6 de novembro de 2018

A Delegação de Lisboa participa na organização da Feira do Cuidador


Numa organização do GT das Pessoas Idosas da Rede Social de Lisboa, da qual a APRe! faz parte, vai realizar-se nos próximos dias 8 e  9 de Novembro a Feira do Cuidador, que terá lugar no Centro Ismaili - Av. dos Lusíadas nº 1, em Lisboa, com palestras e actividades diversas.

A entrada é gratuita mas carece de inscrição prévia através do endereço electrónico: feiradocuidador@gmail.com.


Anexos: Regras do Centro Ismaeli ,Cartaz e Programa





Delegação de Lisboa: Visita Guiada ao Museu do Azulejo


Magusto promovido pelo Núcleo APRe ! de Coimbra e pelo Coro APRe ! Coimbra

Exºs Associados da APRe !, núcleo de Coimbra

O Núcleo APRe ! de Coimbra e o Coro APRe ! Coimbra vão organizar um magusto no dia 10 de Novembro, com início às 16h, e que decorrerá no Mercado do Calhabé (Travessa da rua dos Combatentes, junto ao Pingo Doce).

Estão convidados para este convívio todos os associados de Coimbra e concelhos limítrofes, podendo trazer consigo familiares e amigos que queiram participar.

Para que possamos programar devidamente o evento pedimos que efectuem a inscrição, indicando nome, nº de pessoas a inscrever e nº de tel, para o e-mail :
  • coroaprecoimbra@gmail.com
  • ou telef : 239704072 (APRe !)
  • ou tlm: 926254700 (APRe !)

Proporcionaremos momentos de convívio musical e Jogos Tradicionais.


3 de novembro de 2018

APRe! Delegação Norte: "Conversas sobre Arte"



Caros Associados e Amigos,

Vai retomar-se a iniciativa "Conversas sobre Arte", com a associada Natália Lobo que foi professora de História das Artes na Escola Artística Soares dos Reis.

No próximo dia 6 de Novembro, terça-feira, às 15h, a "Conversa" será sobre O Realismo Social, nomeadamente a análise da obra de Pablo Picasso, Guernica, exposta ao público em 1937, na Exposição Internacional de Paris.

A escolha de Guernica prende-se com o facto de ser uma obra de importância inquestionável na história da arte e, simultaneamente, um exemplo marcante da arte como intervenção.
Pedimos que os interessados cheguem um pouco antes à Sede, rua de Sta . Catarina, 1480 - 42 - sala 3, Porto, porque a sessão terá o seu início pontualmente à hora marcada, como é habitual.

Saudações

Fernanda Sousa
Elisabete Moreira

31 de outubro de 2018

AGE – Platform Europe: Newsflash em 30.10.2018


A AGE opõe-se à adoção de um protocolo sobre tratamento forçado de pessoas com deficiências mentais

A Convenção sobre Direitos Humanos e Biomedicina, mais conhecida como a Convenção de Oviedo, adotada pelo Conselho da Europa há 20 anos, é o único instrumento internacional juridicamente vinculativo sobre a proteção dos direitos humanos no campo biomédico. Estabelece que os direitos humanos devem estar antes de outras considerações no campo da biomedicina e estabelece uma série de princípios e proibições concernentes à bioética, pesquisa médica, consentimento, direitos à vida privada e informação, transplante de órgãos, debate público etc.

Um projeto de Protocolo Adicional relativo à proteção dos direitos humanos e da dignidade das pessoas com deficiência mental em relação ao internamento involuntário e ao tratamento involuntário foi recentemente elaborado.

Juntamente com organizações da sociedade civil, especialistas em direitos humanos, incluindo o Comité dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, e a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE), a AGE solicitou ao Conselho da Europa que retirasse o projeto, que ameaça prejudicar a saúde e os direitos humanos.

Porque há oposição?

