10 de janeiro de 2018

Uma Revolução para a saúde com três F's

Financiamento, Fórmula para o Futuro” é o projeto lançado pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares para reestruturar o funcionamento do SNS, acabando com o desperdício e valorizando o doente.

Gestores querem revolucionar o SNS Administradores hospitalares querem alterar o modelo de financiamento das unidades de saúde e melhorar a forma como estas estão organizadas.

A discussão não é nova. O Serviço Nacional de Saúde (SNS) acompanha o ritmo da inovação ao nível terapêutico, mas está preso ao passado no aspeto organizacional. E quem paga o preço é o utente, que não é tão bem servido como poderia ser. Para inverter este ciclo vicioso, a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) lança hoje o “3F -- Financiamento, Fórmula para o Futuro”, um projeto que vai juntar peritos nacionais, que até ao verão vão apresentar propostas que resolvam o grande problema do SNS: o modelo de financiamento. As restrições orçamentais, a falta de autonomia das unidades e o desperdício gerado pelo modelo de prestação de cuidados estão identificados como os principais obstáculos.
Para a APAH, «existe muita descontinuidade de cuidados, o setor da saúde é talvez o setor mais cristalizado. É necessário promover uma alteração em que a experiência do doente seja valorizada». E como se poderá alterar o «modelo pouco sofisticado» como os hospitais e demais unidades estão organizados? Os incentivos financeiros são «muito poderosos».

Oposição critica Governo
O Governo aumentou o capital estatutário dos hospitais em mais de 500 milhões de euros, permitindo-lhes saldar dívidas ou requalificar as suas instalações. A novidade surgiu no mesmo dia em que o Governo foi fortemente criticado no Parlamento pela falta de investimento na saúde. O CDS questionou se há má gestão no SNS, perante a degradação dos serviços; o PEV denunciou «o caos» no atendimento em alguns hospitais devido ao surto de gripe – ainda ontem o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho criou mais 40 camas de internamento, o Algarve ativou a fase laranja e um hospital de Guimarães alargou o horário do serviço de hospitalização domiciliária; e o BE lamentou que a verba (385 milhões de euros) que permitiu colocar o défice abaixo do exigido pela UE não tenha sido investido no setor.

João Moniz

Ver em Destak de 2018-01-10



9 de janeiro de 2018

Coro APRe! Coimbra: Concerto de Ano Novo

Em 2018 o Concerto de Ano Novo do Coro APRe! Coimbra será na Igreja de S. Martinho do Bispo. 
Todos os leitores estão convidados a assistir a este concerto.
Coro APRe! Coimbra

Declaração de Pensões estará 'online' a partir de 11 de janeiro

A Segurança Social informa os pensionistas de que a partir de dia 11 deste mês estarão disponíveis as declarações anuais de rendimentos referentes a 2017.

Em comunicado enviado às redações, a Segurança Social informa os pensionistas que se encontram registados na Segurança Social Direta que terão disponível a partir da próxima quinta-feira (dia 11) “na sua área pessoal a declaração anual de rendimentos referente ao ano de 2017”.

Para aceder à declaração, basta, informa a Segurança Social, “aceder ao serviço através da palavra-chave previamente recebida”. Esta situação abrange apenas os pensionistas que “acederam à Segurança Social Direta nos últimos 24 meses, ou seja, desde dezembro de 2015”, e que por isso deixarão de recebê-la “por via postal”.

A declaração “poderá ser consultada de forma permanente e segura”, bem como ser impressa, “evitando uma deslocação aos serviços da Segurança Social para emissão de uma segunda via”.

No que diz respeito aos pensionistas que “ainda não se encontram registados na Segurança Social Direta”, ou que “não acederam a este serviço nos últimos 24 meses, continuarão a receber a Declaração Anual de Rendimentos por via postal”.

Notícias ao Minuto, 2018-01-09

6 de janeiro de 2018

Uma nova lei para um melhor Serviço Nacional de Saúde

Os Núcleos do Seixal e de Almada vão realizar em 11 de Janeiro às 16:00h, uma sessão sobre o tema "Uma nova lei para um melhor Serviço Nacional de Saúde".

Será uma conversa amena com João Semedo, médico e deputado com profundo conhecimento do assunto, e autor de um livro recente com esta tese escrito em parceria com António Arnaut, considerado "o pai"do Serviço Nacional de Saúde.

Vai decorrer no auditório da Junta de Freguesia de Amora (Seixal).
Apoiam esta iniciativa, para além da Junta de Freguesia de Amora, a Universidade Senior do Seixal e a Câmara Municipal do Seixal.

A entrada é livre


No Consultório do Reformado, Maria do Rosário Gama trouxe ao debate o modo como olhamos e tratamos os mais velhos.


(Clique na imagem)
 No Consultório do Reformado, Maria do Rosário Gama trouxe ao debate o modo como olhamos e tratamos os mais velhos. Veja ou reveja este momento.


5 de janeiro de 2018

Famílias no mercado livre de eletricidade podem a partir de hoje voltar ao regulado

O processo que equipara as tarifas transitórias ou reguladas surgiu por proposta do PCP. Os comercializadores têm que divulgar se disponibilizam ou não o regime de tarifas reguladas.

As famílias que estão no mercado livre de eletricidade podem a partir desta segunda-feira regressar à tarifa regulada, mantendo o mesmo comercializador, se este disponibilizar o novo regime, ou voltando ao fornecedor em mercado regulado, a EDP – Serviço Universal.

O processo que cria o designado regime equiparado ao das tarifas transitórias ou reguladas (pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos – ERSE) para o fornecimento de eletricidade aos clientes finais de baixa tensão normal – famílias e pequenos negócios – surgiu com a proposta do PCP, aprovada no parlamento com os votos favoráveis do PS, BE, PEV e PAN.

Os comercializadores têm que divulgar se disponibilizam ou não o regime de tarifas reguladas, nos termos a definir pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), dispondo de 10 dias úteis para responderem aos clientes que solicitarem o acesso a esta nova tarifa.

Nas faturas enviadas aos consumidores por todos os comercializadores em regime de mercado “deve ser colocado o valor da diferença entre o preço praticado em regime de mercado e a nova tarifa equiparada ou regulada”.

Caso se verifique a inviabilidade de aplicação da oferta desta tarifa por parte dos comercializadores, “os consumidores devem ser informados por escrito, constituindo esta resposta comprovativo para se cessar o contrato e formalizar o fornecimento de eletricidade com comercializador de último recurso”, isto é, a EDP – Serviço Universal.

“Os clientes finais não poderão ser penalizados se tiverem sido contratados serviços duais ou adicionais relativos ao contrato anterior, sempre que decidam exercer o direito de opção à tarifa equiparada”, segundo o diploma.

Entretanto, a ERSE deu aos comercializadores de eletricidade em mercado livre que pretendam praticar condições de preço regulado até ao início de março para oferecer esta possibilidade aos clientes.

De acordo com os últimos dados da ERSE, o mercado livre de eletricidade em Portugal tinha no final de outubro 4,94 milhões de clientes (entre famílias e empresas) e cerca de 84% do consumo total do segmento doméstico – abrangido pelo regime equiparado à tarifa regulada.


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4 de janeiro de 2018

Atendimento aos Associados na Sede da Delegação de Lisboa

Depois da pausa de Natal e Ano Novo, retomaremos a actividade normal de atendimento aos associados e ao público em geral, na Sede da da Delegação de Lisboa na Av. D. Carlos I, 98, loja, como habitualmente às 5ªs feiras das 15H às 17H, a partir do próximo dia 11 de Janeiro.

Esperamos a vossa visita.