar os dias de chuva para o fazer, ou então utilize balde e esponja.

Fonte: EPAL

Mariana Bandeira
Jornal de Negócios, 21-11-2017