A AGE e outras organizações acreditam que o projeto de protocolo contraria as normas de direitos humanos, em particular as disposições da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, no que diz respeito à não discriminação, capacidade legal, liberdade e saúde. O projeto de protocolo dá poder excessivo aos profissionais médicos que podem decidir contra a vontade do indivíduo com deficiência mental , e sua pessoa de confiança, para impor um determinado tratamento médico ou colocá-los numa instituição médica.

A AGE acredita que o objetivo do protocolo deve ser proteger os direitos humanos das pessoas com deficiências mentais em igualdade de condições com os outros e não criar um esquema especial que permita espaço para restrições aos direitos humanos.

Porque isso é importante para pessoas idosas?

O projeto de protocolo também tem como alvo "pessoas idosas quando elas não podem dar o seu consentimento para um internamento ou tratamento". Ao permitir uma ampla margem de apreciação pelo tratamento e internamento involuntários, o projeto de protocolo viola a dignidade e autonomia pessoal do indivíduo, que deve ser garantida, independentemente da idade ou deficiência. Se adotado, o projeto de protocolo estaria a estabelecer um precedente que se arriscaria a violar sistematicamente os direitos humanos das pessoas idosas.

O que se pode fazer?

Embora a AGE e outras ONG se tenham oposto a este texto, enquanto os Estados-Membros não se opuserem à sua adoção, o Conselho da Europa poderá ainda avançar com a sua adoção. Felizmente, a Bulgária e Portugal já fizeram objeções ao projeto de protocolo. Mas outros estados membros da UE ainda não o fizeram. Portanto, você é encorajado a entrar em contato com os ministérios relevantes em seu país (Ministério das Relações Exteriores, Saúde, Assuntos Sociais e Inclusão), exponha suas preocupações e diga ao seu governo as razões porque devem opor-se à adoção e ratificação do projeto de protocolo.

29 de outubro de 2018

COMUNICADO DE IMPRENSA CONJUNTO da Ação COST IS1402 sobre o Ageism, da AGE Platform Europe e do Comité das Regiões




Bruxelas 29.10.2018

Vamos lutar juntos contra o “ageism” e permitir que a nossa sociedade envelhecida realize todo o seu potencial!

Em 26 de outubro, a Ação COST IS1402 sobre o Ageism, a AGE Platform Europe e o Comité das Regiões organizaram um evento internacional para defender um mundo futuro para todas as idades, no qual a idade não seja mais uma barreira. Este evento sobre o tema da velhice resume o trabalho realizado por mais de 200 investigadores e interessados diretos de 35 países diferentes, como parte de uma ação COST sobre o preconceito da idade.

“70 anos após a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pelas Nações Unidas e num contexto de aumento da expectativa de vida na Europa, o idadismo é um absurdo e um claro obstáculo para o desenvolvimento de sociedades inclusivas e sustentáveis”, enfatiza Maciej Kucharczyk, Director Político da AGE Platform Europe.

“O ageismo afeta nos a todos. Em contraste com o racismo ou o sexismo, o ageismo é o único "ismo" ao qual todos nós estamos expostos. Portanto, todos nós beneficiamos da erradicação do preconceito etário e da convivência com todas as idades, em que a idade não é mais uma barreira ou um fardo ”, acrescenta Liat Ayalon, da Universidade BarIlan.

Embora a população da UE envelheça rapidamente, o preconceito da idade é a forma mais experimentada de discriminação e uma grande barreira à inclusão social e participação igualitária dos idosos, com consequências negativas baseadas em evidências ao nível individual, familiar e social.
O ageismo manifesta-se na maneira como pensamos, sentimos e agimos em relação ao envelhecimento e está inserido nas nossas culturas, instituições e políticas. A investigação mostrou que o ageism afeta todos os aspectos das nossas vidas. É particularmente prevalente no sistema de saúde e na força de trabalho, mas também em outros campos. Os limites de idade no acesso a tratamentos de saúde e a formação relacionada com o trabalho são apenas alguns exemplos entre muitos outros.

