29 de junho de 2019

Está a nascer um instituto para melhorar a qualidade de vida dos mais velhos

Identificar as causas biológicas do envelhecimento para aumentar a qualidade de vida dos idosos. Este é um dos grandes objectivos do Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento (MIA, na sigla em inglês), um futuro centro de investigação de excelência em Coimbra. Com um financiamento de cerca de 50 milhões de euros para seis anos, espera-se que em pleno funcionamento – em 2023 – tenha entre 90 a 100 pessoas a trabalhar nele em prol do estudo do envelhecimento.




Ler mais aqui: publico - 2019/06/28-Ciencia/noticia/coimbra-nascer-instituto-melhorar-qualidade-vida-velhos

27 de junho de 2019

Tratamento do idoso frágil: «A Avaliação Geriátrica Global é fundamental»

João Gorjão Clara



Coordenador do Grupo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna





A palavra fragilidade descreve um idoso débil, vulnerável, emagrecido, com marcha difícil e lenta. Esta é a interpretação do senso comum, mas a definição médica exige que se verifiquem três destas características:

- Perda de peso (5 kg) no último ano
- Perda de força muscular
- Redução da velocidade da marcha
- Diminuição da atividade física
- Sensação subjetiva de exaustão

Ler mais aqui: tratamento-do-idoso-fragil-a-avaliacao-geriatrica-global-e-fundamental


 Justnews, 24.06.2019

25 de junho de 2019

Envelhecer é diferente para homens e mulheres. Porquê?

Sara Borges dos Santos


Elas vivem mais anos, mas têm menos tempo de vida saudável. Depois dos 65 anos, por exemplo, as mulheres têm, em média, 3 anos de vida saudável e os homens, 7,7. E esta desigualdade nos últimos anos de vida entre o sexo feminino e masculino representa um dos problemas de género mais graves no País, diz o médico Luís Campos






Ler mais aqui: Envelhecer-e-diferente-para-homens-e-mulheres.-Porque-?


Sapo Visão - 25.06.19

17 de junho de 2019

Petição pública sobre o “Complemento por Dependência”

Dando continuidade às deliberações das nossas Assembleias Gerais, acabamos de lançar uma nova petição pública sobre o “Complemento por Dependência” em que solicitamos a alteração da legislação por forma a permitir que o mesmo seja isentado de IRS e que seja conferida aos respectivos titulares a isenção automática de todas as taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde.
Considerando a forte participação dos nossos associados na anterior petição subscrita pela APRe!, apelamos uma vez mais à assinatura desta nova petição, com o vosso empenho e divulgação pela importância que o tema reveste para uma verdadeira justiça social.

Este complemento é uma prestação em dinheiro atribuída aos cidadãos que se encontrem em situação de dependência e que precisam da ajuda de outra pessoa para satisfazer as necessidades básicas da vida quotidiana.

A situação de dependência é certificada pelo Sistema de Verificação de Incapacidades da Segurança Social e graduada em:

1.º grau – pessoas que não possam praticar, com autonomia, os actos indispensáveis à satisfação de necessidades básicas da vida quotidiana (actos relativos à alimentação ou locomoção ou cuidados de higiene pessoal).
2.º grau – pessoas que acumulem as situações de dependência que caracterizam o 1.º grau e se encontrem acamadas ou apresentem quadros de demência grave.

Assine aqui: