14 de agosto de 2019

Recolha de assinaturas para a petição “Complemento por Dependência”

No passado dia 31 de Julho e por iniciativa de um grupo de associados da APRe!  decorreu nas imediações do Centro de Saúde da Reboleira na Amadora uma recolha de assinaturas para a petição “Complemento por Dependência”.
 Da  acção levada a cabo resultou a recolha de 90 subscrições que se vêm juntar às cerca de 1.000 já existentes. 
Novas iniciativas terão lugar em outros locais e oportunidades por forma a alcançar o objectivo central da petição ser subscrita por mais de 4.000 assinaturas. 




13 de agosto de 2019

Eleições: Quais os distritos que perdem e ganham eleitores

Segundo o mapa oficial, hoje publicado em Diário da República, para as eleições legislativas de 06 de Outubro de 2019, o número de mandatos de deputado a atribuir nos círculos eleitorais da Guarda e de Viseu diminuiu de quatro para três e de nove para oito, respectivamente, enquanto Lisboa e Porto ganharam um lugar cada.

 Comparando com o número de eleitores das últimas legislativas, em 04 de Outubro de 2015, Viseu perdeu perto de 24 000 eleitores e a Guarda quase 12 000, ao passo que em Lisboa se verificou um acréscimo de cerca de 20 000 eleitores e no Porto esse aumento foi de 3 433 cidadãos aptos a votar.

 O distrito de Coimbra perdeu 10 883 eleitores em relação a idêntico sufrágio de 2015, há quatro anos. Entre as eleições legislativas de 2011 e as de 2015, o distrito (que corresponde ao círculo eleitoral) de Coimbra tinha apenas perdido 4 284 eleitores. No entanto mantém o mesmo número de candidatos.



Fonte:  Campeão das Províncias de 12.08.2019

Ler notícia aqui: Eleições Legislativas 2019

3 de agosto de 2019

INFORMAÇÃO 5/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE

Esta semana assistiu-se de novo, na comunicação social, a um ataque coordenado, porque foi retransmitido pelas televisões e jornais mais importantes, acusando a ADSE de obrigar Dezenas de idosos a abandonar hospitais privados. É importante que os beneficiários e a opinião publica sejam informados com verdade. Contrariamente ao divulgado por órgãos de informação não se verificou uma decisão arbitrária do atual Conselho Diretivo da ADSE para não continuar a financiar cuidados continuados como fossem internamentos médicos cirúrgicos. Tal situação era ilegal, injusta e desigual em relação aos restantes beneficiários da ADSE que não tem acesso a isso mas que atualmente contribuem com os seus descontos para 93% do financiamento total da ADSE (592 milhões € em 2018). Como membro do conselho diretivo eleito pelos representantes dos beneficiários sinto-me na obrigação de os informar com verdade sobre esta situação(não é 1ª vez que tenho de o fazer) e de garantir que, dentro da ADSE, todos os beneficiários sejam tratados de uma forma igual. Não pode haver beneficiários com mais direitos do que outros.




Ler mais aqui: Eugenio Rosa - Documentos-2019/34-2019- Informação-ADSE.



Eugénio Rosa, membro do Conselho Directivo da ADSE - 03.08.2019

2 de agosto de 2019

Assembleia da República recomenda ao Governo que considere as demências e a doença de Alzheimer uma prioridade social e de saúde pública

Resolução da Assembleia da República n.º 134/2019

Sumário: Recomenda ao Governo que considere as demências e a doença de Alzheimer uma prioridade social e de saúde pública, que elabore o Plano Nacional de Intervenção para as Demências, que adote as medidas necessárias para um apoio adequado a estes doentes e suas famílias e que crie e implemente o Estatuto do Cuidador Informal.

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:
 Reconheça as demências e a doença de Alzheimer como uma prioridade social e de saúde pública. e produza um estudo de âmbito nacional com um levantamento exaustivo da realidade demência e da doença de Alzheimer em Portugal. 


22 de julho de 2019

Nove em cada dez idosos em tratamento médico sofrem de solidão

Um terço reporta mesmo níveis graves de solidão, diz estudo do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Norte.




 Cerca de 91% dos idosos seguidos nos cuidados de saúde primários revelam sentir algum grau de solidão, sendo que um terço reporta mesmo níveis graves, o que interfere com os cuidados, revela uma investigação. A conclusão é de um estudo liderado por investigadores do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), a que a Lusa teve acesso nesta segunda-feira.
O objectivo da investigação foi avaliar o impacto da solidão em idosos que estão a ser seguidos num centro de saúde. Para isso, foram entrevistadas 150 pessoas, com 65 anos ou mais, de uma zona urbana do Norte de Portugal.
Os resultados revelaram que os idosos que reportam níveis de solidão elevados estão mais frequentemente poli-medicados, ou seja estão a tomar mais do que um medicamento por um período prolongado, normalmente acima de três meses.

Ler mais aqui:Nove em cada dez idosos em tratamento médico sofrem de solidão


Público, 22.07.2019

18 de julho de 2019

APRe! Caderno Reivindicativo 2019

"A APRe! defende os valores da solidariedade e da cooperação intra e intergeracional, o bem-estar individual e colectivo, o combate à pobreza e à exclusão social, bem como medidas contra a discriminação em razão da idade."