O ageism tem um impacto muito negativo na saúde física e mental e interações sociais dos mais velhos, resultando num maior risco de comprometimento, depressão, solidão e até morte prematura. De acordo com a investigação, os idosos que pensam negativamente sobre o seu próprio envelhecimento provavelmente morrerão 7,5 anos antes daqueles que pensam mais positivamente sobre seu envelhecimento.

Portanto, para viver num mundo para todas as idades, há necessidade urgente de mudar a maneira como pensamos, sentimos e agimos em relação à velhice e ao envelhecimento. Isso requer ação em todos os níveis políticos, inclusive nas comunidades locais onde a vida diária das pessoas idosas acontece.


Como salienta Luc Van den Brande, membro do Comité das Regiões e anfitrião do evento, "o papel das autoridades regionais e locais na luta contra o envelhecimento é crucial. Da erradicação do envelhecimento estrutural nas políticas locais às iniciativas de combate aos estereótipos, as autoridades regionais e locais estão na vanguarda para criar comunidades inclusivas para todas as idades ”.

Para combater efetivamente o preconceito da idade, a ação COST sobre o idadismo identificou várias medidas operacionais que devem ser tomadas:

1. A idade é apenas um número e, portanto, não deve ser usada para categorizar os indivíduos. Há uma alta heterogeneidade na idade avançada que deve ser reconhecida;

2. A maneira como falamos sobre a velhice faz a diferença. Falar de idosos como idosos evoca imagens de fragilidade e incompetência. Políticas, legislações e artigos de notícias que apresentem mudanças demográficas, como um “tsunami” ou uma crise, e tentem enfrentar “o problema do envelhecimento” aumentam ou perpetuam ainda mais o preconceito da idade;

3. As leis e regulamentos anti discriminação devem proibir explicitamente a discriminação por idade, usando uma abordagem baseada nos direitos humanos. Leis e regulamentos devem ser desenvolvidos onde não existem, ou revistos quando necessário, para incluir também os motivos da idade, e devem ser planeados para serem aplicados adequadamente.

4. Intervenções que desafiam estereótipos e preconceitos de idade através do contato ou da educação intergeracional precisam ser implementadas, já que há uma larga evidência da sua eficácia;

5. Apoiar a Global Campaign to Combat Ageism iniciada pela Organização Mundial de Saúde e pela campanha #AgeingEqual lançada pela AGE Platform Europe.

28 de outubro de 2018

Delegação do Norte: visita às nossas raízes históricas...


No dia 24 de Outubro, um grupo de 50 associados e amigos da APRe! do Grande Porto, realizou uma visita cultural,desta vez a Braga.

De manhã estivemos em Tibães, importante complexo constituído pela imponente Igreja barroca, dedicada a S. Martinho de Tours, Mosteiro, Cemitério e Cerca Conventual.

À tarde, após um óptimo almoço onde todos pudemos confraternizar, visitámos a Bracara Augusta de há 2000 anos. Privilegiámos espaços recentemente descobertos e que são memória de um tempo em que os Romanos dominaram a Península Ibérica, grande parte da Europa, norte de África , Médio Oriente! O Mediterrâneo era o "Mare Nost rum" e, "todos os caminhos iam ter a Roma", a capital do Império!

Visitámos as Termas Romanas, Públicas do Alto da Cividade e a Domus Romana na Escola Velha da Sé. As guias, com a sua explicação rigorosa, souberam transmitir-nos a importância das ruínas e o que elas representavam transportando-nos para a relevância das tecnologias, materiais de construção, o con forto, os cuidados com a higiene e saúde, então existentes.

Finalmente, percorremos algumas das ruas históricas, não perdendo a oportunidade para saborearmos os famosos doces conventuaisou típicos de Braga.

Nesta época de Outono que mais parece Verão, visitar o Minho, com as suas tonalidades de rara beleza e um por do sol que mais parecia estarmos junto à beira mar, foi para todos nós, um bom lenitivo para o Inverno que se aproxima.









Conceição Castro
Elisabete Moreira